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Folião fantasiado de Jean Manzon, colega de Medeiros na revista "O Cruzeiro"
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Folião fantasiado de Jean Manzon, colega de Medeiros na revista "O Cruzeiro"
O Hotel Glória, um dos mais tradicionais da cidade, promovia animados bailes à fantasia durante o Carnaval. Na foto, folião fantasiado de Jean Manzon, francês nascido em Paris em 1915. Manzon trabalhou como fotógrafo para o Serviço Cinematográfico da Marinha Francesa e veio para o Brasil em 1941. Fez sucesso como fotógrafo na revista "O Cruzeiro", de Assis Chateubriand, que introduziu novos formatos estéticos e técnicos que levaram à renovação da imprensa brasileira. O francês trabalhou para o Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP) no governo de Getúlio Vargas e foi diretor de curtas do Instituto de Pesquisa e Estudos Sociais (IPÊS) na década de 1960. Também manteve uma produtora de filmes, com a qual fazia curtas e documentários, e foi um dos responsáveis pela introdução no Brasil do conceito de ensaios fotográficos com temas relacionados à cultura e à sociedade brasileiras.
José Medeiros
Hotel Glória
1949

Omulu, ou Obaluaê, deus das moléstias
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Omulu, ou Obaluaê, deus das moléstias
A entidade chamada Omulu, ou Obaluaê, é encarnada por um médium, que recebe o nome de cavalo, e usa um capuz de palha. No candomblé, durante o ritual da incorporação, são entoados cânticos de louvor aos orixás, e nas letras são ressaltadas as características de cada divindade com o objetivo de invocá-las. As entidades incorporam nos filhos de santo a ela destinadas, todos devidamente paramentados, e têm início as danças em roda no barracão, ao som das cantigas e dos atabaques. É dessa forma que os orixás asseguram a proteção aos seus descendentes.
José Medeiros
BA
circa 1955

Getúlio Vargas no dia de sua posse
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Getúlio Vargas no dia de sua posse
A partir de 1939, já durante o Estado Novo, o dia do Trabalho (1º de maio) passou a ser comemorado no estádio de São Januário, em São Cristóvão, com a presença de autoridades governamentais e do próprio presidente. Nessas festas Getúlio Vargas fazia seu discurso e anunciava uma nova medida de seu governo que beneficiaria os trabalhadores. Vargas nasceu em São Borja, Rio Grande do Sul, em 19 de abril de 1883. Graduou-se na Faculdade de Direito de Porto Alegre em 1907 e começou sua carreira política em 1909, elegendo-se deputado estadual. Foi reeleito em 1913, mas renunciou ao cargo em protesto contra Borges de Medeiros, então governador do Rio Grande do Sul. Em 1917 Vargas voltou à Assembléia legislativa estadual, sendo novamente eleito em 1921 e, dois anos depois, se elegeu deputado federal, tornando-se inclusive líder da bancada gaúcha. Foi Ministro da Fazenda do governo Washington Luís, eleito em 1926, mas ficou no cargo menos de um ano, já que foi escolhido candidato ao governo do Rio Grande. Eleito, empossou-se em 25 de janeiro de 1928. Foi chefe do governo provisório depois da Revolução de 30 e presidente eleito pela Constituinte em julho de 1934 até a ditadura do Estado Novo, implantada em 10 de novembro de 1937. Deposto em outubro de 1945, voltou ao poder em 31 de janeiro de 1951, eleito por voto popular. Em 1954 o governo passava por uma grande crise. Vargas, pressionado por interesses econômicos estrangeiros, pela imprensa e pelos militares, suicidou-se em 24 de agosto desse mesmo ano.
José Medeiros
Rio de Janeiro
1951

Teatro João Caetano
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Teatro João Caetano
José Medeiros
Praça Tiradentes
1950

Apresentação musical durante batismo de avião
Archive/Collection: José Medeiros
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Apresentação musical durante batismo de avião
Apresentação musical durante batismo de avião; ao fundo, os músicos Pixinguinha, ao saxofone, e Benedito Lacerda, à flauta.
José Medeiros
Rio de Janeiro
circa 1949