Nem todos os documentos, obras e objetos estão disponíveis para licenciamento ou empréstimo.

Visualizar por
Funeral de Bernardo Sayão
Archive/Collection: Marcel Gautherot
010DFOG19720-19731.jpg
Funeral de Bernardo Sayão
Em 1958, Bernardo Sayão foi encarregado por Juscelino Kubitschek de construir a estrada Transbrasiliana (a Belém-Brasília). Crendo que a construção de Brasília já se encontrava bem encaminhada, Sayão aceita dirigir pessoalmente as obras da rodovia. Em 15 de janeiro de 1959, ocorre um terrível acidente: uma árvore derrubada, na abertura da estrada, cai sobre a barraca onde estava Sayão, que é gravemente ferido. Ele morre no mesmo dia, dentro do helicóptero que o levava em busca de socorro médico. Ironicamente, Sayão acabou sendo o pioneiro do cemitério de Brasília (hoje Campo da Esperança). Em sua homenagem, a Belém-Brasília recebeu o nome oficial de Rodovia Bernardo Sayão.
Marcel Gautherot
Rodovia Bernardo Sayão
17 de janeiro de 1959

Funeral do engenheiro Bernardo Sayão
Archive/Collection: Marcel Gautherot
010DFOG19720.jpg
Funeral do engenheiro Bernardo Sayão
Em 1958, Bernardo Sayão foi encarregado por Juscelino Kubitschek de construir a estrada Transbrasiliana (a Belém-Brasília). Crendo que a construção de Brasília já se encontrava bem encaminhada, Sayão aceita dirigir pessoalmente as obras da rodovia. Em 15 de janeiro de 1959, ocorre um terrível acidente: uma árvore derrubada, na abertura da estrada, cai sobre a barraca onde estava Sayão, que é gravemente ferido. Ele morre no mesmo dia, dentro do helicóptero que o levava em busca de socorro médico. Ironicamente, Sayão acabou sendo o pioneiro do cemitério de Brasília (hoje Campo da Esperança). Em sua homenagem, a Belém-Brasília recebeu o nome oficial de Rodovia Bernardo Sayão.
Marcel Gautherot
Rodovia Bernardo Sayão
17 de janeiro de 1959

Funeral do engenheiro Bernardo Sayão
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010DFOG19721.jpg
Funeral do engenheiro Bernardo Sayão
Em 1958, Bernardo Sayão foi encarregado por Juscelino Kubitschek de construir a estrada Transbrasiliana (a Belém-Brasília). Crendo que a construção de Brasília já se encontrava bem encaminhada, Sayão aceita dirigir pessoalmente as obras da rodovia. Em 15 de janeiro de 1959, ocorre um terrível acidente: uma árvore derrubada, na abertura da estrada, cai sobre a barraca onde estava Sayão, que é gravemente ferido. Ele morre no mesmo dia, dentro do helicóptero que o levava em busca de socorro médico. Ironicamente, Sayão acabou sendo o pioneiro do cemitério de Brasília (hoje Campo da Esperança). Em sua homenagem, a Belém-Brasília recebeu o nome oficial de Rodovia Bernardo Sayão.
Marcel Gautherot
Rodovia Bernardo Sayão
17 de janeiro de 1959

Funeral do engenheiro Bernardo Sayão
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010DFOG19722.jpg
Funeral do engenheiro Bernardo Sayão
Em 1958, Bernardo Sayão foi encarregado por Juscelino Kubitschek de construir a estrada Transbrasiliana (a Belém-Brasília). Crendo que a construção de Brasília já se encontrava bem encaminhada, Sayão aceita dirigir pessoalmente as obras da rodovia. Em 15 de janeiro de 1959, ocorre um terrível acidente: uma árvore derrubada, na abertura da estrada, cai sobre a barraca onde estava Sayão, que é gravemente ferido. Ele morre no mesmo dia, dentro do helicóptero que o levava em busca de socorro médico. Ironicamente, Sayão acabou sendo o pioneiro do cemitério de Brasília (hoje Campo da Esperança). Em sua homenagem, a Belém-Brasília recebeu o nome oficial de Rodovia Bernardo Sayão.
Marcel Gautherot
Rodovia Bernardo Sayão
17 de janeiro de 1959

Funeral do engenheiro Bernardo Sayão
Archive/Collection: Marcel Gautherot
010DFOG19723.jpg
Funeral do engenheiro Bernardo Sayão
Em 1958, Bernardo Sayão foi encarregado por Juscelino Kubitschek de construir a estrada Transbrasiliana (a Belém-Brasília). Crendo que a construção de Brasília já se encontrava bem encaminhada, Sayão aceita dirigir pessoalmente as obras da rodovia. Em 15 de janeiro de 1959, ocorre um terrível acidente: uma árvore derrubada, na abertura da estrada, cai sobre a barraca onde estava Sayão, que é gravemente ferido. Ele morre no mesmo dia, dentro do helicóptero que o levava em busca de socorro médico. Ironicamente, Sayão acabou sendo o pioneiro do cemitério de Brasília (hoje Campo da Esperança). Em sua homenagem, a Belém-Brasília recebeu o nome oficial de Rodovia Bernardo Sayão.
Marcel Gautherot
Rodovia Bernardo Sayão
17 de janeiro de 1959

Funeral do engenheiro Bernardo Sayão
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010DFOG19724.jpg
Funeral do engenheiro Bernardo Sayão
Em 1958, Bernardo Sayão foi encarregado por Juscelino Kubitschek de construir a estrada Transbrasiliana (a Belém-Brasília). Crendo que a construção de Brasília já se encontrava bem encaminhada, Sayão aceita dirigir pessoalmente as obras da rodovia. Em 15 de janeiro de 1959, ocorre um terrível acidente: uma árvore derrubada, na abertura da estrada, cai sobre a barraca onde estava Sayão, que é gravemente ferido. Ele morre no mesmo dia, dentro do helicóptero que o levava em busca de socorro médico. Ironicamente, Sayão acabou sendo o pioneiro do cemitério de Brasília (hoje Campo da Esperança). Em sua homenagem, a Belém-Brasília recebeu o nome oficial de Rodovia Bernardo Sayão.
Marcel Gautherot
Rodovia Bernardo Sayão
17 de janeiro de 1959

Funeral do engenheiro Bernardo Sayão
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010DFOG19725.jpg
Funeral do engenheiro Bernardo Sayão
Em 1958, Bernardo Sayão foi encarregado por Juscelino Kubitschek de construir a estrada Transbrasiliana (a Belém-Brasília). Crendo que a construção de Brasília já se encontrava bem encaminhada, Sayão aceita dirigir pessoalmente as obras da rodovia. Em 15 de janeiro de 1959, ocorre um terrível acidente: uma árvore derrubada, na abertura da estrada, cai sobre a barraca onde estava Sayão, que é gravemente ferido. Ele morre no mesmo dia, dentro do helicóptero que o levava em busca de socorro médico. Ironicamente, Sayão acabou sendo o pioneiro do cemitério de Brasília (hoje Campo da Esperança). Em sua homenagem, a Belém-Brasília recebeu o nome oficial de Rodovia Bernardo Sayão.
Marcel Gautherot
Rodovia Bernardo Sayão
17 de janeiro de 1959

Funeral do engenheiro Bernardo Sayão
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010DFOG19726.jpg
Funeral do engenheiro Bernardo Sayão
Em 1958, Bernardo Sayão foi encarregado por Juscelino Kubitschek de construir a estrada Transbrasiliana (a Belém-Brasília). Crendo que a construção de Brasília já se encontrava bem encaminhada, Sayão aceita dirigir pessoalmente as obras da rodovia. Em 15 de janeiro de 1959, ocorre um terrível acidente: uma árvore derrubada, na abertura da estrada, cai sobre a barraca onde estava Sayão, que é gravemente ferido. Ele morre no mesmo dia, dentro do helicóptero que o levava em busca de socorro médico. Ironicamente, Sayão acabou sendo o pioneiro do cemitério de Brasília (hoje Campo da Esperança). Em sua homenagem, a Belém-Brasília recebeu o nome oficial de Rodovia Bernardo Sayão.
Marcel Gautherot
Rodovia Bernardo Sayão
17 de janeiro de 1959

Funeral do engenheiro Bernardo Sayão
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010DFOG19727.jpg
Funeral do engenheiro Bernardo Sayão
Em 1958, Bernardo Sayão foi encarregado por Juscelino Kubitschek de construir a estrada Transbrasiliana (a Belém-Brasília). Crendo que a construção de Brasília já se encontrava bem encaminhada, Sayão aceita dirigir pessoalmente as obras da rodovia. Em 15 de janeiro de 1959, ocorre um terrível acidente: uma árvore derrubada, na abertura da estrada, cai sobre a barraca onde estava Sayão, que é gravemente ferido. Ele morre no mesmo dia, dentro do helicóptero que o levava em busca de socorro médico. Ironicamente, Sayão acabou sendo o pioneiro do cemitério de Brasília (hoje Campo da Esperança). Em sua homenagem, a Belém-Brasília recebeu o nome oficial de Rodovia Bernardo Sayão.
Marcel Gautherot
Rodovia Bernardo Sayão
17 de janeiro de 1959