Denominação do documento/obra/objeto: Bilhete
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Decio de Almeida Prado (DAP)
Jurandir Ferreira
(Autoria)
Decio de Almeida Prado
(Destinatário)
(Autoria)
Decio de Almeida Prado
(Destinatário)
10 de março de 1995
Detalhes
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Decio de Almeida Prado (DAP)
Decio de Almeida Prado (DAP) > Série Correspondência pessoal > -
Bilhete
10 de março de 1995(Não)
Votos de restabelecimento. Manifestação de descontentamento pela ausência de Decio de Almeida Prado em reunião dos conselheiros do Insituto Moreira Salles
23,1(altura) x 15,6(largura); 1(folhas)
Possui timbre: Jurandir Ferreira. Na primeira organização do arquivo, dada pelo IMS em 2005, esse documento integrou a subsérie Correspondência passiva com a notação DAP-C-CP-135.
presidente;Crítico teatral, ensaísta e professor, escreveu para os principais jornais de São Paulo, nos quais deixou excepcional contribuição para a história teatral brasileira. Decio de Almeida Prado nasceu em São Paulo (SP), em 14 de agosto de 1917. Foi um dos fundadores e editores da revista Clima, na qual teve desempenho importante como crítico de teatro, além de ter reunido em torno desse periódico toda uma geração que passou a ser chamada também de geração Clima. Morreu em São Paulo (SP), em 3 de fevereiro de 2000.
Crítico teatral desde meados da década de 1940 até fins dos anos 1960.;Walther Moreira Salles nasceu em Pouso Alegre (MG), em 28 de maio de 1912. Ainda jovem, foi enviado por seus pais para completar os estudos no Liceu Franco-Brasileiro, em São Paulo, ingressando posteriormente na Faculdade de Direito do Largo São Francisco. Dividia seu tempo entre os estudos na capital paulista e os negócios da família em Poços de Caldas (MG), onde seus pais, João Theotônio Moreira Salles e Lucrecia de Alcântara, se estabeleceram e fundaram, em 1919, a Moreira Salles & Cia., magazine típica da época nas cidades do interior, em que se vendia de tudo, de cristais e pratarias a secos e molhados.Em 1933, com apenas 21 anos, assumiu o comando do que viria a ser o embrião do Unibanco: a Casa Bancária Moreira Salles, fundada em 22 de junho de 1931 por seu pai. Em julho de 1940, a casa bancária fundiu-se a dois outros bancos do sul de Minas, a Casa Bancária de Botelhos e o Banco Machadense, ambos fundados em 1921, formando o maior banco privado de Minas Gerais à época, o Banco Moreira Salles (BMS). O BMS cresceu e abriu agências em quase todas as cidades da região e, posteriormente, em outros estados, incluindo o Rio de Janeiro, então capital federal. Mudou-se para o Rio de Janeiro e em 1948, foi convidado pelo então presidente Eurico Gaspar Dutra para assumir o cargo de diretor da Carteira de Crédito Geral do Banco do Brasil. Em 1951, convidado pelo presidente Getúlio Vargas, assumiu o cargo de diretor executivo da Superintendência da Moeda e do Crédito. Nos anos seguintes, viria a ocupar por duas vezes o posto de embaixador do Brasil em Washington, em 1952 e 1959, nas presidências de Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek, e, em 1961, seria nomeado embaixador especial do governo Jânio Quadros na missão financeira que resultou numa ampla renegociação da dívida externa brasileira. Seu último cargo público foi durante o governo parlamentarista de João Goulart, quando foi ministro da Fazenda. A partir daí, dedicou-se exclusivamente a suas duas paixões: o banco e as artes. Na década de 1940, participou da montagem do acervo do Museu de Arte de São Paulo (Masp), doando o Retrato de Suzanne Bloch, de Pablo Picasso, contribuindo na aquisição de obras de Rembrandt, Rafael e Velázquez, entre outros. Foi presidente do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-Rio), entre 1968 e 1974, e membro do Chairman’s Council do Museum of Modern Art (MoMA), em Nova York, de 1991 até sua morte. Em 1983, financiou a edição dos dois volumes de História geral da arte no Brasil, um abrangente estudo da história da arte no país, da pré-história até a década de 1980, editado por Walter Zanini. Em 1992, fundou o Instituto Moreira Salles. Após a morte de Walther Moreira Salles, em 27 de fevereiro de 2001, seus quatro filhos – Fernando, Pedro, Walther e João – mantiveram o legado do pai.
Crítico teatral desde meados da década de 1940 até fins dos anos 1960.;Walther Moreira Salles nasceu em Pouso Alegre (MG), em 28 de maio de 1912. Ainda jovem, foi enviado por seus pais para completar os estudos no Liceu Franco-Brasileiro, em São Paulo, ingressando posteriormente na Faculdade de Direito do Largo São Francisco. Dividia seu tempo entre os estudos na capital paulista e os negócios da família em Poços de Caldas (MG), onde seus pais, João Theotônio Moreira Salles e Lucrecia de Alcântara, se estabeleceram e fundaram, em 1919, a Moreira Salles & Cia., magazine típica da época nas cidades do interior, em que se vendia de tudo, de cristais e pratarias a secos e molhados.Em 1933, com apenas 21 anos, assumiu o comando do que viria a ser o embrião do Unibanco: a Casa Bancária Moreira Salles, fundada em 22 de junho de 1931 por seu pai. Em julho de 1940, a casa bancária fundiu-se a dois outros bancos do sul de Minas, a Casa Bancária de Botelhos e o Banco Machadense, ambos fundados em 1921, formando o maior banco privado de Minas Gerais à época, o Banco Moreira Salles (BMS). O BMS cresceu e abriu agências em quase todas as cidades da região e, posteriormente, em outros estados, incluindo o Rio de Janeiro, então capital federal. Mudou-se para o Rio de Janeiro e em 1948, foi convidado pelo então presidente Eurico Gaspar Dutra para assumir o cargo de diretor da Carteira de Crédito Geral do Banco do Brasil. Em 1951, convidado pelo presidente Getúlio Vargas, assumiu o cargo de diretor executivo da Superintendência da Moeda e do Crédito. Nos anos seguintes, viria a ocupar por duas vezes o posto de embaixador do Brasil em Washington, em 1952 e 1959, nas presidências de Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek, e, em 1961, seria nomeado embaixador especial do governo Jânio Quadros na missão financeira que resultou numa ampla renegociação da dívida externa brasileira. Seu último cargo público foi durante o governo parlamentarista de João Goulart, quando foi ministro da Fazenda. A partir daí, dedicou-se exclusivamente a suas duas paixões: o banco e as artes. Na década de 1940, participou da montagem do acervo do Museu de Arte de São Paulo (Masp), doando o Retrato de Suzanne Bloch, de Pablo Picasso, contribuindo na aquisição de obras de Rembrandt, Rafael e Velázquez, entre outros. Foi presidente do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-Rio), entre 1968 e 1974, e membro do Chairman’s Council do Museum of Modern Art (MoMA), em Nova York, de 1991 até sua morte. Em 1983, financiou a edição dos dois volumes de História geral da arte no Brasil, um abrangente estudo da história da arte no país, da pré-história até a década de 1980, editado por Walter Zanini. Em 1992, fundou o Instituto Moreira Salles. Após a morte de Walther Moreira Salles, em 27 de fevereiro de 2001, seus quatro filhos – Fernando, Pedro, Walther e João – mantiveram o legado do pai.
O Arquivo Decio de Almeida Prado chegou ao Instituto Moreira Salles em 2000. É formado de textos do autor, correspondência, recortes de jornais e de revistas, fotografias, partituras e apensos.
O IMS não detém os direitos patrimoniais de autor e os direitos de uso de imagem do(s) retratado(s) nos documentos deste arquivo.
