Título: Panorama do centro do Rio, a partir do Morro de Santo Antônio
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Mestres do Séc. XIX
Juan Gutierrez
(Autoria)
Photographia Brazileira
(Autoria associada comercial)
(Autoria)
Photographia Brazileira
(Autoria associada comercial)
circa 1894
Detalhes
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Mestres do Séc. XIX
Mestres do Séc. XIX > Panorama do centro do Rio, a partir do Morro de Santo Antônio
Panorama de Rio er Caserne Sn. Antonio-Pris du Morro Sn. Antonio - Panorama of Rio and Sto. Antonio barracks-View from Sto. Antonio Hill
(Título original)
Panorama do centro do Rio, a partir do Morro de Santo Antônio
(Título atribuído)
circa 1894(Data de produção)
1892 - 1897(Datas-limite)
Em destaque, o convento de Santo Antônio.
Fotografia - Papel
ALBUMINA/ Prata
MONOCROMÁTICA
21(altura) x 27(largura)(imagem)
19,5(altura) x 27(largura)(dimensão total)
22(altura) x 29,5(largura)(dimensão total)
19,5(altura) x 27(largura)(dimensão total)
22(altura) x 29,5(largura)(dimensão total)
Acidente Geográfico, Externa, Horizontal, Paisagem, Diurna, Morro de Santo Antônio, Convento de Santo Antônio - Rio de Janeiro
Fotografia geolocalizada para o projeto ImagineRio: https://www.imaginerio.org/pt
"Rio de Janeiro 1862-1927: Álbum fotográfico da formação da cidade", p. 73.
O espanhol Juan Gutierrez chegou ao Brasil na década de 1880, estabelecendo-se inicialmente no número 114 da rua da Carioca, onde abriu a Photographia União (entre 1880 e 1891), dedicada às artes gráficas (fototipia) e à fotografia. Entre 1892 e 1897 foi proprietário da Companhia Photographica Brazileira, localizada na rua Gonçalves Dias, 40, edifício anteriormente pertencente a um colégio, reformado e readaptado para abrigar o grandioso estabelecimento fotográfico. Espalhando-se pelo térreo e mais dois andares, o estúdio abrigava área de exposição, uma sala onde eram impressos retratos, vistas e planotipias, escritório, estufa, laboratório e oficina de retocadores de ampliação e fototipia, entre outros ambientes, e sua inauguração foi notícia de destaque no Jornal do Commercio, importante periódico da época. Consagrado retratista e paisagista, Gutierrez notabilizou-se pelo registro fotográfico da Revolta da Armada, rebelião ocorrida entre 1893 e 1894 na baía de Guanabara, e foi um dos últimos profissionais a receber o título de "Photographo da Casa Imperial", em 1889. Segundo indícios, o fotógrafo teria morrido acompanhando as investidas das tropas republicanas contra Canudos, em 1897.
O espanhol Juan Gutierrez chegou ao Brasil na década de 1880, e foi um dos últimos a receber o título de "Photographo da Caza Imperial". Estabeleceu-se inicialmente na Rua da Carioca, onde abriu a Photographia União dedicada às artes gráficas (fototipia) e à fotografia. Exímio paisagista, fotografou momentos históricos da época, como a revolta da Armada. Segundo alguns indícios, Gutierrez morreu acompanhando as tropas da República contra Canudos, em 1897.
O espanhol Juan Gutierrez chegou ao Brasil na década de 1880, e foi um dos últimos a receber o título de "Photographo da Caza Imperial". Estabeleceu-se inicialmente na Rua da Carioca, onde abriu a Photographia União dedicada às artes gráficas (fototipia) e à fotografia. Exímio paisagista, fotografou momentos históricos da época, como a revolta da Armada. Segundo alguns indícios, Gutierrez morreu acompanhando as tropas da República contra Canudos, em 1897.
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Em domínio público
Juan Gutierrez/Acervo Instituto Moreira Salles
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