Nem todos os documentos, obras e objetos estão disponíveis para licenciamento ou empréstimo.

Visualizar por
-;Arqueólogos acham estátua de bezerro que foi adorada;-;-;A grande posse dos pobres;-;O caminho para o soneto;-;O braço direito: dossiê (Sinite parvulos venire ad me...);-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Machado de Assis: razão e desrazão;-;O braço direito: dossiê (Sacas de mantimentos...);-;Pressentimento;-;Ela tinha o ar aflito...;Porque ela se chamava Abigail e dormia ainda...;-;-;-;-;-;A morte do romancista Guimarães Rosa;-;-;-;Assim morreu Manoel Moçambique;-;Quem será?;-;-;-;-;-;-;A boca do inferno de Otto Lara Resende;-;Bem-vindo, Jack;-;-;-;-;[Dr. Memphis];-;-;-;-;Vem. Caminha nesta paz tão sombria...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Bochechas de navio e interrogatório;-;Volta ao Diário de Notícias;-;-;-;-;-;Brasil tem catástrofe?;-;-;-;-;-;Lê-se sozinho/como se nasce...;-;-;-;-;Ainda o tratamento;-;-;-;Alzirinha Vargas, filha e conselheira;-;-;-;-;Algumas reminiscências e um testemunho;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Berço da rosa;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Rumor do Brasil;De João a João;Perna, um brasileiro;O único santo [A sombra do mestre];Jackson de Figueiredo;[Quando morre Gonçalves Dias...];Armando [português]...;Por que os cães nos US e na Europa...;As Minas Gerais e os primórdios...;O braço direito: dossiê (BD: O perigo amarelo...);Há um momento em que...;Coice de cavalo no lombo...;O que o tornava mais interessante...;Facadista desapareceu de cena...;Riquixá na Índia.../Cobra...;Avatar/xamã/sociedade bucólica...;Vovó morreu às 11:30h...;Amigos, a inauguração da última frase do Otto Lara Resende;A barba de Otto Lara Resende;A conquista: os italianos;A estreia de Fernando Tavares Sabino;A máfia do boato;A paz de Santa Maria de Maricá;ABL não elege candidato e Otto teme novo método;Antônio de Lara Resende - O jeito mineiro de contar a vida;As letras de Otto;Fragmentos marinhos;Olhar impoluto, pose de barão...;Um dois/Provençal;Considerações do olho lúbrico de Peter Lorre;A metrópole e o rapaz melancólico
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
021917.jpg
Carta
Manifestação de tristeza pela morte de Hélio Pellegrino. Comentários sobre tradução de biografias de Sylvia Plath e Truman Capote. Comentários sobre tradução do livro The voyage out, de Virgínia Woolf
Lya Luft
Porto Alegre
10 de agosto de 1990

Impunidade/A sereia e  o sena;O guarda do anjo;-;-;-;-;É preciso estar sempre...;-;-;A paixão continua;-;-;-;-;O santo/O mártir do nada/O cãozinho;-;-;-;-;-;-;-;Autorretrato;-;-;Hoje tornou-se moda...;-;-;-;-;-;A história das casas de Maura/A vila Maurina/A casa da Glória/A casa da palavra;-;-;Na noite em que todos dormem...;-;-;[Folheto];-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Rato na calha. Lex gemendo, chorando...;-;-;-;Boa tarde, hipodigma;A pesca;-;-;-;O braço direito: dossiê (Dissipação, a palavra é esta...);-;Subiram nas pedras do Arpoador...;-;-;-;A arte de Conceição Piló;-;-;Abaixo o pessimismo;-;-;-;A coisa está preta;-;-;-;Adeus a Galateia;O braço direito;-;-;-;-;-;-;A orquestra;-;-;Homem. Gato ao poço...;-;-;-;-;Jeremias: não nos deixeis...;-;-;A função do júri e o exercício da memória;-;-;Brasil: anti-pasárgada;-;-;-;Brasil bola Brasil - Pelé pátria Pelé;-;-;-;Anúncio;Jubileu está de volta;-;-;-;Cego, mas visionário;-;-;Paisagem clássica;-;Sigilo = selo. O que está selado [apocalipse]...;-;-;-;A lenta morte do pessedismo;-;-;-;O velho, que tem um calo na alma...;-;-;A morte de Israel;-;-;-;O apocalipse viaja de avião;-;-;-;Lisboa urgente...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;El brazo derecho;Que fazer?;Minas, agora, para sempre;Um biscoito que virou pirâmide;O elo partido;A tirana;O braço direito: dossiê (BD: Um morcego pretinho...);O braço direito: dossiê (Rebus: logogrifo acompanhado de...);Há muitos anos resolvi escrever...;Há sujeitos que cabem dentro...;Há momentos de uma espécie de delírio...;Evocação do Recife/Depoimento do modelo/Itinerário de Pasárgada;A quem, meu Deus, a quem?;A tragédia de Euclides;Aí vem o lobo mau;Antero de Quental, santo ou dissidente?;Aquele poeta lá do sul;As duas mortes de Maria da Abadia;Balada do homem de fora;A boca do inferno;Bye-bye, concorde;Soneto do mar e de mim;O falso vampiro;Soneto do Rio Parnaíba;Comentário sobre o animal racional
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
021908.jpg
Carta
Considerações a respeito de problemas com a família de Hélio Pellegrino
Lya Luft
Porto Alegre
13 de setembro de 1988

-;Eleições: eleitor de bico de pena...;-;-;-;As Pompas do Mundo;[Farpas alegres sobre Georges Bernanos];-;-;-;Assim é, se lhe parece;-;Grande poeta...;-;-;-;Uma fagulha que seja...;-;-;A sociedade e a moral cristã;-;-;Mota: Hélio e eu;-;-;-;-;Biblioteca: memória;Poema inteligente;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Estefanote - trepadeira...;-;-;-;-;-;Afeição sobre quatro patas: os gatos;Bombas e bombons;-;-;Muitas cabeças unidas num só corpo...;-;-;O linguajar carioca...;-;Gregoriana...;-;-;Falsa alegoria;-;-;30 anos de vida literária;-;-;Liberdade nº 2;-;-;Col: sobral, mult dos pães...;-;-;-;-;Dado o alarma...;-;A sogra de Pedro;-;A capucha;-;-;Amor, de mãos dadas;O trono vazio;Soneto de um casamento;A dança das constituições;-;-;Aos 48 anos Niskier é imortal;Soneto livre;-;-;-;-;O braço direito: dossiê (O ribombo do trovão...);-;Sou um viciado em Brasil...;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;A arara de luto;Quando a revolução era novidade;Mater dolorosa;[Introdução a Carlos Drummond de Andrade];Vem de longe, da minha...;Casa dentro da casa;Culpa;Docta ignorantia...;Casal feliz [conto]...;Nem pensar. Vida pública? Nunca...;Linhagem;O braço direito: dossiê (Os seus lêmures...);À margem dos cock-tails;A vida contada e sentida do solitário do Tambaú;Academia;Alceu e eu;Atestado de identidade para Murilo Mendes;A boca do inferno;Já pensou em escrever um livro de memórias?
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
019385.jpg
Carta
Considerações a respeito da educação, política, saúde e cultura no Brasil
Luiz Eduardo Borgerth
Rio de Janeiro
20 de maio de 1988

Alfredo Volpi e sua obra
Arquivo/Coleção: Alice Brill
011CXART1306.jpg
Alfredo Volpi e sua obra
Retrato de Alfredo Volpi diante de uma de suas obras, em sua residência e ateliê no Cambuci. Alfredo Volpi nasceu em Lucca, na Itália, em 14 de abril de 1896, e faleceu em São Paulo em 28 de maio de 1988. Sua família passou a residir em São Paulo em 1897, estabelecendo-se no Ipiranga. Ainda criança, Alfredo estudou na Escola Profissional Masculina do Brás. Mais tarde trabalhou como marceneiro-entalhador e encanador. Em 1911, tornou-se pintor decorador e começou a pintar sobre madeiras e telas. Uma paisagem de 1914 é indicada como sua primeira pintura de cavalete. Casou-se em 1927 com Benedita da Conceição (Judith), que provavelmente serviu de modelo no quadro "Mulata" do Museu de Arte Moderna de São Paulo. Na década de trinta passou a fazer parte do Grupo Santa Helena com vários artistas, como Mario Zanini e Francisco Rebolo, integrando ainda a Família Artística Paulista em 1937. Realizou trabalhos para a Osirarte, empresa de azulejaria criada em 1940, por Rossi Osir.
Alice Brill
Cambuci
circa 1951

Alfredo Volpi
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
008MS051.jpg
Alfredo Volpi
O pintor Alfredo Volpi nasceu em Lucca, Itália, em 1896, e veio para o Brasil ainda pequeno com a família, estabelecendo-se em São Paulo. Trabalhou como operário, pintor e decorador de paredes, ornamentando murais, frisos, florões etc., usados nos salões dos palacetes da época. Autodidata, fez sua primeira obra em 1914. Até a década de 1930 sua pintura caracterizava-se pela aproximação naturalista das formas e cores, tendo ainda um toque impressionista. Depois de 30 sua obra ganhou contornos da arte popular. Em 1925 iniciou sua participação em mostras coletivas; em 1939, após uma visita a cidade de Itanhaém, iniciou a famosa série de marinhas. Numa visita à Itália em 1950 ficou seduzido pela arte gótica, e a partir daí foi substituindo gradativamente o óleo pela têmpera, e iniciou uma fase construtivista. Volpi foi ganhador de alguns prêmios em bienais de arte que lhe trouxeram o reconhecimento nacional. Faleceu em São Paulo em 1988.
Madalena Schwartz
Brasil
circa 1982

Grupo de artistas no atelier Osirarte. À esquerda, Alfredo Volpi, no centro Rossi Osir e à direita Hilde Weber.
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
005HR174.jpg
Grupo de artistas no atelier Osirarte. À esquerda, Alfredo Volpi, no centro Rossi Osir e à direita Hilde Weber.
O ateliê e fábrica de azulejos Osirarte foi aberto em 1940 por Paulo Rossi Osir, lá reuniam-se artistas como Alfredo Volpi, Mario Zanini e Cândido Portinari, que se dedicavam a pesquisar técnicas de esmalte, pintura e temperatura de queima dos azulejos. Osir nasceu em São Paulo, filho de uma francesa com um italiano, circulou entre a intelectualidade brasileira, entre os quais, modernistas e o grupo Santa Helena, este último envolvido com temas urbanos e técnicas artesanais como a azulejaria. O ateliê funcionou até a morte de seu fundador, em 1959.
Hildegard Rosenthal
São Paulo
circa 1944

Alfredo Volpi, pintando azulejos no ateliê da Osirarte
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
005HR173.jpg
Alfredo Volpi, pintando azulejos no ateliê da Osirarte
O pintor Alfredo Volpi nasceu em Lucca, Itália, em 1896, e veio para o Brasil ainda pequeno com a família, estabelecendo-se em São Paulo. Trabalhou como operário, pintor e decorador de paredes, ornamentando murais, frisos e florões em salões dos palacetes da época. Autodidata, fez sua primeira obra em 1914. Até a década de 1930 sua pintura caracterizava-se pela aproximação naturalista das formas e cores, tendo ainda um toque impressionista. Depois de 30 sua obra ganhou contornos da arte popular. Em 1925 iniciou sua participação em mostras coletivas, em 1939, após uma visita a cidade de Itanhaém, iniciou a famosa série de marinhas. Numa visita à Itália em 1950 ficou seduzido pela arte gótica. A partir daí, foi substituindo gradativamente o óleo pela têmpera, iniciando uma fase construtivista. Volpi foi ganhador de alguns prêmios em bienais de arte que lhe trouxeram o reconhecimento nacional. Faleceu em São Paulo em 1988.
Hildegard Rosenthal
São Paulo
circa 1942

Filtrar por:

Áreas

Acervo IMS de A a Z

Autoria

Assuntos

Pessoas

Locais

Datas

Documentos, Obras e Objetos

Gêneros documentais

Técnicas

Suportes