Denominação do documento/obra/objeto:
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Augusto Boal (AB)
Walffy Magalhães Biserra
(Autoria)
Augusto Boal
(Destinatário)
(Autoria)
Augusto Boal
(Destinatário)
6 de dezembro de 2001
Detalhes
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Augusto Boal (AB)
Augusto Boal (AB) > Série Correspondência pessoal > -
6 de dezembro de 2001(Não)
Demonstração de apreço. Informações sobre a vida profissional. Relatos sobre situação do Centro de Observação Criminológica (SP). Pedido de doação de livros para biblioteca do COC. Comentários sobre o livro Hamlet e o filho do padeiro: memórias imaginadas, de Augusto Boal
; 2(folhas)
Hamlet e o filho do padeiro: memórias imaginadas, Caradiru, São Paulo - SP, 200 exercícios e jogos para o ator e o não ator com vontade de dizer através do teatro
Centro de Observação Criminológica (COC), atual Centro Hospitalar do Sistema Penitenciário (CHSP)
Dramaturgo e diretor de teatro carioca, participou do movimento de renovação da dramaturgia nacional iniciado pelo Teatro de Arena, de São Paulo, na década de 1960. Tornou-se mundialmente conhecido pelo Teatro do Oprimido, técnica desenvolvida por ele na década de 1970 com objetivo de promover a discussão de questões públicas, gerando o envolvimento da plateia. Autor de Revolução na América do Sul (1961) e Murro em ponta de faca (1978), dentre outras peças.
O Arquivo Augusto Boal chegou ao Instituto Moreira Salles em 2017, proveniente do Instituto Antonio Boal. Ainda em vida, Augusto Boal depositou seu acervo na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), em regime de comodato, onde permaneceu por dois anos. Em 2010, o Instituto Augusto Boal foi fundado com o objetivo de divulgar e dar continuidade à obra do dramaturgo. É formado de correspondência.
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