Denominação do documento/obra/objeto: Telegrama
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Carlos Drummond de Andrade (CDA)
Rosa Andrade Sanábio
(Autoria)
Mauro Andrade Sanábio
(Autoria)
Dolores Drummond de Andrade
(Destinatário)
Maria Julieta Drummond de Andrade
(Destinatário)
(Autoria)
Mauro Andrade Sanábio
(Autoria)
Dolores Drummond de Andrade
(Destinatário)
Maria Julieta Drummond de Andrade
(Destinatário)
Século XX
Detalhes
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Carlos Drummond de Andrade (CDA)
Carlos Drummond de Andrade (CDA) > Série Correspondência de terceiros > -
Telegrama
Rosa Andrade Sanábio (Autoria)
Mauro Andrade Sanábio (Autoria)
Dolores Drummond de Andrade (Destinatário)
Maria Julieta Drummond de Andrade (Destinatário)
Mauro Andrade Sanábio (Autoria)
Dolores Drummond de Andrade (Destinatário)
Maria Julieta Drummond de Andrade (Destinatário)
Século XX(Não)
; 1(folhas)
Originalmente na pasta Rosa/ Mauro/ Correspondência 1948, guardada, junto a outras, na pasta Rosa e Família.
Escritora e cronista consagrada, Maria Julieta Drummond de Andrade nasceu em 04 de março de 1928, em Belo Horizonte (MG). Aos seis anos, mudou-se para o Rio de Janeiro. É conhecida a afinidade intelectual e de personalidade entre Maria Julieta e o pai, Carlos Drummond de Andrade. Iniciou carreira literária aos 17 anos, quando publicou a novela A busca, em 1946. Formada em Línguas Neolatinas pela Pontifícia Universidade Católica (PUC), desempenhou admirável trabalho a favor das letras brasileiras na Argentina. Lecionou literatura na Universidade de Buenos Aires (UBA) e foi diretora do Centro de Estudos Brasileiros. Promoveu o diálogo entre escritores brasileiros e argentinos, por meio de seminários, entrevistas, exposições e traduções para o espanhol. Seus textos, compostos com graça, boa dose de humor e marcados pela observação atenta do cotidiano, foram reunidos em duas antologias: Um buquê de alcachofras, de 1980, e O valor da vida, do ano seguinte. Para o público infantil, publicou, em 1986, Loló e o computador e, no ano seguinte, Gatos e pombos. Maria Julieta Drummond de Andrade faleceu em 05 de agosto de 1987, no Rio de Janeiro.
O Arquivo Carlos Drummond de Andrade chegou ao Instituto Moreira Salles em 2011, com organização feita pelo poeta, que, dotado de natural espírito arquivístico, separava seus papéis em dossiês por espécies documentais, assuntos e datas. Destaca-se a correspondência que manteve com seus familiares, principalmente com a mãe, além do conjunto de cartões-postais e as fichas onde catalogou seus livros e fez anotações de pesquisa.
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