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-;-;Arthur Azevedo, o gênio está vivo;Como todo mundo sabe...;-;-;Verdes anos sessenta;-;Como estivessem em férias...;-;-;-;-;A poeta santa e o santo leigo;-;-;-;-;-;-;[Brasil, brisa, bichos];-;-;-;A descoberta do mundo/Clarice Lispector;-;-;-;-;Navegação de cabotagem...;-;-;-;-;-;-;A verdadeira música;-;Testamento de casamento...;-;Academia elege embaixador para vaga de Dinah na ABL;Fifi, o sanguinário;-;A boca do inferno;A todos os companheiros da Rede Globo;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Reconheces hoje que o mundo...;-;-;-;-;A senha;-;-;O braço direito: dossiê (Entre pobres hebreus...);-;-;-;-;A fatalidade de ser poeta;-;Alceu Amoroso Lima (Tristão de Athayde) Missa de 7º dia;-;-;-;O braço direito: dossiê (BD: Homo inter facces...);-;-;-;-;Estou presente em mim...;-;-;-;-;A mão única do arbítrio;-;-;-;Definição de quadrúpede;-;Heróis obscuros;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Convivas demais;Bye, bye, Concorde;A mala da felicidade;O pai;Quem vai em caça...;As pompas do mundo e O retrato na gaveta;O guarda do anjo;A natureza porosa de Mauriac...;[Bêjo];O braço direito: dossiê (Carcamano, joga na parede...);Fico pensando como pude...;Batizado;Rosa, hortênsia, margarida...;A 1ª epístola de Pedro...;Emburrar é uma coisa...;Tubiacanga, de Lima Barreto, no conto ...;O braço direito: dossiê (BD: Sinite parvulos venire ad me...);2 sonetos e um poema de Nicolino Limongi: Ressureição, Consultório, Irracionalidade;A bomba dos pobres;A crônica fica órfã;A honra de ser fofinho ou fofura;A segunda peça que vi no Rio foi Otto Lara Resende ou Bonitinha mas ordinária;Adolfo Portela Filho comprou o livro;Amigos nem sempre simpáticos;Ao lado do presidente;Até o Otto se engana;Benjamim da Academia Brasileira de Letras;Brasil: poesia, ficção e ensaio;Canto do triunfador;[Discurso sobre Assis Chateaubriand];A Pedro II;O momento que teatro...;6.8.1945;O santo nome do povo
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Carta
Nelly Ribeiro
Rio de Janeiro
22 de junho de 1977

-;Homem. Gato ao poço...;-;-;-;A coisa está preta;-;-;-;Adeus a Galateia;O braço direito;-;-;-;-;-;-;A orquestra;-;-;-;Brasil bola Brasil - Pelé pátria Pelé;-;-;-;Anúncio;-;Jeremias: não nos deixeis...;-;-;A função do júri e o exercício da memória;-;-;Brasil: anti-pasárgada;-;-;A lenta morte do pessedismo;-;-;-;Jubileu está de volta;-;-;-;Cego, mas visionário;-;-;Paisagem clássica;-;Sigilo = selo. O que está selado [apocalipse]...;-;-;-;-;-;-;O velho, que tem um calo na alma...;-;-;A morte de Israel;-;-;-;O apocalipse viaja de avião;-;-;-;Lisboa urgente...;-;-;O santo/O mártir do nada/O cãozinho;-;-;Impunidade/A sereia e  o sena;O guarda do anjo;-;-;-;-;É preciso estar sempre...;-;-;A paixão continua;-;-;-;-;A história das casas de Maura/A vila Maurina/A casa da Glória/A casa da palavra;-;-;-;-;-;-;-;Autorretrato;-;-;Hoje tornou-se moda...;-;-;-;-;-;Rato na calha. Lex gemendo, chorando...;-;-;-;Na noite em que todos dormem...;-;-;[Folheto];-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Abaixo o pessimismo;-;-;-;Boa tarde, hipodigma;A pesca;-;-;-;O braço direito: dossiê (Dissipação, a palavra é esta...);-;Subiram nas pedras do Arpoador...;-;-;-;A arte de Conceição Piló;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;El brazo derecho;Que fazer?;Minas, agora, para sempre;Um biscoito que virou pirâmide;O elo partido;A tirana;O braço direito: dossiê (BD: Um morcego pretinho...);O braço direito: dossiê (Rebus: logogrifo acompanhado de...);Há muitos anos resolvi escrever...;Há sujeitos que cabem dentro...;Há momentos de uma espécie de delírio...;Evocação do Recife/Depoimento do modelo/Itinerário de Pasárgada;A quem, meu Deus, a quem?;A tragédia de Euclides;Aí vem o lobo mau;Antero de Quental, santo ou dissidente?;Aquele poeta lá do sul;As duas mortes de Maria da Abadia;Balada do homem de fora;A boca do inferno;Bye-bye, concorde;Soneto do mar e de mim;O falso vampiro;Soneto do Rio Parnaíba;Comentário sobre o animal racional
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Carta
Comentário sobre recepção de livros de autoria Otto Lara Resende na embaixada de Londres. Elogios a Otto Lara Resende. Referência a Editora do Autor e a Rubem Braga
Fernando Sabino
Londres
12 de junho de 1964

2. A culpa é de Bsb. Salvador...;-;-;-;-;Antes de assumir de Embaixada do Brasil em Honduras, o Embaixador João Cabral de Melo Neto;-;Cabala;-;-;-;-;-;Nesse meio tempo...;-;-;O.P. e C.E. ambos/Lisboa, lembrança...;-;-;-;-;-;-;As duas novelas;-;-;-;-;-;-;Vieira da Silva/Jânio: justiça...;-;-;-;-;-;-;-;A radiosa aurora de Alceu;-;-;-;-;Reciclagem do papo;O domingo azul do mar;-;-;-;Bananas e mísseis;-;A honra de servir;Meu interesse pela obra...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Soneto das vacas de outrora;-;-;-;Walter Clark era...;-;O braço direito: dossiê (Domingo da Trindade, primeiro depois...);-;-;-;-;-;-;-;-;Ai, que saudades do Brasil;A boca do inferno;-;-;-;-;Almoço;-;O retrato na gaveta;Laranja da Pérsia docinho [Serra d'água]...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Brasil: anti-pasárgada;A luz dos infelizes;O meu velho senado;FAB ou o Chico;Otto/Nunca teve...;Há dez anos...;Uma vez na vida e outra na morte;Conto O Gambá;Briga de beija-flor...;O braço direito: dossiê (Chegou aqui de mãos abanando...);Na concha de teus ouvidos...;Sentou-se ao...;Ratos de vis - Na Serra, ração...;A girafa é mais alta espécie...;Sois o selo do...;Casa da mãe Joana...;Pois não sabes que choraria?...;Rua General Dionísio  53/Jornal do Brasil;[Fotografia];A arte de desaprender o falso saber do nosso tempo;A comunidade e o momento político nacional;A escolha de Camille;A Fundação Catarinense de Cultura e a comissão organizadora do Prêmio Cruz e Souza;A libertação pela horticultura ou a importância de ver as coisas crescer;A morte de Machado de Assis;A paixão de Paul Valéry;Abalo nas letras;Adeus a Merquior;Asnos, doidos e subversivos;Autorretrato;Boas cartadas;Brasil cinza;Canção;Inverno;Correspondência: Jackson de Figueiredo e Alceu Amoroso Lima;Fausto e a estátua;Flores do bem
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Carta
Notícias sobre a vida pessol. Pedido de ajuda para vaga de correspondente do Jornal do Brasil em Londres. Referência a fama literária de Otto Lara Resende na embaixada em Londres. Referência a sucesso de Otto Lara Resende como escritor no Brasil. Comentários sobre situação política do Brasil
Fernando Sabino
Londres
12 de agosto de 1964

Quem sabe o que fica;Milagre: um brasileiro feliz;Soneto livre;Conto de Otto Lara Resende: Mater Dolorosa;O leão incompetente;Frágeis baleias ameaçadas;O mata-sete (El siete machos);Francis' fun fair;Literatura de exportação;Recomeço do sonho;Conversa à vista;Mocinhos e bandidos;O diabo na guerra santa;Volta ao futuro;O Positivismo no Brasil;Ponto de saturação;Os 160 dias;Horas intermináveis;Sejamos otimistas;Jornalismo de ontem e de hoje: apenas alguns detalhes;De João a João;O que vou ser quando crescer;Fala, Coreano!;Os rios assassinados;Preservação da liberdade;Macau (Macao);Musical mineiral;Simão, o caolho;Com o pintor Marcier;Um homem, um caráter;Desculpem: ottolarologia;Faróis altos;Paixão de Beduíno;Lágrima bastante barroca;Papagaios e computadores;Quando nos falha a memória;Mergulhando para a morte (The sea harnet);Só falta a solução;Ninguém sabe, ninguém viu;Como era verde o meu Leblon;Uma carroça atravanca o futuro;O ignorado caudal nordestino;Deu bode no dicionário;Constituinte: o entulho;Uma realização da F.F.M.G.;O lado da sombra;O sorriso do retrato;Focas e boias-frias;Passagem de nível;Liberdade, a grande aspiração;Caixinha de surpresas;Capicua dá sorte;Carro mata menos escritor do que avião;Carta de Otto Lara;Chão de ferro em que pisa o gigante;Cineminha de segunda-feira;Círculo vicioso;Conversa pós-eleitoral;Cruzeiro velho, nova ordem;Dize-me como te chamas;Enfim, o culpado;Escrever e editar;Estrela escrita;Eu, Caim;Filho da mentira;Graças e desgraças;Janela;Letra morta;Lirismo e bom humor;Loteria presidencial;Luz e sombra;Mar de modernidade;Meu querido Alceu;Minutos de uma idade ainda hollywoodiana;Mudança de rumo;Não se dá vida impunemente às ideias;O Brasil de amanhã, ontem;O Cruzeiro;O descobridor descoberto;O encontro;O gigante acorrentado;O grito no túnel;O que Jânio tem na cabeça;O relógio da discórdia;O riso da cucaburra;Olha o boi voando;Onde é o Brasil?;Ora essa...;Pitanga e outros bichos;Podia ser pior;Por que não me ufano do meu país;Punhais de agosto;Quebra-quebra e troca-troca;Reproclamar a república;Sexto de dezessete...;Sombra e água fresca;Stela me abriu a porta;Trecho;Três pares de patins;Um grito no silêncio;Vamos plantar bananeiras;Ver para crer
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Enfim, o culpado
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
19 de junho de 1983

Legião dos desesperados;Manuscrito francês;O espírito santo no computador;Direito ao sonho em paz;Evangelho da cólera coletiva;Vencedor versus perdedor;Verso e reverso;Para a existência de um grupo mineiro;Lembrança de Augusto Frederico Schmidt;Mário de Andrade continua;Saudades de abril;Meios pobres: livros e letras;Cruzada contra o monstro;Sr. Redator;O humilde ofício de ler;O sonhado país de delícias;Perna, um brasileiro;Por que Grahan Greene não esteve aqui;Li o Jornaleco, que evidentemente pode melhorar;Carlos Bracher vive;No tempo da palmatória;O jubileu está de volta;Enfim a grota;Sim, que haja escola de comunicação;Noruega: o país dos barcos e dos navegantes audazes;Da caridosa polé ao potro gentil;O mel do passado;Um tiro só;Os dois Brasis ou Odete e Luiza;Por quem dobram os sinos;Princípios sem fim;Louvores;Rosa dos ventos;Namorado morto;Como caem os dentes de leite;De olhos no chão;Três exercícios;O Minas aprende a voar;Entre a mulher e o diabo;Os fantasmas da catedral;Incêndio destrói em 8 horas centro histórico de Lisboa;O paraíso não é mais aqui;Uma codorna, uma rolinha e a insegurança nacional;Os ladrões, o tema social nos contos do Sul;Itinerário de Cabo Frio;Mãe com bomba;S.W.;Congresso de escritores;O buraco negro do esquecimento;Tudo azul com o inferno verde;Natal pelas vitrines;Constituinte aponta omissão da Assembleia no caso do Triângulo;O elo partido;O pintor e sua opção;Otávio de Faria: romancista panfletário;Quando ladra a violência;Mais prodígios marinhos;Cão que suja na cama;Com o diabo no corpo;Contra a mistificação;Convivas demais;Cultura e fatura;Depoimento e sugestão;Desculpa das arábias;Dois toques;É uma curiosa experiência;Enjoadinho e radioativo;Essa, não;Estabilidade e cansaço;Favor falar baixo;Flores de retórica e outras flores;Guerra e paz;Hora do exorcismo;Jornalismo responsável só é possível com jornalismo livre;Ler ou não ler: eis o dilema;Livros inúteis e perigosos;Memorial JK;Missão perigosa em Trieste (Diplomatic courier);Napoleão de hospício;Nênia para o MDB;Ninguém lê nada;No bom caminho de São João del-Rei;Nosso patrono e herói Pero Vaz;O futuro adiado;O poeta e seus mistérios;O que for soará;Ontem, nunca;Palavras do senhor dr. Otto Lara Resende, adido cultural à embaixada do Brasil, em representação do senhor embaixador;Qual o sentido que o herói de Cervantes tem para o homem moderno? Quem é para você D. Quixote?;Que será?;Quem é carioca;Quem tem medo de Seu Artur?;Quid veritas?;Rocha de certeza;Saia o ato e deixem a banda passar;Sarna que coça;Segunda mão;Silêncio, por favor;Sinfonia de uma cidade (Sous le ciel de Paris);Só a mulher peca (Clash by night);Sob o sol da Páscoa;Somos todos vítimas;Sonhos de verão;Tambores distantes (Distant drums);Tragédia burguesa completa: o sonho do autor enfim realizado;Tudo que não estiver muito claro neste país, é a favor do governo;Última cartada;Um beijo na orelha esquerda;Um cavalo chamado Brasil;Um raio pode apagar a luz;Uma bala no coração;Universo padrasto;Nelson Rodrigues: o que estraga o teatro são os atores e o público;Sábado à tarde
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Manuscrito francês
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
30 de agosto de 1977

Lembrai-vos de 46;Nota internacional;Censo mostra um Brasil urbano que avança na direção do Norte;Subprodutos do amor;Conversinha quase semântica;Pesa um cansaço geral;Em seguida, o pior;Os livros nossos inimigos;Geração sem rebeldia;Livrarias e nostalgia;Táxi de noite (Taxi di notte);Criança ontem e hoje;Uma rua chamada pecado (A streetcar named desire);O santo e seu cavalo;O Brasil não é o Brasil;Cineminha de segunda-feira;Temores e tremores;Da arte de se exibir;Vacina constitucional;Exercício;Os outros não existem;Guernica, meu amor;Quem não tem pena dos poetas hoje;Na curva do tempo;O crime de não perdoar;Vamos adiar o futuro;O tema da poesia cristã;Uma casa no Rio de Janeiro;Os quatro mineiros;Vantagens e desvantagens de ser sueca;O voo cego do livro;Estamos todos presos;Hora da metanoia;Nada justifica a suspensão do sagrado direito de defesa;Sai dessa Brasil;O dinheiro ou a nova pátria de Mamma Lucia;O namorado da professora;Cantando na chuva (Singing in the rain);Saudade póstuma;Um anjo mudou de endereço;Onde reina a calmaria;Fifi, o sanguinário;Não vale o escrito;Cartas ao presidente;Um crítico lúcido e honesto;Conversa com um varão da República;É mais difícil criar os filhos hoje?;Lá e cá más fadas há;Sete vezes sete;Cabeça quente;Camundongos telespectadores e um coelho revolucionário;Casebre, casa, casaréu: Minas Gerais;Cidade atômica;Clube do poder;Com raiva e amor: Henriquinho;Como abraçar o jornalismo;Constituição dos espíritos;Da mortalidade dos jornais;De como o prof. Jubileu de Almeida salvará a república;Discurso de Otto;Do morro à imortalidade;Em livro, a festa tribal do modernismo;Entramos no jogo;Escarmento;Exercício semi-lírico;Franklin;Fugindo da crise;Hino à vida;In cassum frustraque;Introdução a Mário de Andrade;Louvação e cobrança;Não há vaga;No aniversário da morte de Mário de Andrade;O botão e a urna;O esgrimista solitário;O fio das lamentações;O homem de Santa Comba Dão;O horizonte da Constituinte;O jogo da vida;O menino e o conselheiro;O meu velho Senado;O obus e as cambaxirras;O pai;O patinho feio;O realejo e o elefante;O sol impiedoso da oposição;Os caminhos do coração;Os charutos e a calamidade;Os grilos não cantam mais II;Os selvagens também sonham;Osório Borba e um parêntese infeliz;Palíndromo: ida e volta;Paris: ida e volta;Poemas da praça e do crepúsculo;Poesia se explica;Pombas e falcões;Por que, meu Deus, por quê?;Porque as gordas salvarão o mundo;Povo, pacote e pacotilha;Quando comunicamos em;Quatro;Quem é que leu?;Rumor do Brasil;Sem lei, nem rei;Título não identificado;Todos os burros são iguais;Uma aventura na África (The african queen);Uma festa brasileira;Vem aí o cometa;Verde é verba;Vilegiatura;Viva a metáfora;Voto de letra
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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O esgrimista solitário
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
9 de julho de 1978

Cidade e delírio: ontem e hoje;Hoje é ontem;Execução pela alvorada;Oliver Twist;Não é uma bobagem;Cineminha de segunda-feira;Sem contar a deslealdade e a desonestidade;Dinheiro voador;Valium-me, Deus!;O mundo, a esta altura;Clima do homem/Nota internacional/Estabilização monetária/Alimento de pobres/Loucura dialética;Duas espécies de velhice;O obscuro sentido da tragédia;Rabo de papel e outros rabos;Incoerência e mundo novo;Poetas e cidades;Raízes: ontem, hoje;Tartufaria;Vila Rica, cidade livre;O pastel de vento e os bacuraus;Os vários nomes da lisonja;Eleições cá e lá;Visão de um transeunte;Por entre os astros subindo;Ratos e cometas;O apolíneo e o dionisíaco;Tiro pela culatra;O gigante vota, mas não lê;Cansado como um rio;Enfim, o grito das urnas;Voo rasante;O poético meio circulante;Franco-atirador;Precisa-se de um mágico;Papo de logradouro;Modos, senhores;Reminiscências;O quarto escuro dos aposentados;Uma casa muito engraçada;O médico do poeta;Três poetas e um prosador da Na geração;Gosto de complicar;Júpiter e o urubu;Quando a República não vomitava a morte;Santa Fé;A batalha aérea vista do chão;Cala-te, boca;Capital do horror;Chuvaceiros: de 1500 a 1988;Começos de um poeta;Constituinte: o zoo;Cultura, uma revista e um milagre;Da mãe gentil ao feio gentílico;Deduções fáceis em torno de Minas;Desterro cultural;Dupla redenção;Esquecer e lembrar;Este sol impagável;Estudantes no Brasil: um exame de violência;Exumação do retrato;Fidel um homem contra o continente;Finlândia: a indústria moderna vizinha do pólo norte;General, sapo e rosa;Hong-Kong (hong-kong);Horóscopo do Brasil;Introito à incompreensão;Isto aqui e o voto;João Bolinha virou gente;Latifúndio ortográfico;Libertação da miséria;Língua legal;Literatura de Natal;Luz e sombras;Meditação serena sobre uma doutrina e seu chefe;Motivo de orgulho para a UFMG;Muitas profissões, uma úlcera e o intocavél pé de meia do mineiro;No país das maravilhas;Notícia sobre o Teatro de Câmera;O Brasil fala caô;O caminho da liberdade;O deserto povoado;O diálogo impossível;O disputado governo do inferno;O fim do mundo;O gado;O homem que planejou sua fome;O impiedoso olhar dinamarquês;O mistério da urna;O poeta e o onagro;O tatu de Kipling;O urubu e o sapateiro;Ontem hoje sempre;Otto na Academia;Outro dia mesmo;Passagem pelo estreito;Pátria de corpo inteiro;Peça licença e pague para ir lá fora;Pequenos artifícios;QB VII ou a nova receita do best seller;Que língua fala o homem-aranha?;Quem será o Abrante?;Recordação do preclaro e ilustre mestre;Saudade do futuro;Sim, as estátuas riem;Um pouco de Costa Rego;Um testemunho;Urnas milionárias;Vermelho, negro e amarelo;Zero com louvor;-
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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O tatu de Kipling
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
1 de março de 1977

Por entre os astros subindo;Ratos e cometas;O apolíneo e o dionisíaco;Tiro pela culatra;O gigante vota, mas não lê;Eleições cá e lá;Visão de um transeunte;Enfim, o grito das urnas;Voo rasante;O poético meio circulante;Franco-atirador;Precisa-se de um mágico;Cansado como um rio;Modos, senhores;Reminiscências;O quarto escuro dos aposentados;Papo de logradouro;Três poetas e um prosador da Na geração;Gosto de complicar;Júpiter e o urubu;Quando a República não vomitava a morte;Santa Fé;Uma casa muito engraçada;O médico do poeta;Cidade e delírio: ontem e hoje;Hoje é ontem;Não é uma bobagem;Cineminha de segunda-feira;Sem contar a deslealdade e a desonestidade;Dinheiro voador;Valium-me, Deus!;O mundo, a esta altura;Execução pela alvorada;Oliver Twist;Duas espécies de velhice;O obscuro sentido da tragédia;Rabo de papel e outros rabos;Clima do homem/Nota internacional/Estabilização monetária/Alimento de pobres/Loucura dialética;Raízes: ontem, hoje;Tartufaria;Vila Rica, cidade livre;O pastel de vento e os bacuraus;Os vários nomes da lisonja;Incoerência e mundo novo;Poetas e cidades;A batalha aérea vista do chão;Cala-te, boca;Capital do horror;Chuvaceiros: de 1500 a 1988;Começos de um poeta;Constituinte: o zoo;Cultura, uma revista e um milagre;Da mãe gentil ao feio gentílico;Deduções fáceis em torno de Minas;Desterro cultural;Dupla redenção;Esquecer e lembrar;Este sol impagável;Estudantes no Brasil: um exame de violência;Exumação do retrato;Fidel um homem contra o continente;Finlândia: a indústria moderna vizinha do pólo norte;General, sapo e rosa;Hong-Kong (hong-kong);Horóscopo do Brasil;Introito à incompreensão;Isto aqui e o voto;João Bolinha virou gente;Latifúndio ortográfico;Libertação da miséria;Língua legal;Literatura de Natal;Luz e sombras;Meditação serena sobre uma doutrina e seu chefe;Motivo de orgulho para a UFMG;Muitas profissões, uma úlcera e o intocavél pé de meia do mineiro;No país das maravilhas;Notícia sobre o Teatro de Câmera;O Brasil fala caô;O caminho da liberdade;O deserto povoado;O diálogo impossível;O disputado governo do inferno;O fim do mundo;O gado;O homem que planejou sua fome;O impiedoso olhar dinamarquês;O mistério da urna;O poeta e o onagro;O tatu de Kipling;O urubu e o sapateiro;Ontem hoje sempre;Otto na Academia;Outro dia mesmo;Passagem pelo estreito;Pátria de corpo inteiro;Peça licença e pague para ir lá fora;Pequenos artifícios;QB VII ou a nova receita do best seller;Que língua fala o homem-aranha?;Quem será o Abrante?;Recordação do preclaro e ilustre mestre;Saudade do futuro;Sim, as estátuas riem;Um pouco de Costa Rego;Um testemunho;Urnas milionárias;Vermelho, negro e amarelo;Zero com louvor;-
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Outro dia mesmo
Crônica
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
2 de março de 1980

Por quem dobram os sinos;Sim, que haja escola de comunicação;Noruega: o país dos barcos e dos navegantes audazes;Da caridosa polé ao potro gentil;O mel do passado;Um tiro só;Os dois Brasis ou Odete e Luiza;O Minas aprende a voar;Entre a mulher e o diabo;Os fantasmas da catedral;Incêndio destrói em 8 horas centro histórico de Lisboa;Princípios sem fim;Louvores;Rosa dos ventos;Namorado morto;Como caem os dentes de leite;De olhos no chão;Três exercícios;S.W.;Congresso de escritores;O buraco negro do esquecimento;Tudo azul com o inferno verde;O paraíso não é mais aqui;Uma codorna, uma rolinha e a insegurança nacional;Os ladrões, o tema social nos contos do Sul;Itinerário de Cabo Frio;Mãe com bomba;Otávio de Faria: romancista panfletário;Quando ladra a violência;Mais prodígios marinhos;Natal pelas vitrines;Constituinte aponta omissão da Assembleia no caso do Triângulo;O elo partido;O pintor e sua opção;O espírito santo no computador;Direito ao sonho em paz;Evangelho da cólera coletiva;Vencedor versus perdedor;Legião dos desesperados;Manuscrito francês;Mário de Andrade continua;Saudades de abril;Verso e reverso;Para a existência de um grupo mineiro;Lembrança de Augusto Frederico Schmidt;O sonhado país de delícias;Perna, um brasileiro;Meios pobres: livros e letras;Cruzada contra o monstro;Sr. Redator;O humilde ofício de ler;No tempo da palmatória;O jubileu está de volta;Enfim a grota;Por que Grahan Greene não esteve aqui;Li o Jornaleco, que evidentemente pode melhorar;Carlos Bracher vive;Cão que suja na cama;Com o diabo no corpo;Contra a mistificação;Convivas demais;Cultura e fatura;Depoimento e sugestão;Desculpa das arábias;Dois toques;É uma curiosa experiência;Enjoadinho e radioativo;Essa, não;Estabilidade e cansaço;Favor falar baixo;Flores de retórica e outras flores;Guerra e paz;Hora do exorcismo;Jornalismo responsável só é possível com jornalismo livre;Ler ou não ler: eis o dilema;Livros inúteis e perigosos;Memorial JK;Missão perigosa em Trieste (Diplomatic courier);Napoleão de hospício;Nênia para o MDB;Ninguém lê nada;No bom caminho de São João del-Rei;Nosso patrono e herói Pero Vaz;O futuro adiado;O poeta e seus mistérios;O que for soará;Ontem, nunca;Palavras do senhor dr. Otto Lara Resende, adido cultural à embaixada do Brasil, em representação do senhor embaixador;Qual o sentido que o herói de Cervantes tem para o homem moderno? Quem é para você D. Quixote?;Que será?;Quem é carioca;Quem tem medo de Seu Artur?;Quid veritas?;Rocha de certeza;Saia o ato e deixem a banda passar;Sarna que coça;Segunda mão;Silêncio, por favor;Sinfonia de uma cidade (Sous le ciel de Paris);Só a mulher peca (Clash by night);Sob o sol da Páscoa;Somos todos vítimas;Sonhos de verão;Tambores distantes (Distant drums);Tragédia burguesa completa: o sonho do autor enfim realizado;Tudo que não estiver muito claro neste país, é a favor do governo;Última cartada;Um beijo na orelha esquerda;Um cavalo chamado Brasil;Um raio pode apagar a luz;Uma bala no coração;Universo padrasto;Nelson Rodrigues: o que estraga o teatro são os atores e o público;Sábado à tarde
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Rocha de certeza
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
21 de junho de 1981