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Finados - movimentação de pedestres na Praia de São Cristóvão
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Finados - movimentação de pedestres na Praia de São Cristóvão
Os cemitérios de São Francisco Xavier da Penitencia e da Órdem do Carmo ficavam próximos a praia de São Cristóvão, que desapareceu por causa de aterros consecutivos.
F Garcia
São Cristóvão
2 de novembro de 1911

Palácio Imperial em São Cristóvão
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Palácio Imperial em São Cristóvão
Marc Ferrez
São Cristóvão
circa 1870

Palácio Imperial de São Cristóvão, atual Museu Nacional
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Palácio Imperial de São Cristóvão, atual Museu Nacional
Marc Ferrez
São Cristóvão
circa 1882

Palácio de São Cristóvão na Quinta da Boa Vista
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Palácio de São Cristóvão na Quinta da Boa Vista
Vista do Palácio da Quinta da Boa Vista, que serviu como residência a D. Pedro II.
Augusto Stahl
São Cristóvão
circa 1862

O Palácio Imperial
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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O Palácio Imperial
Quinta Imperial da Boa Vista - A origem da Quinta da Boa Vista está na Fazenda de São Cristóvão, uma das muitas propriedades jesuítas absorvidas pela coroa portuguesa quando da expulsão dos padres daquela ordem. Posta à venda, a fazenda dividiu-se em chácaras. Uma destas colocava-se numa elevação de terreno às margens dos Rios Joana e Maracanã, de onde se desfrutava uma "boa vista". Quando D. João chegou ao Rio, comprou a propriedade e realizaram-se reformas, ampliações no interior, tornando-se realmente um palácio. Em 1816, o embaixador inglês, Duque de Northumberland, presenteou a residência real com o portão que é visto na foto e que hoje se encontra no Jardim Zoológico poucos metros abaixo. No reinado de Pedro II, tomou formas neoclássicas e teve o seu entorno ajardinado por Glaziou entre 1866 e 1876. A Quinta Imperial ficou de tal maneira bela, que levou Oliveira Viana a chamá-la de "Versalhes Tropical". Além de sua beleza e situação, que lhe deram ares de Versalhes, a Quinta tem importância histórica porque lá residiram um rei de Portugal, os dois imperadores e as três imperatrizes do Brasil. Lá também nasceram a futura rainha de Portugal, D. Maria da Glória (MariaII), e a Princesa Isabel, várias vezes regente, quase imperatriz. Com a República, funcionou no palácio a primeira Assembléia Constituinte do novo regime e, a partir de 1892, ali se instalou o Museu Nacional, hoje importante centro de pesquisas nas áreas de Ciências Humanas e Naturais.
Georges Leuzinger
São Cristóvão
circa 1870

O Paço de São Cristóvão
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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O Paço de São Cristóvão
A quinta foi construída no século XVIII pelo negociante português Elias Antônio Lopes, num terreno elevado e com exuberante vegetação. Foi dada de presente a D. João VI quando este chegou ao Brasil, sendo a casa assim transformada em residência real. A partir de 1892 o palácio virou Museu Real (quando o museu foi transferido do Campo de Santana para a Quinta da Boa Vista) e, em 1922, tornou-se Museu Nacional.
Camillo Vedani
São Cristóvão
circa 1865

Palácio Imperial
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Palácio Imperial
Marc Ferrez
São Cristóvão
circa 1885

Palácio Imperial de São Cristóvão, atual Museu Nacional
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Palácio Imperial de São Cristóvão, atual Museu Nacional
Georges Leuzinger
São Cristóvão
circa 1865