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Jardim do Passeio Público
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Jardim do Passeio Público
Imagem integra o álbum Brasilien (Brasil), com imagens de autoria de Albert Frisch e Philipp von Luetzelburg. As fotos de Frisch foram realizadas na Amazonia, durante a Expedição Fotográfica por ele organizada, nos rios Solimões, ou Alto Amazonas, e Negro. O álbum foi editado postumamente, em 1930, pelo filho de Frisch, Albert Frisch Junior, que se encarregou da casa editorial Kunstanstalt Albert Frisch, fundada por seu pai. O álbum conta com 112 imagens, sendo 106 de Frisch e seis do botânico von Luetzelburg, dos povos Uanana e Tukano realizadas no Alto Rio Negro, no final da década de 1920. Von Luetzelburg viveu mais de duas décadas no Brasil, trabalhou na Inspetoria de Obras Contra as Secas e atuou, sobretudo, no nordeste do país. A partir de 1927 integrou o Serviço de Inspeção de Fronteiras, dirigido por Cândido Rondon, fazendo frequentes viagens à Amazônia. Apesar de sua contribuição para o conhecimento da flora brasileira, é impossível dissociar a figura de Von Luetzelburg de suas nefastas escolhas após o retorno a Alemanha em 1938. Recrutado por Heinrich Himmler, primo de sua esposa, ingressou na SS e chefiou o departamento de botânica da Ahnenerbe, a organização oficial encarregada de difundir suas teorias raciais nazistas. Construído entre 1779 e 1783, o Passeio Público localiza-se no centro histórico do Rio de Janeiro, entre a Lapa e a Cinelândia, e foi concebido pelo mineiro Valentim da Fonseca e Silva, mais conhecido como Mestre Valentim (c. 1745 – 1813), um dos maiores artistas do período colonial brasileiro. Ele desenhou um jardim em estilo francês para o qual fez várias obras de arte, dentre elas esculturas, chafarizes e pirâmides como o Chafariz dos Jacarés ou Fonte dos Amores, duas pirâmides de granito e a Fonte do Menino com a escultura do menino da bica.
Albert Frisch
Passeio Público ; Centro
1865

Vista do bairro de Botafogo; tomada da Ladeira dos Tabajaras
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista do bairro de Botafogo; tomada da Ladeira dos Tabajaras
Albert Frisch
Ladeira dos Tabajaras ; Botafogo
circa 1865

Praça Tiradentes; destaque para a estátua equestre de D. Pedro I
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Praça Tiradentes; destaque para a estátua equestre de D. Pedro I
Albert Frisch
Praça Tiradentes ; Centro
1865

Botafogo, região da atual Rua Lauro Müller
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Botafogo, região da atual Rua Lauro Müller
Fotografia realizada por A. Frisch na cidade do Rio de Janeiro. A imagem integra o álbum Brasilien (Brasil), editado postumamente, em 1930, pelo filho de Frisch, Albert Frisch Junior, que se encarregou da casa editorial Kunstanstalt Albert Frisch fundada por seu pai. O álbum conta com 112 imagens, sendo 106 fotografias de Frisch e seis dos povos Uanana e Tukano realizadas pelo botânico também alemão Philipp von Luetzelburg no Alto Rio Negro, no final da década de 1920. Von Luetzelburg viveu mais de duas décadas no Brasil. Trabalhou na Inspetoria de Obras Contra as Secas e atuou, sobretudo, no nordeste do país. A partir de 1927 integrou o Serviço de Inspeção de Fronteiras, dirigido por Cândido Rondon, fazendo frequentes viagens à Amazônia. Apesar de sua contribuição para o conhecimento da flora brasileira, é impossível dissociar a figura de Von Luetzelburg de suas nefastas escolhas após o retorno a Alemanha em 1938. Recrutado por Heinrich Himmler, primo de sua esposa, ingressou na SS e chefiou o departamento de botânica da Ahnenerbe, a organização oficial encarregada de difundir suas teorias raciais nazistas.
Albert Frisch
Botafogo
circa 1865

Bairro do Humaitá
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Bairro do Humaitá
Fotografia realizada por A. Frisch na cidade do Rio de Janeiro. A imagem integra o álbum Brasilien (Brasil), editado postumamente, em 1930, pelo filho de Frisch, Albert Frisch Junior, que se encarregou da casa editorial Kunstanstalt Albert Frisch fundada por seu pai. O álbum conta com 112 imagens, sendo 106 fotografias de Frisch e seis dos povos Uanana e Tukano realizadas pelo botânico também alemão Philipp von Luetzelburg no Alto Rio Negro, no final da década de 1920. Von Luetzelburg viveu mais de duas décadas no Brasil. Trabalhou na Inspetoria de Obras Contra as Secas e atuou, sobretudo, no nordeste do país. A partir de 1927 integrou o Serviço de Inspeção de Fronteiras, dirigido por Cândido Rondon, fazendo frequentes viagens à Amazônia. Apesar de sua contribuição para o conhecimento da flora brasileira, é impossível dissociar a figura de Von Luetzelburg de suas nefastas escolhas após o retorno a Alemanha em 1938. Recrutado por Heinrich Himmler, primo de sua esposa, ingressou na SS e chefiou o departamento de botânica da Ahnenerbe, a organização oficial encarregada de difundir suas teorias raciais nazistas.
Albert Frisch
Parque Municipal do Morro do Martelo ; Humaitá
circa 1865

Vista de parte do bairro de São Domingos
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Vista de parte do bairro de São Domingos
Fotografia tirada no bairro de São Domingos, na cidade de Niterói. Na paisagem, está a baía de Guanabara e a pedra do corcovado.
Albert Frisch
São Domingos
circa 1865

Sítio às margens do rio Solimões
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Sítio às margens do rio Solimões
O termo tapuia, presente no título original da imagem, segundo verbete do Instituto Socioambiental (ISA), é uma identidade genérica para designar grupo de moradores locais, muitos deles descendentes de povos indigenas da região. De acordo com alguns pesquisadores, o termo pode ter conotação pejorativa, que nomeia grupos de pessoas traçoeiras, assim descritos por fazendeiros e indivíduos que travavam conflitos com essas comunidades pela disputa de terras.
Albert Frisch
Província do Alto Amazonas (atual região do rio Solimões)
circa 1865

Habitação de indígenas do povo Miranha; na antiga Província do Alto Amazonas
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Habitação de indígenas do povo Miranha; na antiga Província do Alto Amazonas
Albert Frisch, fotógrafo alemão contratado por Georges Leuzinger, percorreu em 1867 e 1868 o Alto Amazonas, de Tabatinga a Manaus, e foi um dos primeiros a retratar povos indígenas brasileiros, além de aspectos da paisagem local. O conjunto de cerca de cem imagens foi editado e comercializado pela Casa Leuzinger e representa um marco na fotografia brasileira do século XIX. Esta imagem é reproduzida no álbum "Resultat d'une expédition phographique sur le Solimões" publicado por George Leuzinger em 1869. Com o título "Malocca - Habitation d'Indiens sauvages "miranhas", sur la riviére "Iça", à 35 lieues de son embouchure dans l'Amazonas (rive gauche) [Habitação de índigenas selvagens "Miranhas", no rio Iça, a 35 léguas de sua foz no Amazonas(margem esquerda)]", na prancha de nº 10.
Albert Frisch
Província do Alto Amazonas (atual região do rio Solimões)
circa 1868

Indígenas Umauá na antiga Província do Alto Amazonas, região do rio Solimões (fotomontagem)
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Indígenas Umauá na antiga Província do Alto Amazonas, região do rio Solimões (fotomontagem)
Homens do povo Umauá, da região do rio Solimões no Alto Amazonas, em pé com armas e ornamentos característicos.
Albert Frisch
Província do Alto Amazonas (atual região do rio Solimões)
circa 1865