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Getúlio Vargas e Café Filho (reprodução de periódico)
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Getúlio Vargas e Café Filho (reprodução de periódico)
Reprodução da página 7 do “Jornal do Brasil” de 26/08/1954, com a manchete “A madrugada trágica de 24 de agosto e a marcha dos acontecimentos”, sobre o suicídio de Getúlio Vargas. O jornal publica uma foto de Getúlio Vargas, outra do vice-presidente Café Filho e duas do velório. Getúlio Vargas [Getúlio Dornelles Vargas] (São Borja, RS, 19/04/1882 - Rio de Janeiro, 24/08/1954): político e advogado. Presidente do Brasil entre 1930 e 1945 (tendo instituído, em 1937, a ditadura do Estado Novo) e entre 1951 e 1954. Foi deputado estadual pelo Rio Grande do Sul (1909-1913 e 1917-1924), deputado federal pelo RS (1924-1926), ministro da Fazenda (1926-1927), presidente (governador) do RS (1928-1930) e senador pelo RS (1946-1947). Café Filho [João Augusto Fernandes Campos Café Filho] (Natal, RN, 03/02/1899 - Rio de Janeiro, 20/02/1970): político e advogado. Foi deputado federal e senador pelo Rio Grande do Norte. Foi presidente do Brasil entre 24/08/1954 e 08/11/1955.
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Getúlio Vargas e Café Filho (reprodução de periódico)
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Getúlio Vargas e Café Filho (reprodução de periódico)
Reprodução da página 7 do “Jornal do Brasil” de 26/08/1954, com a manchete “A madrugada trágica de 24 de agosto e a marcha dos acontecimentos”, sobre o suicídio de Getúlio Vargas. O jornal publica uma foto de Getúlio Vargas, outra do vice-presidente Café Filho e duas do velório. Getúlio Vargas [Getúlio Dornelles Vargas] (São Borja, RS, 19/04/1882 - Rio de Janeiro, 24/08/1954): político e advogado. Presidente do Brasil entre 1930 e 1945 (tendo instituído, em 1937, a ditadura do Estado Novo) e entre 1951 e 1954. Foi deputado estadual pelo Rio Grande do Sul (1909-1913 e 1917-1924), deputado federal pelo RS (1924-1926), ministro da Fazenda (1926-1927), presidente (governador) do RS (1928-1930) e senador pelo RS (1946-1947). Café Filho [João Augusto Fernandes Campos Café Filho] (Natal, RN, 03/02/1899 - Rio de Janeiro, 20/02/1970): político e advogado. Foi deputado federal e senador pelo Rio Grande do Norte. Foi presidente do Brasil entre 24/08/1954 e 08/11/1955.
s.d.

Getúlio Vargas e Café Filho (reprodução de periódico)
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Getúlio Vargas e Café Filho (reprodução de periódico)
Reprodução da página 7 do “Jornal do Brasil” de 26/08/1954, com a manchete “A madrugada trágica de 24 de agosto e a marcha dos acontecimentos”, sobre o suicídio de Getúlio Vargas. O jornal publica uma foto de Getúlio Vargas, outra do vice-presidente Café Filho e duas do velório. Getúlio Vargas [Getúlio Dornelles Vargas] (São Borja, RS, 19/04/1882 - Rio de Janeiro, 24/08/1954): político e advogado. Presidente do Brasil entre 1930 e 1945 (tendo instituído, em 1937, a ditadura do Estado Novo) e entre 1951 e 1954. Foi deputado estadual pelo Rio Grande do Sul (1909-1913 e 1917-1924), deputado federal pelo RS (1924-1926), ministro da Fazenda (1926-1927), presidente (governador) do RS (1928-1930) e senador pelo RS (1946-1947). Café Filho [João Augusto Fernandes Campos Café Filho] (Natal, RN, 03/02/1899 - Rio de Janeiro, 20/02/1970): político e advogado. Foi deputado federal e senador pelo Rio Grande do Norte. Foi presidente do Brasil entre 24/08/1954 e 08/11/1955.
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Getúlio Vargas e Café Filho (reprodução de periódico)
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Getúlio Vargas e Café Filho (reprodução de periódico)
Reprodução da página 7 do “Jornal do Brasil” de 26/08/1954, com a manchete “A madrugada trágica de 24 de agosto e a marcha dos acontecimentos”, sobre o suicídio de Getúlio Vargas. O jornal publica uma foto de Getúlio Vargas, outra do vice-presidente Café Filho e duas do velório. Getúlio Vargas [Getúlio Dornelles Vargas] (São Borja, RS, 19/04/1882 - Rio de Janeiro, 24/08/1954): político e advogado. Presidente do Brasil entre 1930 e 1945 (tendo instituído, em 1937, a ditadura do Estado Novo) e entre 1951 e 1954. Foi deputado estadual pelo Rio Grande do Sul (1909-1913 e 1917-1924), deputado federal pelo RS (1924-1926), ministro da Fazenda (1926-1927), presidente (governador) do RS (1928-1930) e senador pelo RS (1946-1947). Café Filho [João Augusto Fernandes Campos Café Filho] (Natal, RN, 03/02/1899 - Rio de Janeiro, 20/02/1970): político e advogado. Foi deputado federal e senador pelo Rio Grande do Norte. Foi presidente do Brasil entre 24/08/1954 e 08/11/1955.
s.d.

Assinatura de Café Filho
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Assinatura de Café Filho
Parte de documento contendo a assinatura do presidente Café Filho e do ministro das Relações Exteriores, Raul Fernandes (c. 1955). Café Filho [João Augusto Fernandes Campos Café Filho] (Natal, RN, 03/02/1899 - Rio de Janeiro, 20/02/1970): político e advogado. Foi deputado federal e senador pelo Rio Grande do Norte. Foi presidente do Brasil entre 24/08/1954 e 08/11/1955. Raul Fernandes (Fazenda de São João, Valença, RJ, 24/10/1877 - Rio de Janeiro, 05/01/1968): advogado, político e diplomata.
s.d.

Café Filho, Pixinguinha, Benedito Lacerda e Donga
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Café Filho, Pixinguinha, Benedito Lacerda e Donga
Café Filho, Pixinguinha (atrás, encoberto), Benedito Lacerda (presidente da SBACEM, abraçando Café Filho), Donga (à direita, em primeiro plano), Felisberto Martins (à direita, de óculos escuros) e pessoas não identificadas. Grupo de músicos da SBACEM (Sociedade Brasileira de Autores, Compositores e Editores [depois Escritores] de Música) em visita ao presidente Café Filho, para agradecer pela sanção deste ao projeto de lei 2.415 de 09/02/1955, de autoria do deputado Breno da Silveira, que atribuía aos autores, ou às sociedades a que pertencessem, o direito exclusivo da autorização, para fins de execução pública e transmissões pelo rádio e pela televisão, de suas composições lítero-musicais. Café Filho [João Augusto Fernandes Campos Café Filho] (Natal, RN, 03/02/1899 - Rio de Janeiro, 20/02/1970): político e advogado. Foi deputado federal e senador pelo Rio Grande do Norte. Foi presidente do Brasil entre 24/08/1954 e 08/11/1955. Benedito Lacerda [Benedicto Lacerda] (Macaé, RJ, 14/03/1903 - Rio de Janeiro, 16/02/1958): compositor, instrumentista (flauta), regente, cantor e diretor de conjunto. Foi integrante dos grupos Boêmios da Cidade, Gente do Morro e Conjunto Regional de Benedito Lacerda. Pixinguinha [Alfredo da Rocha Vianna Filho] (Rio de Janeiro, 23/04/1897 - Rio de Janeiro, 17/02/1973): compositor, instrumentista (flauta e saxofone), arranjador e regente. Fez parte do Grupo do Caxangá, do grupo Os Oito Batutas, da Orquestra Típica Pixinguinha-Donga, do Grupo da Guarda Velha e do conjunto Diabos do Céu, entre outros. Em sua homenagem, o dia de seu aniversário, 23 de abril, passou a ser o Dia do Choro, através de lei sancionada em 04/09/2000. Irmão do cantor, compositor e instrumentista (violão, banjo e cavaquinho) China [Octávio Littleton da Rocha Vianna] (Rio de Janeiro, 16/05/1888 - Rio de Janeiro, 19/08/1926), integrante do Grupo do Caxangá e do grupo Os Oito Batutas. Donga [Ernesto Joaquim Maria dos Santos] (Rio de Janeiro, 05/04/1889 - Rio de Janeiro, 25/08/1974): compositor e instrumentista (violão e prato-e-faca). Fez parte do Grupo do Caxangá e dos grupos Os Oito Batutas, Carlito Jazz, Orquestra Típica Pixinguinha-Donga, Grupo da Guarda Velha e Grupo da Velha Guarda. Foi casado com a cantora Zaíra de Oliveira (Rio de Janeiro, 1891 - Rio de Janeiro, 15/08/1952) e com a cantora e compositora Vó Maria [Maria das Dores Santos Conceição] (Mendes, RJ, 05/05/1911 - Rio de Janeiro, 16/05/2015). Pai da museóloga e escritora Lygia Santos [Lygia de Oliveira dos Santos] (Rio de Janeiro, 01/01/1934 - Rio de Janeiro, 01/06/2025), fruto de seu casamento com Zaíra de Oliveira. Felisberto Martins [Felisberto Augusto Martins Filho] (Rio de Janeiro, 09/05/1904 - Rio de Janeiro, 26/10/1980): compositor. Foi diretor artístico da gravadora Odeon e sócio fundador da SBACEM (Sociedade Brasileira de Autores, Compositores e Editores [depois Escritores] de Música).
Palácio do Catete
1955

Quem deve ler o quê;Meninão invisível;Sem título;Culpem o Brasil;O gato com o rabo de fora;Essa estrela, essa cruz;O grande Celso e a pequena Itú;Obrigado por me matares;Graciliano revisitado;Curso de meia hora;Um caso de honra (The winslow boy);Está escrito nas estrelas;Rubem e Danilo se encontram em Brasília;Os cardeais e os canibais;Há vendilhões no templo;Poemas da praça e do crepúsculo;Quem tem medo de Léon Bloy;Mistura e mistério;Silêncio e palavra;Síndrome da fuga;Um lápis e uma vaca;O pecado de ser mineiro;História breve da literatura brasileira;Livros e vinhos;Receita de poeta;Sob o sol da glória;O campeão invisível;De um polo a outro;Uma bailarina chamada Baderna;O pombo apunhalado;Carta ao jovem filho;Somos todos suspeitos e vítimas;Definição de quadrúpede;O roteiro perdido;Exílio, seus ecos;Porque as mulheres vivem muito;Recriação poética de um professor e seu reino perdido;Não há, neste momento;Pra trás, Brasil;Chorinho disfarçado;Tocaia;Discurso de Otto;Verde é verde;Flores castigadas da burguesia;Introdução à mentira;Você, Prestes e o doutor Jô;O sétimo anjo;Fraternidade na poesia;Qual é o signo do Brasil?;No banco do mundo;Todos os homens são iguais;Scaramouche;Nosso jeito de ser;O fulgurante legado de uma vertigem;Escarmento;Voto de Sísifo;Fuga e presença;Paulo Carneiro viveu muitos anos em Paris;Que rei sou eu?;Memorial JK;Cacatua e cujo;Cidades de ninguém;Cineminha particular;Da boca para fora;Entre, seu Jovino;Estão todos caladinhos;Eutrapelia;Ilha, crise, união;Infelicidade matemática;J.E. do D.C.;Juro que foi ontem;Lêdo Ivo está cansado;Lembrai-vos de Graciliano;Leviandade irrequieta;Luzes no quarto de despejo;Macu brasilnaimático;Mário de Andrade continua;Morte e progresso;Nadando em dinheiro;Natal à brasileira;O ágio das bruxas;O áspero direito à vida;O brilho discreto da estrela solitária;O direito e a torta;O elo partido;O errado destino do discurso;O medo sobre à cabeça;O santo e seu cavalo;O voto e o bode;Os mais e os menos votados;Os miseráveis (Il miserabili);Os quatro mineiros abrem o jogo;Os que não devem nascer (Ditte menneskebarn);País culposo;Pedra para digerir;Por culpa de Maurice Baring;Por que as mulheres escrevem?;Realismo e ficção;Santo Eduardo Frieiro;Saudades de 1500;Três exercícios cifrados;Trinta e oito acadêmicos escolhem um novo companheiro de imortalidade;Vamos invadir os Estados Unidos;Vamos sair do brejo
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Voto de Sísifo
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
16 de novembro de 1986

Livrarias e nostalgia;Táxi de noite (Taxi di notte);Criança ontem e hoje;Uma rua chamada pecado (A streetcar named desire);O santo e seu cavalo;Em seguida, o pior;Os livros nossos inimigos;Geração sem rebeldia;Vacina constitucional;Exercício;Os outros não existem;Guernica, meu amor;Quem não tem pena dos poetas hoje;O Brasil não é o Brasil;Cineminha de segunda-feira;Temores e tremores;Da arte de se exibir;O crime de não perdoar;Vamos adiar o futuro;O tema da poesia cristã;Uma casa no Rio de Janeiro;Os quatro mineiros;Na curva do tempo;Hora da metanoia;Nada justifica a suspensão do sagrado direito de defesa;Sai dessa Brasil;O dinheiro ou a nova pátria de Mamma Lucia;O namorado da professora;Vantagens e desvantagens de ser sueca;O voo cego do livro;Estamos todos presos;Um anjo mudou de endereço;Onde reina a calmaria;Cantando na chuva (Singing in the rain);Saudade póstuma;Não vale o escrito;Cartas ao presidente;Um crítico lúcido e honesto;Fifi, o sanguinário;Lá e cá más fadas há;Sete vezes sete;Conversa com um varão da República;É mais difícil criar os filhos hoje?;Subprodutos do amor;Conversinha quase semântica;Pesa um cansaço geral;Lembrai-vos de 46;Nota internacional;Censo mostra um Brasil urbano que avança na direção do Norte;Cabeça quente;Camundongos telespectadores e um coelho revolucionário;Casebre, casa, casaréu: Minas Gerais;Cidade atômica;Clube do poder;Com raiva e amor: Henriquinho;Como abraçar o jornalismo;Constituição dos espíritos;Da mortalidade dos jornais;De como o prof. Jubileu de Almeida salvará a república;Discurso de Otto;Do morro à imortalidade;Em livro, a festa tribal do modernismo;Entramos no jogo;Escarmento;Exercício semi-lírico;Franklin;Fugindo da crise;Hino à vida;In cassum frustraque;Introdução a Mário de Andrade;Louvação e cobrança;Não há vaga;No aniversário da morte de Mário de Andrade;O botão e a urna;O esgrimista solitário;O fio das lamentações;O homem de Santa Comba Dão;O horizonte da Constituinte;O jogo da vida;O menino e o conselheiro;O meu velho Senado;O obus e as cambaxirras;O pai;O patinho feio;O realejo e o elefante;O sol impiedoso da oposição;Os caminhos do coração;Os charutos e a calamidade;Os grilos não cantam mais II;Os selvagens também sonham;Osório Borba e um parêntese infeliz;Palíndromo: ida e volta;Paris: ida e volta;Poemas da praça e do crepúsculo;Poesia se explica;Pombas e falcões;Por que, meu Deus, por quê?;Porque as gordas salvarão o mundo;Povo, pacote e pacotilha;Quando comunicamos em;Quatro;Quem é que leu?;Rumor do Brasil;Sem lei, nem rei;Título não identificado;Todos os burros são iguais;Uma aventura na África (The african queen);Uma festa brasileira;Vem aí o cometa;Verde é verba;Vilegiatura;Viva a metáfora;Voto de letra
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Vacina constitucional
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
12 de julho de 1987

Quarenta, quatrocentos, quatrocentão;O amestrador amestrado;Túnel, porão ou debaixo da cama;O gato morto e sua alma;O outro Brasil;Está na hora;João-povão;Uma voz no escuro;O pó que suja nossas estrebarias;Estrela de uma constelação;Os fantasmas e as ditaduras;Jornal de crítica;Quebra-cabeça;Soberania de falsários;O Brasil aflito;Carochinha vai bem, obrigado;O ciclotímico herói cobrado;Um grande tema e uma pequena crônica;Uns rapazes que não sabiam filosofia descobriram Comte, por acaso em 1880;O que é preciso para a universidade: Muita coisa;Ouro de lei;Quem é o aldeão;Mulheres na política;Sombra de nossos desalentos e cansaços;Chaga de fogo (Detective store);Um marginal na Academia;Diamantina e seu colar de diamantes;O rei da Suécia vai bem;Eles sabem o que fazem;Por que Mallarmé morreu engasgado;Riscos e ameaças;Circo de focas;Natal;O discreto Rangel;Um poeta italiano;O meu boi morreu lá no Piauí;Graça e desgraça;Portas fechadas;Loteca sueca para um grande de Espanha;Olha ele aí;Rosa rosae rosam;Trazemos a roça dentro de nós;O escritor e a sua essência humana;Escritor e leitor;Tudo começa antes;O futuro passou de moda;O nome dos gringos;Essayons de parler franglais;Willy Lewin, o bom professor de poesia;Onde começa a República;Instante dinamarquês;Prova de fogo;Mater dolorosa;Nossos queridos confrades;Caniço motorizado;Carlos Drummond de Andrade num instante de pessimismo;CDA, ou melhor: o Carlos;Com o embaixador Marques Rebelo;Como dói!;Constituinte: a outra;Conto de Natal;Convento maldito;Desculpem, mas esse gato é meu;Epopeia trágica (Scott of the antartic);Fala, Brasil;Faróis altos;Garotas e melodias (Painting the clouds with sunshine);Grito plebliscitário e republicano;Jubileu: ecos de um tiro;Justiça revolucionária;Livro e mercado;Mãe, filha amiga;Menino só;Missão pontifícia;Mobilização da mediocridade;Musas e urnas;No torvelim da mascarada;O controvertido verde de nossa mata;O diabo feito mulher (Rancho notorious);O ideal do mineiro é viver pobre para morrer rico;O jumento do Visconde;O leão e a gazela;O marujo foi na onda (The sawlor beware);O moinho;O século do pai;O sorriso do retrato;Os donos da enchente;Poeta e polemista;Proibido ser feliz;Quem roubou o cimélio;Romancistas dos inadaptados;Sejamos otimistas;Sim, vale a pena calar - berram os alto-falantes;Solo de cuíca;Touros bravos (The brave bulls);Tragicomédia do poder;Um certo cansaço;Um moralista pelo avesso;Uma carioca na montanha;Uma palavra de maus bofes;Uma tarde, antigamente;Vai-te embora, menina morta;Vítimas do pecado;Volta a Simão, o caolho;Voo cego
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Sim, vale a pena calar - berram os alto-falantes
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
21 de junho de 1977

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