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Augusto Boal (AB)
Augusto Boal (AB) > Série Correspondência pessoal > -
Augusto Boal (Destinatário)
Uli
24 de janeiro de 1992(Não)
Considerações sobre estada no Rio de Janeiro. Referência a membros do Centro de Teatro do Oprimido (CTO). Informações sobre projeto teatral sobre o vírus HIV/Aids. Notícia sobre projeto de peça com crianças. Notícias sobre o Spectatulum, um centro de Teatro do Oprimido alemão. Notícia sobre interesse do Spectatulum em organizar workshops de Teatro Invisível na Alemanha
; 2(folhas)
Augsburgo - Alemanha, Rio de Janeiro - RJ, Hamburgo - Alemanha, Wiesbaden - Alemanha, Giessen - Alemanha
Há pessoas cujo nome citado está parcialmente identificado: Eugenie; Nicole; Claudette; Silvia; Valeria; Liko; Sabine; Peter; Karen; Ute.
Dramaturgo e diretor de teatro carioca, participou do movimento de renovação da dramaturgia nacional iniciado pelo Teatro de Arena, de São Paulo, na década de 1960. Tornou-se mundialmente conhecido pelo Teatro do Oprimido, técnica desenvolvida por ele na década de 1970 com objetivo de promover a discussão de questões públicas, gerando o envolvimento da plateia. Autor de Revolução na América do Sul (1961) e Murro em ponta de faca (1978), dentre outras peças.
O Arquivo Augusto Boal chegou ao Instituto Moreira Salles em 2017, proveniente do Instituto Antonio Boal. Ainda em vida, Augusto Boal depositou seu acervo na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), em regime de comodato, onde permaneceu por dois anos. Em 2010, o Instituto Augusto Boal foi fundado com o objetivo de divulgar e dar continuidade à obra do dramaturgo. É formado de correspondência.
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