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Travessa Padre Camilo Veloso
Arquivo/Coleção: José Ramos Tinhorão
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Travessa Padre Camilo Veloso
Igreja de Nossa Senhora do Carmo (ao fundo) vista da Travessa Padre Camilo Veloso.
Centro
s.d.

Rua Amália Bernhaus
Archive/Collection: José Ramos Tinhorão
rua22.jpg
Rua Amália Bernhaus
Rua Amália Bernhaus, próximo ao Museu da Inconfidência e à igreja de São Francisco de Assis. Ao fundo, vê-se o bairro de Antônio Dias, com a Ladeira de Santa Efigênia e a igreja matriz de Santa Efigênia (no Alto da Cruz).
Centro
s.d.

Aspecto de rua
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMG009-010.jpg
Aspecto de rua
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro
1970s

Vista da cidade
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMG009-005.jpg
Vista da cidade
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro
1970s

Igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar - altar lateral
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMG008-101.jpg
Igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar - altar lateral
A atual igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar começou a ser erguida por volta de 1728, para substituir o antigo templo construído em madeira e taipa no início do século XVIII. O projeto é atribuído ao sargento-mor e engenheiro Pedro Gomes Chaves, e a conclusão da obra foi feita por João Fernandes de Oliveira. A construção teve início pela nave, procedendo-se à demolição da capela-mor em 1731, ano em que o Santíssimo Sacramento e imagens sacras foram transferidos provisoriamente para a capela do Rosário dos Pretos. Feita de adobe e taipa, a igreja já estava praticamente concluída, em termos arquitetônicos, em 1733. A decoração da nave foi feita entre 1735 e 1737 e em 1751 foi concluído o arco-cruzeiro. A capela-mor foi reconstruída em maiores proporções entre 1741 e 1754, período em que também foi decorada em talha dourada. Somente vinte anos mais tarde é que foi concluída sua decoração, que incluía trabalhos de pintura, douração da talha e painéis laterais. Esse hiato foi provocado pela necessidade de reconstrução da abóbada em 1770, comprometida pela ação da chuva. Em 1781 foi necessário reparar uma das torres de taipa, que ameaçava desabar. Em 1818, uma das paredes do templo também corria o risco de desabamento. Diante desse quadro, em 1825 a igreja precisou ser reedificada, e em 1848 o frontispício e a torre ao lado do Evangelho foram concluídos, conferindo à Matriz sua forma atual. A igreja passou por obras de restauração ao longo do século XX e hoje abriga também o Museu da Prata e o Arquivo da Matriz.
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro
1970s

Igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar - altar lateral
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMG008-100.jpg
Igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar - altar lateral
A atual igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar começou a ser erguida por volta de 1728, para substituir o antigo templo construído em madeira e taipa no início do século XVIII. O projeto é atribuído ao sargento-mor e engenheiro Pedro Gomes Chaves, e a conclusão da obra foi feita por João Fernandes de Oliveira. A construção teve início pela nave, procedendo-se à demolição da capela-mor em 1731, ano em que o Santíssimo Sacramento e imagens sacras foram transferidos provisoriamente para a capela do Rosário dos Pretos. Feita de adobe e taipa, a igreja já estava praticamente concluída, em termos arquitetônicos, em 1733. A decoração da nave foi feita entre 1735 e 1737 e em 1751 foi concluído o arco-cruzeiro. A capela-mor foi reconstruída em maiores proporções entre 1741 e 1754, período em que também foi decorada em talha dourada. Somente vinte anos mais tarde é que foi concluída sua decoração, que incluía trabalhos de pintura, douração da talha e painéis laterais. Esse hiato foi provocado pela necessidade de reconstrução da abóbada em 1770, comprometida pela ação da chuva. Em 1781 foi necessário reparar uma das torres de taipa, que ameaçava desabar. Em 1818, uma das paredes do templo também corria o risco de desabamento. Diante desse quadro, em 1825 a igreja precisou ser reedificada, e em 1848 o frontispício e a torre ao lado do Evangelho foram concluídos, conferindo à Matriz sua forma atual. A igreja passou por obras de restauração ao longo do século XX e hoje abriga também o Museu da Prata e o Arquivo da Matriz.
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro
1970s

Vista da cidade e Igreja Santa Efigênia (ao fundo)
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMG008-088.jpg
Vista da cidade e Igreja Santa Efigênia (ao fundo)
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro
1970s

Vista da cidade e Igreja Santa Efigênia (ao fundo)
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMG008-087.jpg
Vista da cidade e Igreja Santa Efigênia (ao fundo)
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro
1970s

Vista da cidade e Igreja Santa Efigênia (ao fundo)
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRMG008-086.jpg
Vista da cidade e Igreja Santa Efigênia (ao fundo)
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro
1970s

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