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Casario e lavadeira às margens do rio Tamanduateí
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Casario e lavadeira às margens do rio Tamanduateí
Trecho do rio Tamanduateí ainda não retificado, junto à várzea do Carmo, atual parque D. Pedro II, na altura da rua do Hospício. À sua margem direita vê-se os fundos das edificações da rua Tabatinguera e, ao fundo, torre da igreja da Boa Morte na rua de mesmo nome, atual rua do Carmo. À esquerda, lavadeira estende roupas para secar ao chão. Notar as escadas que permitiam acesso às canoas estacionadas no rio.
Vincenzo Pastore
Região da várzea do Carmo, atual parque D. Pedro II
circa 1910

Margem do Rio Cotinguiba
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Margem do Rio Cotinguiba
Margem do Cotinguiba, o principal afluente do rio Sergipe, na cidade de Aracaju. Uma das primeiras cidades planejadas do Brasil, Aracaju foi elevada à capital da Província de Sergipe em 1855. A partir daí, a cidade, que estava instalada no alto da Colina de Santo Antônio, se expande para as margens do rio Sergipe. A cidade abrigou também um importante porto para escoamento da produção de açúcar do Vale do Cotinguiba.
Abilio Coutinho
Rio Cotinguiba
circa 1869

Rio Quitandinha
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rio Quitandinha
O rio Quitandinha em frente à confluência com a rua Princesa Dona Januária. Podemos ver pedreiros consertando as margens do rio, provavelmente depois de um pequeno deslizamento de terra. Ao fundo, casario comercial da região.
Revert Henrique Klumb
Rio Quitandinha
circa 1870

Rio Quitandinha/ Córrego Seco
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Rio Quitandinha/ Córrego Seco
O encontro do rio Quitandinha com o Córrego Seco e o coreto da Praça da Confluência, olhando-se para o lado esquerdo da rua do Imperador, na direção da rua João Pessoa. À esquerda, jardins do Palácio do Imperador e, à direita, a rua do mesmo nome.
Revert Henrique Klumb
Rua do Imperador
1870

Rio Negro
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Rio Negro
O rio Negro é o maior afluente da margem esquerda do rio Amazonas, na Amazônia, na América do Sul. É o mais extenso rio de água negra do mundo, e o segundo maior em volume de água — atrás somente do Amazonas, o qual ajuda a formar. Tem sua origem entre as bacias do rio Orinoco e Amazônica. Conecta-se com o Orinoco através do canal de Casiquiare. Na Colômbia, onde tem a sua nascente, é chamado de rio Guainia. Seus principais afluentes são o rio Branco e o rio Vaupés. Disputa ser o começo do rio Orinoco junto com o rio Guaviare. Drena a região leste dos Andes na Colômbia. Após passar por Manaus, une-se ao rio Solimões e, a partir dessa união, este último passa a chamar-se rio Amazonas.
Marcel Gautherot
Rio Negro
circa 1955

Serra do Navio
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Serra do Navio
Criado na década de 50, o município de Serra do Navio foi um projeto do arquiteto modernista Oswaldo Bratke. Foi planejado com conceitos que, atualmente, são considerados sustentáveis. Para amenizar o forte calor, as casas aproveitam a ventilação natural com uso de venezianas fixas de madeira. Havia tratamento de esgoto, coleta de lixo e iluminação pública, serviços inexistentes em muitos municípios brasileiros na época. O trem trazia passageiros, alimentos, material de construção e equipamentos. As linhas do trilho ainda constituem a principal ligação com a capital, Macapá, a cerca de 200 quilômetros.
Marcel Gautherot
Margem do Rio Amapari
circa 1966

Serra do Navio
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Serra do Navio
Criado na década de 50, o município de Serra do Navio foi um projeto do arquiteto modernista Oswaldo Bratke. Foi planejado com conceitos que, atualmente, são considerados sustentáveis. Para amenizar o forte calor, as casas aproveitam a ventilação natural com uso de venezianas fixas de madeira. Havia tratamento de esgoto, coleta de lixo e iluminação pública, serviços inexistentes em muitos municípios brasileiros na época. O trem trazia passageiros, alimentos, material de construção e equipamentos. As linhas do trilho ainda constituem a principal ligação com a capital, Macapá, a cerca de 200 quilômetros.
Marcel Gautherot
Margem do Rio Amapari
circa 1966

Rio São Francisco
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Rio São Francisco
O Rio São Francisco nasce na serra da Canastra, no estado de Minas Gerais, e encontra o mar entre Sergipe e Alagoas. Além desses estados, ele perpassa ainda o enorme território da Bahia. Por sua extensão e importância, o rio é chamado de Rio da Integração Nacional. Foi descoberto em 1501 por Américo Vespúcio que o nomeou de São Francisco, embora antes dele os índios o conhecessem por Opara, ou rio-mar.
Marcel Gautherot
Rio São Francisco
circa 1960

Rio São Francisco
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Rio São Francisco
O Rio São Francisco nasce na serra da Canastra, no estado de Minas Gerais, e encontra o mar entre Sergipe e Alagoas. Além desses estados, ele perpassa ainda o enorme território da Bahia. Por sua extensão e importância, o rio é chamado de Rio da Integração Nacional. Foi descoberto em 1501 por Américo Vespúcio que o nomeou de São Francisco, embora antes dele os índios o conhecessem por Opara, ou rio-mar.
Marcel Gautherot
Rio São Francisco
circa 1960