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Casa do Muxarabi
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Casa do Muxarabi
A Casa do Muxarabi, onde foi instalada a biblioteca, foi erguida provavelmente na segunda metade do século XVIII para servir de residência particular. O sobrado possui beiral com arremate em cachorros, porta-sacadas, vergas alteadas e, em destaque, o balcão de muxarabi, um dos únicos exemplares autênticos em Minas Gerais. O muxarabi, de origem árabe, foi bastante empregado nas construções coloniais. A Biblioteca Antônio Torres foi criada em 1954 com o objetivo de abrigar os acervos bibliográficos dos escritores Antônio Torres, João Raimundo Mourão e Bernardinho da Cunha.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua da Quitanda
1970s

Mercado Municipal
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Mercado Municipal
O Mercado Municipal começou a ser construído por volta de 1835, a mando do tenente Joaquim Cassimiro Lages, e funcionou originalmente como prédio de moradia, comércio e rancho de tropeiros (chamado na época "intendência"). A intendência era um lugar destinado ao descarregamento e comercialização de mercadorias vindas de outros lugares, e no caso de Diamantina foi desativada em 1884. Em 1889 a Câmara Municipal, a pedidos da população, adquiriu o prédio dos herdeiros de Lages e ali iniciou a construção do atual mercado, com estrutura de madeira e fachada em arcos. Atualmente, o antigo mercado abriga um centro cultural.
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro
1970s

Sobrados da Prefeitura e do Banco do Brasil
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Sobrados da Prefeitura e do Banco do Brasil
O casarão localizado na praça Conselheiro Mata foi erguido entre 1733 e 1735, por iniciativa do governo colonial, e passou por reformas entre 1752 e 1761, e posteriormente em 1817. Abrigou inicialmente a Casa da Intendência e, a partir de 1860, o Externato de Diamantina. No edifício também funcionou a Escola Normal, entre 1879 e 1896, e um grupo escolar, que se instalou em 1907. Atualmente sedia a Prefeitura e a Câmara Municipal.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça Conselheiro Mata
1970s

Sobrados
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Sobrados
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua Bonfim
1970s

Vista da cidade tirada do Hotel Tijuco
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Vista da cidade tirada do Hotel Tijuco
Diamantina, antigo Arraial do Tijuco, surgiu no início do século XVIII com o bandeirante Jerônimo Gouvêa, na localidade conhecida como Burgalhau. Seguindo o curso do rio Jequitinhonha, Gouvêa achou, na confluência dos rios Piruruca e Grande, uma grande quantidade de ouro, e a partir da década de 1720 começou a surgir o povoado, seguindo as margens dos rios onde era feito o garimpo. Logo foi descoberto diamante, mas somente depois de alguns anos de exploração foi comunicado o fato à Coroa Portuguesa. O arraial passou a chamar-se Vila Diamantina em 1831, e ainda nesse ano o ciclo de extração de diamantes era intenso, diferente do ciclo do ouro, que já estava em decadência. O ciclo diamantino entrou em decadência somente em 1860, quando foram descobertas jazidas na África, o que fez com que o preço do mineral despencasse. A cidade, que conserva suas características coloniais, é tombada pelo IPHAN e foi nomeada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO.
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro
1970s

Sede da Prefeitura de Diamantina
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Sede da Prefeitura de Diamantina
O casarão localizado na praça Conselheiro Mata foi erguido entre 1733 e 1735, por iniciativa do governo colonial, e passou por reformas entre 1752 e 1761, e posteriormente em 1817. Abrigou inicialmente a Casa da Intendência e, a partir de 1860, o Externato de Diamantina. No edifício também funcionou a Escola Normal, entre 1879 e 1896, e um grupo escolar, que se instalou em 1907. Atualmente sedia a Prefeitura e a Câmara Municipal.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça Conselheiro Mata
1970s

Hotel Tijuco
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Hotel Tijuco
O Hotel Tijuco, projetado por Oscar Niemeyer, foi construído em terrenos que o Estado havia adquirido dos herdeiros do Coronel Cosme Alves do Couto. Depois de finalizado, foi transferido à Hidrominas - Águas Minerais de Minas Gerais S/A - e hoje pertence a particulares.
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro
1970s

Casas
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Casas
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro
1970s

Vista da cidade e procissão do Divino
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Vista da cidade e procissão do Divino
A Festa do Divino Espírito Santo, herança da colonização portuguesa, mistura religião e folclore e é considerada um dos eventos mais tradicionais de Diamantina. Os festejos são celebrados no dia de Pentecostes, e a primeira procissão sai pela manhã em direção à Capela Imperial de Nossa Senhora do Amparo. À frente do cortejo vêm o Imperador e sua esposa carregando a bandeira do Divino, seguidos pela Imperatriz (primeira filha do Imperador) e a corte, formada por príncipes, damas de honra e caudatário. Nos luxuosos trajes, que remetem ao fausto da época da extração de diamantes, predominam as cores branca e vermelha. Durante todo o percurso a banda toca a "Folia do Divino", o hino oficial da festa, e são levadas medalhas do Divinos, que são benzidas e distribuídas à população. O tom folclórico é dado por grupos de marujos e caboclinhos que acompanham o séquito. Na parte da tarde há outra procissão, na qual o andor do Divino sai da igreja do Amparo, e conta com a participação de festeiros e figurantes sorteados para as comemoração do ano seguinte. Ao final, a bandeira é transmitida ao novo imperador. As comemorações do Divino surgiram no século XIV, quando a rainha Isabel de Aragão mandou construir uma igreja em homenagem ao Divino Espírito Santo, e no Brasil a festa teria surgido somente no século XVIII.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça da Matriz
1970s