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Homens dos povos Xavante e Yawalapiti com avião da FAB durante a Primeira Expedição Aeronáutica ao Brasil Central
Archive/Collection: José Medeiros
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Homens dos povos Xavante e Yawalapiti com avião da FAB durante a Primeira Expedição Aeronáutica ao Brasil Central
Os Yawalapiti são um grupo indígena que habita o estado brasileiro do Mato Grosso, no Parque Indígena do Xingu. A região do Xingu começou a ser sistematicamente visitada e explorada na década de 1940, durante o governo de Getúlio Vargas. Nessa época foi organizada a expedição Roncador-Xingu (ERX), que funcionava como a vanguarda da Fundação Brasil Central (FBC), entidade constituída para desbravar o Brasil central, uma região tida como inexplorada, e integrá-la ao restante do país através da construção de estradas, da exploração comercial de minerio, da agropecuária, e da construção de campos de pouso de emergência, com o objetivo de defender a área. Os trabalhos da FBC estiveram interligados aos de outros órgãos federais, como o SPI e o Ministério da Aeronáutica. Faziam parte da expedição os irmãos Orlando, Cláudio e Leonardo Villas Bôas, que fingiram-se de sertanejos analfabetos para integrar a marcha, até que foram desmascarados e passaram a comandar certas atividades nas bases de apoio. Os irmãos decidiram permanecer no Xingu e desenvolver um programa de proteção ao índios, embrião do que viria a ser o Parque Nacional do Xingu, criado oficialmente em 1961. A fotografia foi publicada na revista O Cruzeiro publicada em 11 de junho de 1949, na matéria "A Expedição Aeronáutica ao Brasil Central. Sob a Bandeira da FAB III", de José Leal (texto) e José Medeiros (fotografias)
José Medeiros
Posto Xingu, Serra do Roncador
1949

Homem do povo Yawalapiti com avião da FAB durante a Primeira Expedição Aeronáutica ao Brasil Central
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Homem do povo Yawalapiti com avião da FAB durante a Primeira Expedição Aeronáutica ao Brasil Central
Os Yawalapiti são um grupo indígena que habita o estado brasileiro do Mato Grosso, no Parque Indígena do Xingu. A região do Xingu começou a ser sistematicamente visitada e explorada na década de 1940, durante o governo de Getúlio Vargas. Nessa época foi organizada a expedição Roncador-Xingu (ERX), que funcionava como a vanguarda da Fundação Brasil Central (FBC), entidade constituída para desbravar o Brasil central, uma região tida como inexplorada, e integrá-la ao restante do país através da construção de estradas, da exploração comercial de minerio, da agropecuária, e da construção de campos de pouso de emergência, com o objetivo de defender a área. Os trabalhos da FBC estiveram interligados aos de outros órgãos federais, como o SPI e o Ministério da Aeronáutica. Faziam parte da expedição os irmãos Orlando, Cláudio e Leonardo Villas Bôas, que fingiram-se de sertanejos analfabetos para integrar a marcha, até que foram desmascarados e passaram a comandar certas atividades nas bases de apoio. Os irmãos decidiram permanecer no Xingu e desenvolver um programa de proteção ao índios, embrião do que viria a ser o Parque Nacional do Xingu, criado oficialmente em 1961. A fotografia foi publicada na revista O Cruzeiro publicada em 11 de junho de 1949, na matéria "A Expedição Aeronáutica ao Brasil Central. Sob a Bandeira da FAB III", de José Leal (texto) e José Medeiros (fotografias)
José Medeiros
Posto Xingu, Serra do Roncador
1949

Pulaliyatï Aweti (no alto) e Kanato Yawalapiti
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Pulaliyatï Aweti (no alto) e Kanato Yawalapiti
José Medeiros
Rio Kuluene Xingu
1952

Homens do povo Kamaiurá possivelmente se preparando para o Jawari
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Homens do povo Kamaiurá possivelmente se preparando para o Jawari
Os kamayurá ou camaiurá são uma das 35 etnias que habitam o Parque Indígena do Xingu, localizado ao norte do Mato Grosso. Pesquisadores defendem a origem aruak do grupo, sendo a designação kamayurá genericamente aplicada pelos povos falantes de Aruak aos vários contingentes tupi que migraram rumo à bacia dos formadores do Rio Xingu, aludindo a um passado de práticas canibais. Dentre os rituais que praticam, juntamente com outras tribos do Xingu, estão o Kwarup (ou quarup, a festa dos mortos), o Jawari (festa de celebração dos guerreiros) e o Moitará (encontros para trocas de bens).
José Medeiros
Rio Kuluene Xingu
1952

Utebrewe Xavante
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Utebrewe Xavante
A fotografia foi tirada por Medeiros durante a cobertura jornalística à Segunda Expedição Aeronáutica Roncador-Xingu-Tapajós, comandada pelo brigadeiro Raymundo Aboim e publicada na revista O Cruzeiro de 29 de julho de 1950, na matéria intitulada "Os guerreiros da barriga pintada" .O povo Xavante resistiu enquanto pode ao contato com os não-índios, o que levou a opinião pública da década de 1950 caracterizar esse povo como feroz e belicoso. No entanto, a partir do Programa de Integração Nacional na década de 40, eles foram forçados a aceitar o contato, culminando em 1957, quando foram totalmente rendidos já exauridos por epidemias, perseguições e massacres. Na década de 1970, assumiram nova postura de luta política, personificada em líderes como Celestino e Mario Juruna (ex-deputado federal), que conheciam e reivindicavam direitos civis aos seus povos. Ocupam atualmente o leste do Mato Grosso.
José Medeiros
Serra do Roncador
1949

Homens do povo Kalapalo
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Homens do povo Kalapalo
Os kalapalo (ou calapalo) são um dos quatro grupos de língua karib que habitam o Parque Indígena do Xingu, na região do Alto Xingu. A família lingüística da qual fazem parte tem origem em dialetos de uma língua que pertence ao ramo da Guiana Meridional. O nome kalapalo foi inicialmente atribuído ao grupo por não-índios, que possuíam como referência uma aldeia com esse nome já abandonada. Nessa época os índios mudaram-se da região de Kalapalo para uma área vizinha chamada Kwapïgï, que por sua vez foi sucedida pela aldeia Kanugijafïtï, abandonada em 1961. O que se chama hoje por kalapalo, portanto, é uma comunidade composta de gente cujos ancestrais são associados a diferentes comunidades. As antigas aldeias da tribo localizavam-se nas margens do Kuluene, mas foram deslocados na década de 1960, quando os limites do Parque do Xingu foram estabelecidos.
José Medeiros
MT
1949

Homens do povo Kamaiurá com suas flautas chamadas uruá
Arquivo/Coleção: José Medeiros
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Homens do povo Kamaiurá com suas flautas chamadas uruá
Os kamayurá ou camaiurá são uma das 35 etnias que habitam o Parque Indígena do Xingu, localizado ao norte do Mato Grosso. Falam o Tupi, Tupi-Guarani, Kamayura. É provável que a manifestação registrada por Medeiros seja o Kwarup, ritual anual de reverência aos mortos. As longas flautas de bambu, conhecidas como uruás, são tocadas por duplas que percorrem todas as malocas da aldeia, espalhando um som cavo e fundo.
José Medeiros
Posto Kuluene Xingu
1952