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Rotten Row
Archive/Collection: Mestres do Séc. XIX
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Rotten Row
Autoria não identificada
Londres
circa 1895

Mercado
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Mercado
George Huebner
Centro
circa 1900

Igreja e Convento do Colégio
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Igreja e Convento do Colégio
Multidão reunida no Largo do Palácio para uma parada do corpo policial da província. O Largo do Palácio, berço da cidade, foi inicialmente chamado Pátio do Colégio, pois foi aí que instalou-se o Colégio dos Jesuítas, O local passou então a ser chamado de Largo do Palácio, abrigando a sede dos capitães generais e passando por uma série de transformações. Depois de ser ocupado também pela Secretaria de Educação, o prédio foi devolvido em 1954 à Companhia de Jesus, e a partir daí todo o conjunto arquitetônico foi reconstituído.
Militão Augusto de Azevedo
Atual Pátio do Colégio
circa 1862

Visita do General Roca - parada militar
Archive/Collection: Mestres do Séc. XIX
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Visita do General Roca - parada militar
Visita do General Roca ao Brasil, por ocasião do desfecho da questão do território das Missões.
Marc Ferrez
Campo de São Cristóvão ; São Cristóvão
agosto de 1889

Efeitos da Revolução de 1924 - Tropas para os revolucionários
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Efeitos da Revolução de 1924 - Tropas para os revolucionários
A Revolução Paulista de 1924 foi um movimento de cunho militar, considerado a segunda revolta tenentista. Teve início na madrugada do dia 5 de julho e ocupou a cidade por vinte e três dias, e entre suas motivações destacam-se a insatisfação dos militares paulistas com o presidente Artur Bernardes e a reivindicação de independência do Poder Judiciário e de um Estado mais forte. Prédios públicos da capital foram tomados e houve saques, bombardeios e incêndios provocados pelos rebeldes e fuga desordenada de parte da população. A reação do governo federal veio através de bombardeio aéreo na capital paulista e combate das tropas legalistas, leais a Artur Bernardes, também por terra. Os revoltosos, como não possuíam poderio militar equivalente, viram-se obrigados a abandonar São Paulo em direção ao interior. Aí o comandante do movimento, Isidoro Dias Lopes, decidiu atacar as tropas legalistas que encontravam-se em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, mas não foi bem sucedido e a derrota representou a maior de todo o movimento, com muitos mortos, feridos e presos. Finalmente vencidos, os revoltosos que restaram rumaram para Foz do Iguaçu, no Paraná, e juntaram-se aos oficiais comandados por Luís Carlos Prestes, dando início à Coluna Prestes.
Gustavo Prugner
São Paulo
1924

Efeitos da Revolução de 1924 – Cavalo, vítima de um estilhaço de granada
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Efeitos da Revolução de 1924 – Cavalo, vítima de um estilhaço de granada
A Revolução Paulista de 1924 foi um movimento de cunho militar, considerado a segunda revolta tenentista. Teve início na madrugada do dia 5 de julho e ocupou a cidade por vinte e três dias, e entre suas motivações destacam-se a insatisfação dos militares paulistas com o presidente Artur Bernardes e a reivindicação de independência do Poder Judiciário e de um Estado mais forte. Prédios públicos da capital foram tomados e houve saques, bombardeios e incêndios provocados pelos rebeldes e fuga desordenada de parte da população. A reação do governo federal veio através de bombardeio aéreo na capital paulista e combate das tropas legalistas, leais a Artur Bernardes, também por terra. Os revoltosos, como não possuíam poderio militar equivalente, viram-se obrigados a abandonar São Paulo em direção ao interior. Aí o comandante do movimento, Isidoro Dias Lopes, decidiu atacar as tropas legalistas que encontravam-se em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, mas não foi bem sucedido e a derrota representou a maior de todo o movimento, com muitos mortos, feridos e presos. Finalmente vencidos, os revoltosos que restaram rumaram para Foz do Iguaçu, no Paraná, e juntaram-se aos oficiais comandados por Luís Carlos Prestes, dando início à Coluna Prestes.
Gustavo Prugner
Rua do Triunfo ; Santa Ifigênia
5 de julho de 1924

Efeitos da Revolução de 1924 - Vítimas de estilhaços de granada
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Efeitos da Revolução de 1924 - Vítimas de estilhaços de granada
A Revolução Paulista de 1924 foi um movimento de cunho militar, considerado a segunda revolta tenentista. Teve início na madrugada do dia 5 de julho e ocupou a cidade por vinte e três dias, e entre suas motivações destacam-se a insatisfação dos militares paulistas com o presidente Artur Bernardes e a reivindicação de independência do Poder Judiciário e de um Estado mais forte. Prédios públicos da capital foram tomados e houve saques, bombardeios e incêndios provocados pelos rebeldes e fuga desordenada de parte da população. A reação do governo federal veio através de bombardeio aéreo na capital paulista e combate das tropas legalistas, leais a Artur Bernardes, também por terra. Os revoltosos, como não possuíam poderio militar equivalente, viram-se obrigados a abandonar São Paulo em direção ao interior. Aí o comandante do movimento, Isidoro Dias Lopes, decidiu atacar as tropas legalistas que encontravam-se em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, mas não foi bem sucedido e a derrota representou a maior de todo o movimento, com muitos mortos, feridos e presos. Finalmente vencidos, os revoltosos que restaram rumaram para Foz do Iguaçu, no Paraná, e juntaram-se aos oficiais comandados por Luís Carlos Prestes, dando início à Coluna Prestes.
Gustavo Prugner
Companhia Antarctica Paulista
1924

Evento militar na rua do Catete, próximo ao Palácio do Catete
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Evento militar na rua do Catete, próximo ao Palácio do Catete
Guilherme Santos
Rua do Catete ; Catete
circa 1913

Cavalaria e civis em frente ao Palácio Tiradentes, no dia da Constituinte de 1934
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Cavalaria e civis em frente ao Palácio Tiradentes, no dia da Constituinte de 1934
De novembro de 1933 a julho de 1934 o país viveu sob a égide da Assembléia Nacional Constituinte encarregada de elaborar a nova Constituição brasileira que iria substituir a Constituição de 1891. Foram meses de intensa articulação e disputa política entre o governo e os grupos que compunham a Constituinte. Para o primeiro, a futura ordenação jurídica do país deveria incorporar o conjunto de mudanças que vinham sendo promovidas nos campos social, político e econômico. Essas posições também eram defendidas por lideranças tenentistas eleitas para a Constituinte. Para a Igreja Católica, o momento era de afirmação e de maior intervenção na vida política do país. Já para os grupos oligárquicos, a nova Constituição deveria assegurar aos estados um papel de relevo. O maior desafio dos constituintes foi tentar encontrar caminhos capazes de atender a essa gama variada de projetos e interesses.
Guilherme Santos
Palácio Tiradentes, atual sede da ALERJ ; Rua Primeiro de Março ; Centro
16 de julho de 1934

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