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Escola Politécnica
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Escola Politécnica
Atualmente pertence à Universidade de São Paulo - USP. A Escola Politécnica é a primeira escola de engenharia do Estado de São Paulo, fundada em 1893.
Guilherme Gaensly
Luz
circa 1893

Estação da Luz
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Estação da Luz
A Estação da Luz foi construída no final do século XIX.
Guilherme Gaensly
Luz
1890s

Fachada da Escola Politécnica
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Fachada da Escola Politécnica
Fachada voltada para o passeio. Edifício contíguo à sede da Escola Politécnica, situada no antigo solar do marquês de Três Rios, na esquina da avenida Tiradentes com a atual praça Cel. Fernando Prestes. Projetado e construído por Ramos de Azevedo, entre 1895 e 1898, com o propósito de abrigar os laboratórios e os gabinetes da escola em plena expansão.
Otto Rudolf Quaas
Luz
circa 1900

Escola Politécnica
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Escola Politécnica
Otto Rudolf Quaas
Luz
circa 1900

Estação da Luz
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Estação da Luz
A Estação da Luz foi construída entre 1865 e 1901 no Jardim da Luz, para substituir a antiga estação construída pela Estrada de Ferro Inglesa (The São Paulo Railway). O projeto segue as linhas do estilo neoclássico, sendo toda construída com material importado. Foi idealizada para ser a principal estação da Companhia São Paulo Railway e também para dar vazão ao escoamento do café produzido no país, cuja demanda era cada vez maior.
Guilherme Gaensly
Luz
circa 1902

Seminário Episcopal na Avenida Tiradentes
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Seminário Episcopal na Avenida Tiradentes
A pedra fundamental do primeiro seminário eclesiástico de São Paulo foi lançada em 1853 por Dom Manuel da Ressurreição, no bairro da Luz. Sob a benção de Santo Inácio de Loyola, o seminário foi inaugurado em 1856, aos cuidados dos padres capuchinhos, que permaneceram à frente da direção por 25 anos. A instituição fora aprovada pelo Papa Pio IX, que mandou que o seminário fosse também chamado de Imaculada Conceição em homenagem ao dogma da Imaculada, promulgado poucos anos antes. Em 1877 a direção do seminário foi transferida para o clero diocesano e com a proclamação da República, em 1889, a Igreja desvinculou-se do Estado e o processo de formação sacerdotal deixou de ser controlado pelo Ministério da Justiça. Com a reforma na Igreja, foram reformadas também as diretrizes que guiavam o sacerdócio. As mudanças mais significativas no seminário foram efetuadas somente em 1905, quando foi dividido em três seções: o Colégio Diocesano, o Seminário Menor de Pirapora e o Seminário Maior Filosófico-Teológico para os candidatos ao sacerdócio. Durante a revolução paulista de 1924 bombardeios na estação da Luz também atingiram o seminário, acarretando na sua transferência para o Ipiranga. O novo prédio, no entanto, só ficou pronto em 1934, e até a obra ser concluída as aulas foram ministradas em um prédio adquirido da família Prado, na Freguesia do Ó. Quando da transferência para o Ipiranga, a instituição foi transformada, por decisão da Sé, em Seminário Central, destinada a receber seminaristas de São Paulo e do Paraná.
Guilherme Gaensly
Luz
circa 1905

Efeitos da Revolução de 1924 – Efeito de uma bomba jogada de um aeroplano
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Efeitos da Revolução de 1924 – Efeito de uma bomba jogada de um aeroplano
A Revolução Paulista de 1924 foi um movimento de cunho militar, considerado a segunda revolta tenentista. Teve início na madrugada do dia 5 de julho e ocupou a cidade por vinte e três dias, e entre suas motivações destacam-se a insatisfação dos militares paulistas com o presidente Artur Bernardes e a reivindicação de independência do Poder Judiciário e de um Estado mais forte. Prédios públicos da capital foram tomados e houve saques, bombardeios e incêndios provocados pelos rebeldes e fuga desordenada de parte da população. A reação do governo federal veio através de bombardeio aéreo na capital paulista e combate das tropas legalistas, leais a Artur Bernardes, também por terra. Os revoltosos, como não possuíam poderio militar equivalente, viram-se obrigados a abandonar São Paulo em direção ao interior. Aí o comandante do movimento, Isidoro Dias Lopes, decidiu atacar as tropas legalistas que encontravam-se em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, mas não foi bem sucedido e a derrota representou a maior de todo o movimento, com muitos mortos, feridos e presos. Finalmente vencidos, os revoltosos que restaram rumaram para Foz do Iguaçu, no Paraná, e juntaram-se aos oficiais comandados por Luís Carlos Prestes, dando início à Coluna Prestes.
Gustavo Prugner
Rua Dutra Roiz, 33-35-37, atual Rua Dutra Rodrigues ; Luz
5 de julho de 1924

Crianças, em situação de trabalho infantil, jogando bola de gude
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Crianças, em situação de trabalho infantil, jogando bola de gude
Grupo de garotos agachadados na calçada, aparentemente jogando bola de gude. Ao fundo, vê-se parte de muro do novo edifício da Estação da Luz , inaugurado em 1905. Foto tirada provavelmente em frente ao Jardim da Luz, em ponto mais próximo à rua José Paulino.
Vincenzo Pastore
Estação da Luz ; Luz
circa 1910

Garotos engraxates próximos à Estação da Luz
Arquivo/Coleção: Vincenzo Pastore
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Garotos engraxates próximos à Estação da Luz
Dois meninos, um deles com caixa de engraxate. Ao fundo, desfocado, trecho do novo edifício da Estação da Luz, inaugurado em 1905, visto da calçada junto ao Jardim da Luz.
Vincenzo Pastore
Jardim da Luz ; Luz
circa 1910

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