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Modelo posando com jóias criadas pelos irmãos Haroldo e Roberto Burle Marx
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Modelo posando com jóias criadas pelos irmãos Haroldo e Roberto Burle Marx
O responsável pela lapidação das pedras e confecção das jóias de Roberto Burle que deu os primeiros passos na joalheria por volta de 1950, era seu irmão caçula, o gemólogo Haroldo Burle Marx, considerado ainda hoje um vanguardista na joalheria mundial. Foi Haroldo, por exemplo, quem desenvolveu a lapidação conhecida como "forma livre", característica das peças da dupla, em que as pedras são cortadas como esculturas de formas orgânicas em vez do corte comum em facetas. As peças da dupla eram vendidas em uma loja em Copacabana, no Rio de Janeiro, na Rua Rodolfo Dantas, próxima ao Copacabana Palace, e chegaram a ser desfiladas em Paris, nas escadarias do Louvre, a convite do próprio museu. Roberto Burle Marx desenhou entre 2 mil e 3 mil joias — o número não é exato —, todas únicas, jamais duplicadas.
Marcel Gautherot
circa 1960

Modelo posando com jóias criadas pelos irmãos Haroldo e Roberto Burle Marx
Archive/Collection: Marcel Gautherot
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Modelo posando com jóias criadas pelos irmãos Haroldo e Roberto Burle Marx
O responsável pela lapidação das pedras e confecção das jóias de Roberto Burle que deu os primeiros passos na joalheria por volta de 1950, era seu irmão caçula, o gemólogo Haroldo Burle Marx, considerado ainda hoje um vanguardista na joalheria mundial. Foi Haroldo, por exemplo, quem desenvolveu a lapidação conhecida como "forma livre", característica das peças da dupla, em que as pedras são cortadas como esculturas de formas orgânicas em vez do corte comum em facetas. As peças da dupla eram vendidas em uma loja em Copacabana, no Rio de Janeiro, na Rua Rodolfo Dantas, próxima ao Copacabana Palace, e chegaram a ser desfiladas em Paris, nas escadarias do Louvre, a convite do próprio museu. Roberto Burle Marx desenhou entre 2 mil e 3 mil joias — o número não é exato —, todas únicas, jamais duplicadas.
Marcel Gautherot
circa 1960

Modelo posando com jóias criadas pelos irmãos Haroldo e Roberto Burle Marx
Archive/Collection: Marcel Gautherot
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Modelo posando com jóias criadas pelos irmãos Haroldo e Roberto Burle Marx
O responsável pela lapidação das pedras e confecção das jóias de Roberto Burle que deu os primeiros passos na joalheria por volta de 1950, era seu irmão caçula, o gemólogo Haroldo Burle Marx, considerado ainda hoje um vanguardista na joalheria mundial. Foi Haroldo, por exemplo, quem desenvolveu a lapidação conhecida como "forma livre", característica das peças da dupla, em que as pedras são cortadas como esculturas de formas orgânicas em vez do corte comum em facetas. As peças da dupla eram vendidas em uma loja em Copacabana, no Rio de Janeiro, na Rua Rodolfo Dantas, próxima ao Copacabana Palace, e chegaram a ser desfiladas em Paris, nas escadarias do Louvre, a convite do próprio museu. Roberto Burle Marx desenhou entre 2 mil e 3 mil joias — o número não é exato —, todas únicas, jamais duplicadas.
Marcel Gautherot
circa 1960

Modelo posando com jóias criadas pelos irmãos Haroldo e Roberto Burle Marx
Archive/Collection: Marcel Gautherot
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Modelo posando com jóias criadas pelos irmãos Haroldo e Roberto Burle Marx
O responsável pela lapidação das pedras e confecção das jóias de Roberto Burle que deu os primeiros passos na joalheria por volta de 1950, era seu irmão caçula, o gemólogo Haroldo Burle Marx, considerado ainda hoje um vanguardista na joalheria mundial. Foi Haroldo, por exemplo, quem desenvolveu a lapidação conhecida como "forma livre", característica das peças da dupla, em que as pedras são cortadas como esculturas de formas orgânicas em vez do corte comum em facetas. As peças da dupla eram vendidas em uma loja em Copacabana, no Rio de Janeiro, na Rua Rodolfo Dantas, próxima ao Copacabana Palace, e chegaram a ser desfiladas em Paris, nas escadarias do Louvre, a convite do próprio museu. Roberto Burle Marx desenhou entre 2 mil e 3 mil joias — o número não é exato —, todas únicas, jamais duplicadas.
Marcel Gautherot
circa 1960

Modelo posando com jóias criadas pelos irmãos Haroldo e Roberto Burle Marx
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Modelo posando com jóias criadas pelos irmãos Haroldo e Roberto Burle Marx
O responsável pela lapidação das pedras e confecção das jóias de Roberto Burle que deu os primeiros passos na joalheria por volta de 1950, era seu irmão caçula, o gemólogo Haroldo Burle Marx, considerado ainda hoje um vanguardista na joalheria mundial. Foi Haroldo, por exemplo, quem desenvolveu a lapidação conhecida como "forma livre", característica das peças da dupla, em que as pedras são cortadas como esculturas de formas orgânicas em vez do corte comum em facetas. As peças da dupla eram vendidas em uma loja em Copacabana, no Rio de Janeiro, na Rua Rodolfo Dantas, próxima ao Copacabana Palace, e chegaram a ser desfiladas em Paris, nas escadarias do Louvre, a convite do próprio museu. Roberto Burle Marx desenhou entre 2 mil e 3 mil joias — o número não é exato —, todas únicas, jamais duplicadas.
Marcel Gautherot
circa 1960

Modelo posando com jóias criadas pelos irmãos Haroldo e Roberto Burle Marx
Archive/Collection: Marcel Gautherot
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Modelo posando com jóias criadas pelos irmãos Haroldo e Roberto Burle Marx
O responsável pela lapidação das pedras e confecção das jóias de Roberto Burle que deu os primeiros passos na joalheria por volta de 1950, era seu irmão caçula, o gemólogo Haroldo Burle Marx, considerado ainda hoje um vanguardista na joalheria mundial. Foi Haroldo, por exemplo, quem desenvolveu a lapidação conhecida como "forma livre", característica das peças da dupla, em que as pedras são cortadas como esculturas de formas orgânicas em vez do corte comum em facetas. As peças da dupla eram vendidas em uma loja em Copacabana, no Rio de Janeiro, na Rua Rodolfo Dantas, próxima ao Copacabana Palace, e chegaram a ser desfiladas em Paris, nas escadarias do Louvre, a convite do próprio museu. Roberto Burle Marx desenhou entre 2 mil e 3 mil joias — o número não é exato —, todas únicas, jamais duplicadas.
Marcel Gautherot
circa 1960

Modelo posando com jóias criadas pelos irmãos Haroldo e Roberto Burle Marx
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Modelo posando com jóias criadas pelos irmãos Haroldo e Roberto Burle Marx
O responsável pela lapidação das pedras e confecção das jóias de Roberto Burle que deu os primeiros passos na joalheria por volta de 1950, era seu irmão caçula, o gemólogo Haroldo Burle Marx, considerado ainda hoje um vanguardista na joalheria mundial. Foi Haroldo, por exemplo, quem desenvolveu a lapidação conhecida como "forma livre", característica das peças da dupla, em que as pedras são cortadas como esculturas de formas orgânicas em vez do corte comum em facetas. As peças da dupla eram vendidas em uma loja em Copacabana, no Rio de Janeiro, na Rua Rodolfo Dantas, próxima ao Copacabana Palace, e chegaram a ser desfiladas em Paris, nas escadarias do Louvre, a convite do próprio museu. Roberto Burle Marx desenhou entre 2 mil e 3 mil joias — o número não é exato —, todas únicas, jamais duplicadas.
Marcel Gautherot
circa 1960

Modelo posando com jóias criadas pelos irmãos Haroldo e Roberto Burle Marx
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RENI23084.jpg
Modelo posando com jóias criadas pelos irmãos Haroldo e Roberto Burle Marx
O responsável pela lapidação das pedras e confecção das jóias de Roberto Burle que deu os primeiros passos na joalheria por volta de 1950, era seu irmão caçula, o gemólogo Haroldo Burle Marx, considerado ainda hoje um vanguardista na joalheria mundial. Foi Haroldo, por exemplo, quem desenvolveu a lapidação conhecida como "forma livre", característica das peças da dupla, em que as pedras são cortadas como esculturas de formas orgânicas em vez do corte comum em facetas. As peças da dupla eram vendidas em uma loja em Copacabana, no Rio de Janeiro, na Rua Rodolfo Dantas, próxima ao Copacabana Palace, e chegaram a ser desfiladas em Paris, nas escadarias do Louvre, a convite do próprio museu. Roberto Burle Marx desenhou entre 2 mil e 3 mil joias — o número não é exato —, todas únicas, jamais duplicadas.
Marcel Gautherot
circa 1960

Modelo posando com jóias criadas pelos irmãos Haroldo e Roberto Burle Marx
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010RENI23084_1.jpg
Modelo posando com jóias criadas pelos irmãos Haroldo e Roberto Burle Marx
O responsável pela lapidação das pedras e confecção das jóias de Roberto Burle que deu os primeiros passos na joalheria por volta de 1950, era seu irmão caçula, o gemólogo Haroldo Burle Marx, considerado ainda hoje um vanguardista na joalheria mundial. Foi Haroldo, por exemplo, quem desenvolveu a lapidação conhecida como "forma livre", característica das peças da dupla, em que as pedras são cortadas como esculturas de formas orgânicas em vez do corte comum em facetas. As peças da dupla eram vendidas em uma loja em Copacabana, no Rio de Janeiro, na Rua Rodolfo Dantas, próxima ao Copacabana Palace, e chegaram a ser desfiladas em Paris, nas escadarias do Louvre, a convite do próprio museu. Roberto Burle Marx desenhou entre 2 mil e 3 mil joias — o número não é exato —, todas únicas, jamais duplicadas.
Marcel Gautherot
circa 1960