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Sítio às margens do rio Solimões
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0004.jpg
Sítio às margens do rio Solimões
O termo tapuia, presente no título original da imagem, segundo verbete do Instituto Socioambiental (ISA), é uma identidade genérica para designar grupo de moradores locais, muitos deles descendentes de povos indigenas da região. De acordo com alguns pesquisadores, o termo pode ter conotação pejorativa, que nomeia grupos de pessoas traçoeiras, assim descritos por fazendeiros e indivíduos que travavam conflitos com essas comunidades pela disputa de terras.
Albert Frisch
Província do Alto Amazonas (atual região do rio Solimões)
circa 1865

Habitação de indígenas do povo Miranha; na antiga Província do Alto Amazonas
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0005.jpg
Habitação de indígenas do povo Miranha; na antiga Província do Alto Amazonas
Albert Frisch, fotógrafo alemão contratado por Georges Leuzinger, percorreu em 1867 e 1868 o Alto Amazonas, de Tabatinga a Manaus, e foi um dos primeiros a retratar povos indígenas brasileiros, além de aspectos da paisagem local. O conjunto de cerca de cem imagens foi editado e comercializado pela Casa Leuzinger e representa um marco na fotografia brasileira do século XIX. Esta imagem é reproduzida no álbum "Resultat d'une expédition phographique sur le Solimões" publicado por George Leuzinger em 1869. Com o título "Malocca - Habitation d'Indiens sauvages "miranhas", sur la riviére "Iça", à 35 lieues de son embouchure dans l'Amazonas (rive gauche) [Habitação de índigenas selvagens "Miranhas", no rio Iça, a 35 léguas de sua foz no Amazonas(margem esquerda)]", na prancha de nº 10.
Albert Frisch
Província do Alto Amazonas (atual região do rio Solimões)
circa 1868

Indígenas Umauá na antiga Província do Alto Amazonas, região do rio Solimões (fotomontagem)
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0012.jpg
Indígenas Umauá na antiga Província do Alto Amazonas, região do rio Solimões (fotomontagem)
Homens do povo Umauá, da região do rio Solimões no Alto Amazonas, em pé com armas e ornamentos característicos.
Albert Frisch
Província do Alto Amazonas (atual região do rio Solimões)
circa 1865

Indígena do povo Omagua-Kambeba na antiga Província do Alto Amazonas, região do rio Solimões (fotomontagem)
Archive/Collection: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0014.jpg
Indígena do povo Omagua-Kambeba na antiga Província do Alto Amazonas, região do rio Solimões (fotomontagem)
Albert Frisch, fotógrafo alemão contratado por Georges Leuzinger, percorreu em 1867 e 1868 o Alto Amazonas, de Tabatinga a Manaus, e foi um dos primeiros a retratar povos indígenas brasileiros, além de aspectos da paisagem local. O conjunto de cerca de cem imagens foi editado e comercializado pela Casa Leuzinger e representa um marco na fotografia brasileira do século XIX. Fotomontagem de um índio da etnia Amauá (Omagua) na região do rio Solimões, segurando uma clava e uma lança nas mãos.
Albert Frisch
Província do Alto Amazonas (atual região do rio Solimões)
1868

Mulheres indígenas do povo Miranha na região do Alto Japurá
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0016.jpg
Mulheres indígenas do povo Miranha na região do Alto Japurá
Os Miranha habitavam a região do Amazonas e Colômbia, tendo sido considerados "bárbaros" por muitos naturalistas com quem travaram contato.
Albert Frisch
Alto Japurá
circa 1865

Família de barqueiros bolivianos às margens do rio Madeira
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0019.jpg
Família de barqueiros bolivianos às margens do rio Madeira
Albert Frisch, fotógrafo alemão contratado por Georges Leuzinger, percorreu em 1867 e 1868 o Alto Amazonas, de Tabatinga a Manaus, e foi um dos primeiros a retratar povos indígenas brasileiros, além de aspectos da paisagem local. O conjunto de cerca de cem imagens foi editado e comercializado pela Casa Leuzinger e representa um marco na fotografia brasileira do século XIX.Esta imagem integra a Coleção Alphons Stübel. Esta imagem é reproduzida no álbum "Resultat d'une expédition phographique sur le Solimões" publicado por George Leuzinger em 1869. Com o título "Une famille de bateliers Boliviens" [Uma família de barqueiros bolivianos], com a seguinte descrição: à Manáos [em Manaus]", na prancha de nº 90.
Albert Frisch
Manaus
circa 1868

Barqueiros bolivianos às margens do rio Madeira
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0020.jpg
Barqueiros bolivianos às margens do rio Madeira
Albert Frisch, fotógrafo alemão contratado por Georges Leuzinger, percorreu em 1867 e 1868 o Alto Amazonas, de Tabatinga a Manaus, e foi um dos primeiros a retratar povos indígenas brasileiros, além de aspectos da paisagem local. O conjunto de cerca de cem imagens foi editado e comercializado pela Casa Leuzinger e representa um marco na fotografia brasileira do século XIX. Esta imagem é reproduzida no álbum "Resultat d'une expédition phographique sur le Solimões" publicado por George Leuzinger em 1869. Com o título ""Manáos", com a seguinte descrição: un Groupe de rameurs Boliviens [um grupo de remadores bolivianos]", na prancha de nº 82.
Albert Frisch
Manaus
1868

Barqueiro boliviano às margens do rio Madeira
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0021.jpg
Barqueiro boliviano às margens do rio Madeira
Albert Frisch, fotógrafo alemão contratado por Georges Leuzinger, percorreu em 1867 e 1868 o Alto Amazonas, de Tabatinga a Manaus, e foi um dos primeiros a retratar povos indígenas brasileiros, além de aspectos da paisagem local. O conjunto de cerca de cem imagens foi editado e comercializado pela Casa Leuzinger e representa um marco na fotografia brasileira do século XIX. Esta imagem é reproduzida no álbum "Resultat d'une expédition phographique sur le Solimões" publicado por George Leuzinger em 1869. Com o título "Indien Bolivien à Manáos", com a seguinte descrição: avec son vêtement, fait d’une pièce des fibres du "Tururí", voir N. 20 [com sua vestimenta, feita de uma só peça de fibras "Tururí"", ver n. 20]", na prancha de nº 81.
Albert Frisch
Manaus
1868

Estação de desembarque de barcos a vapor no rio Amazonas
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm22-0038.jpg
Estação de desembarque de barcos a vapor no rio Amazonas
Entre 1850 e 1870 o governo imperial começou a tomar uma série de medidas para fortalecer o vale do rio Amazonas e diminuir o isolamento - geográfico, político e econômico - de Manaus em relação ao resto do país, garantindo assim a integridade do Império. Duas dessas medidas foram a abertura dos principais rios da região a embarcações de qualquer nacionalidade e a introdução da navegação a vapor, cujo monopólio foi cedido em 1852 ao Barão de Mauá. Foi assim estabelecida, a partir de 1853, a primeira linha regular de transporte a vapor na região, ligando a Cidade da Barra do Rio Negro (Manaus) a Belém. A autorização da navegação a vapor era um complemento da lei que criara a Província do Amazonas em 1850, que até então era vinculada à Província do Grão-Pará.
Albert Frisch
AM
circa 1868