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Usina Central Barreiros
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Usina Central Barreiros
A cana-de-açúcar é plantada na zona da mata de Pernambuco, na chamada zona canavieira há quase 5 séculos. A área cultivada tem cerca de 12 mil km2, fica situada próxima ao Oceano Atlântico, possui solos ricos para a agricultura, onde não há ameaças de secas e os rios são perenes. Em 1929, a Usina Central Barreiros possuía vinte propriedades agrícolas, 28 quilômetros de ferrovia, quatro locomotivas e cinqüenta vagões. O transporte da cana e da lenha era feito pela via férrea e caminhões e o do açúcar e do álcool por via marítima. Durante a época da moagem trabalhavam na fábrica cerca de 180 operários. Toda a maquinaria da usina, com estrutura metálica, foi adquirida na Holanda. Comentava-se que era a usina mais moderna e eficiente da época. Tinha capacidade para trabalhar 500 toneladas de cana e fabricar 3.000 litros de álcool. A exploração das terras era feita por arrendamento e administração direta da fábrica. Com a morte de Estácio Coimbra, em 1937, a usina passou, por herança, para João Coimbra, Jaime Coimbra e outros irmãos que a administraram até ser adquirida pelo Grupo Carlos de Brito, da fábrica de doce Peixe, de Pesqueira. Na década de 1950, a usina atingiu a produção anual de 650 mil sacos de açúcar de 60 quilos. De propriedade do Grupo Othon Bezerra de Melo, a Usina Central Barreiros faliu em 1999, quando inha cerca de 5.000 trabalhadores, 20 hectares de terra e era a principal fonte de emprego e renda da região.
Marcel Gautherot
Barreiros
circa 1958

Usina Central Barreiros
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Usina Central Barreiros
A cana-de-açúcar é plantada na zona da mata de Pernambuco, na chamada zona canavieira há quase 5 séculos. A área cultivada tem cerca de 12 mil km2, fica situada próxima ao Oceano Atlântico, possui solos ricos para a agricultura, onde não há ameaças de secas e os rios são perenes. Em 1929, a Usina Central Barreiros possuía vinte propriedades agrícolas, 28 quilômetros de ferrovia, quatro locomotivas e cinqüenta vagões. O transporte da cana e da lenha era feito pela via férrea e caminhões e o do açúcar e do álcool por via marítima. Durante a época da moagem trabalhavam na fábrica cerca de 180 operários. Toda a maquinaria da usina, com estrutura metálica, foi adquirida na Holanda. Comentava-se que era a usina mais moderna e eficiente da época. Tinha capacidade para trabalhar 500 toneladas de cana e fabricar 3.000 litros de álcool. A exploração das terras era feita por arrendamento e administração direta da fábrica. Com a morte de Estácio Coimbra, em 1937, a usina passou, por herança, para João Coimbra, Jaime Coimbra e outros irmãos que a administraram até ser adquirida pelo Grupo Carlos de Brito, da fábrica de doce Peixe, de Pesqueira. Na década de 1950, a usina atingiu a produção anual de 650 mil sacos de açúcar de 60 quilos. De propriedade do Grupo Othon Bezerra de Melo, a Usina Central Barreiros faliu em 1999, quando inha cerca de 5.000 trabalhadores, 20 hectares de terra e era a principal fonte de emprego e renda da região.
Marcel Gautherot
Barreiros
circa 1958

Usina Central Barreiros
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Usina Central Barreiros
A cana-de-açúcar é plantada na zona da mata de Pernambuco, na chamada zona canavieira há quase 5 séculos. A área cultivada tem cerca de 12 mil km2, fica situada próxima ao Oceano Atlântico, possui solos ricos para a agricultura, onde não há ameaças de secas e os rios são perenes. Em 1929, a Usina Central Barreiros possuía vinte propriedades agrícolas, 28 quilômetros de ferrovia, quatro locomotivas e cinqüenta vagões. O transporte da cana e da lenha era feito pela via férrea e caminhões e o do açúcar e do álcool por via marítima. Durante a época da moagem trabalhavam na fábrica cerca de 180 operários. Toda a maquinaria da usina, com estrutura metálica, foi adquirida na Holanda. Comentava-se que era a usina mais moderna e eficiente da época. Tinha capacidade para trabalhar 500 toneladas de cana e fabricar 3.000 litros de álcool. A exploração das terras era feita por arrendamento e administração direta da fábrica. Com a morte de Estácio Coimbra, em 1937, a usina passou, por herança, para João Coimbra, Jaime Coimbra e outros irmãos que a administraram até ser adquirida pelo Grupo Carlos de Brito, da fábrica de doce Peixe, de Pesqueira. Na década de 1950, a usina atingiu a produção anual de 650 mil sacos de açúcar de 60 quilos. De propriedade do Grupo Othon Bezerra de Melo, a Usina Central Barreiros faliu em 1999, quando inha cerca de 5.000 trabalhadores, 20 hectares de terra e era a principal fonte de emprego e renda da região.
Marcel Gautherot
Barreiros
circa 1958

Usina Central Barreiros
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Usina Central Barreiros
A cana-de-açúcar é plantada na zona da mata de Pernambuco, na chamada zona canavieira há quase 5 séculos. A área cultivada tem cerca de 12 mil km2, fica situada próxima ao Oceano Atlântico, possui solos ricos para a agricultura, onde não há ameaças de secas e os rios são perenes. Em 1929, a Usina Central Barreiros possuía vinte propriedades agrícolas, 28 quilômetros de ferrovia, quatro locomotivas e cinqüenta vagões. O transporte da cana e da lenha era feito pela via férrea e caminhões e o do açúcar e do álcool por via marítima. Durante a época da moagem trabalhavam na fábrica cerca de 180 operários. Toda a maquinaria da usina, com estrutura metálica, foi adquirida na Holanda. Comentava-se que era a usina mais moderna e eficiente da época. Tinha capacidade para trabalhar 500 toneladas de cana e fabricar 3.000 litros de álcool. A exploração das terras era feita por arrendamento e administração direta da fábrica. Com a morte de Estácio Coimbra, em 1937, a usina passou, por herança, para João Coimbra, Jaime Coimbra e outros irmãos que a administraram até ser adquirida pelo Grupo Carlos de Brito, da fábrica de doce Peixe, de Pesqueira. Na década de 1950, a usina atingiu a produção anual de 650 mil sacos de açúcar de 60 quilos. De propriedade do Grupo Othon Bezerra de Melo, a Usina Central Barreiros faliu em 1999, quando inha cerca de 5.000 trabalhadores, 20 hectares de terra e era a principal fonte de emprego e renda da região.
Marcel Gautherot
Barreiros
circa 1958

Usina Central Barreiros
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010PEAC17467.jpg
Usina Central Barreiros
A cana-de-açúcar é plantada na zona da mata de Pernambuco, na chamada zona canavieira há quase 5 séculos. A área cultivada tem cerca de 12 mil km2, fica situada próxima ao Oceano Atlântico, possui solos ricos para a agricultura, onde não há ameaças de secas e os rios são perenes. Em 1929, a Usina Central Barreiros possuía vinte propriedades agrícolas, 28 quilômetros de ferrovia, quatro locomotivas e cinqüenta vagões. O transporte da cana e da lenha era feito pela via férrea e caminhões e o do açúcar e do álcool por via marítima. Durante a época da moagem trabalhavam na fábrica cerca de 180 operários. Toda a maquinaria da usina, com estrutura metálica, foi adquirida na Holanda. Comentava-se que era a usina mais moderna e eficiente da época. Tinha capacidade para trabalhar 500 toneladas de cana e fabricar 3.000 litros de álcool. A exploração das terras era feita por arrendamento e administração direta da fábrica. Com a morte de Estácio Coimbra, em 1937, a usina passou, por herança, para João Coimbra, Jaime Coimbra e outros irmãos que a administraram até ser adquirida pelo Grupo Carlos de Brito, da fábrica de doce Peixe, de Pesqueira. Na década de 1950, a usina atingiu a produção anual de 650 mil sacos de açúcar de 60 quilos. De propriedade do Grupo Othon Bezerra de Melo, a Usina Central Barreiros faliu em 1999, quando inha cerca de 5.000 trabalhadores, 20 hectares de terra e era a principal fonte de emprego e renda da região.
Marcel Gautherot
Barreiros
circa 1958

Usina Central Barreiros
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010PEAC17468.jpg
Usina Central Barreiros
A cana-de-açúcar é plantada na zona da mata de Pernambuco, na chamada zona canavieira há quase 5 séculos. A área cultivada tem cerca de 12 mil km2, fica situada próxima ao Oceano Atlântico, possui solos ricos para a agricultura, onde não há ameaças de secas e os rios são perenes. Em 1929, a Usina Central Barreiros possuía vinte propriedades agrícolas, 28 quilômetros de ferrovia, quatro locomotivas e cinqüenta vagões. O transporte da cana e da lenha era feito pela via férrea e caminhões e o do açúcar e do álcool por via marítima. Durante a época da moagem trabalhavam na fábrica cerca de 180 operários. Toda a maquinaria da usina, com estrutura metálica, foi adquirida na Holanda. Comentava-se que era a usina mais moderna e eficiente da época. Tinha capacidade para trabalhar 500 toneladas de cana e fabricar 3.000 litros de álcool. A exploração das terras era feita por arrendamento e administração direta da fábrica. Com a morte de Estácio Coimbra, em 1937, a usina passou, por herança, para João Coimbra, Jaime Coimbra e outros irmãos que a administraram até ser adquirida pelo Grupo Carlos de Brito, da fábrica de doce Peixe, de Pesqueira. Na década de 1950, a usina atingiu a produção anual de 650 mil sacos de açúcar de 60 quilos. De propriedade do Grupo Othon Bezerra de Melo, a Usina Central Barreiros faliu em 1999, quando inha cerca de 5.000 trabalhadores, 20 hectares de terra e era a principal fonte de emprego e renda da região.
Marcel Gautherot
Barreiros
circa 1958

Usina Central Barreiros
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010PEAC17469.jpg
Usina Central Barreiros
A cana-de-açúcar é plantada na zona da mata de Pernambuco, na chamada zona canavieira há quase 5 séculos. A área cultivada tem cerca de 12 mil km2, fica situada próxima ao Oceano Atlântico, possui solos ricos para a agricultura, onde não há ameaças de secas e os rios são perenes. Em 1929, a Usina Central Barreiros possuía vinte propriedades agrícolas, 28 quilômetros de ferrovia, quatro locomotivas e cinqüenta vagões. O transporte da cana e da lenha era feito pela via férrea e caminhões e o do açúcar e do álcool por via marítima. Durante a época da moagem trabalhavam na fábrica cerca de 180 operários. Toda a maquinaria da usina, com estrutura metálica, foi adquirida na Holanda. Comentava-se que era a usina mais moderna e eficiente da época. Tinha capacidade para trabalhar 500 toneladas de cana e fabricar 3.000 litros de álcool. A exploração das terras era feita por arrendamento e administração direta da fábrica. Com a morte de Estácio Coimbra, em 1937, a usina passou, por herança, para João Coimbra, Jaime Coimbra e outros irmãos que a administraram até ser adquirida pelo Grupo Carlos de Brito, da fábrica de doce Peixe, de Pesqueira. Na década de 1950, a usina atingiu a produção anual de 650 mil sacos de açúcar de 60 quilos. De propriedade do Grupo Othon Bezerra de Melo, a Usina Central Barreiros faliu em 1999, quando inha cerca de 5.000 trabalhadores, 20 hectares de terra e era a principal fonte de emprego e renda da região.
Marcel Gautherot
Barreiros
circa 1958

Usina Central Barreiros
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010PEAC17470.jpg
Usina Central Barreiros
A cana-de-açúcar é plantada na zona da mata de Pernambuco, na chamada zona canavieira há quase 5 séculos. A área cultivada tem cerca de 12 mil km2, fica situada próxima ao Oceano Atlântico, possui solos ricos para a agricultura, onde não há ameaças de secas e os rios são perenes. Em 1929, a Usina Central Barreiros possuía vinte propriedades agrícolas, 28 quilômetros de ferrovia, quatro locomotivas e cinqüenta vagões. O transporte da cana e da lenha era feito pela via férrea e caminhões e o do açúcar e do álcool por via marítima. Durante a época da moagem trabalhavam na fábrica cerca de 180 operários. Toda a maquinaria da usina, com estrutura metálica, foi adquirida na Holanda. Comentava-se que era a usina mais moderna e eficiente da época. Tinha capacidade para trabalhar 500 toneladas de cana e fabricar 3.000 litros de álcool. A exploração das terras era feita por arrendamento e administração direta da fábrica. Com a morte de Estácio Coimbra, em 1937, a usina passou, por herança, para João Coimbra, Jaime Coimbra e outros irmãos que a administraram até ser adquirida pelo Grupo Carlos de Brito, da fábrica de doce Peixe, de Pesqueira. Na década de 1950, a usina atingiu a produção anual de 650 mil sacos de açúcar de 60 quilos. De propriedade do Grupo Othon Bezerra de Melo, a Usina Central Barreiros faliu em 1999, quando inha cerca de 5.000 trabalhadores, 20 hectares de terra e era a principal fonte de emprego e renda da região.
Marcel Gautherot
Barreiros
circa 1958

Usina Central Barreiros
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010PEAC17471.jpg
Usina Central Barreiros
A cana-de-açúcar é plantada na zona da mata de Pernambuco, na chamada zona canavieira há quase 5 séculos. A área cultivada tem cerca de 12 mil km2, fica situada próxima ao Oceano Atlântico, possui solos ricos para a agricultura, onde não há ameaças de secas e os rios são perenes. Em 1929, a Usina Central Barreiros possuía vinte propriedades agrícolas, 28 quilômetros de ferrovia, quatro locomotivas e cinqüenta vagões. O transporte da cana e da lenha era feito pela via férrea e caminhões e o do açúcar e do álcool por via marítima. Durante a época da moagem trabalhavam na fábrica cerca de 180 operários. Toda a maquinaria da usina, com estrutura metálica, foi adquirida na Holanda. Comentava-se que era a usina mais moderna e eficiente da época. Tinha capacidade para trabalhar 500 toneladas de cana e fabricar 3.000 litros de álcool. A exploração das terras era feita por arrendamento e administração direta da fábrica. Com a morte de Estácio Coimbra, em 1937, a usina passou, por herança, para João Coimbra, Jaime Coimbra e outros irmãos que a administraram até ser adquirida pelo Grupo Carlos de Brito, da fábrica de doce Peixe, de Pesqueira. Na década de 1950, a usina atingiu a produção anual de 650 mil sacos de açúcar de 60 quilos. De propriedade do Grupo Othon Bezerra de Melo, a Usina Central Barreiros faliu em 1999, quando inha cerca de 5.000 trabalhadores, 20 hectares de terra e era a principal fonte de emprego e renda da região.
Marcel Gautherot
Barreiros
circa 1958