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Candomblé
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Candomblé
O candomblé é uma religião africana trazida para o Brasil durante a escravidão. A Igreja Católica proibia o ritual. Para o candomblé, os orixás são os deuses, com personalidades e habilidades distintas, bem como preferências ritualísticas. Os rituais do candomblé são realizados em templos chamados casas, roças ou terreiros que podem ser de linhagem matriarcal (quando somente as mulheres podem assumir a liderança), patriarcal (quando somente homens podem assumir a liderança) ou mista (quando homens e mulheres podem assumir a liderança do terreiro). A celebração do ritual é feita pelo pai de santo ou mãe de santo. Em ritmo de dança, o tambor é tocado e os filhos de santo começam a invocar seus orixás para que os incorporem. O ritual tem no mínimo duas horas de duração.
Marcel Gautherot
BA
circa 1954

Casamento coletivo
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Casamento coletivo
Bom Jesus da Lapa é um município localizado na região oeste do estado da Bahia, situado a 850 km da capital. Sua população em 2007 é de 62.199 habitantes conforme o IBGE. Possui uma área total de 4148,5 km² e é banhada pelo rio São Francisco. Suas atividades econômicas estão baseadas na agricultura, pecuária, comércio, turismo e pesca. A festa do Bom Jesus é celebrada no dia 6 de agosto, mas, na verdade, o movimento dos romeiros começa logo após a festa de São João. No santuário, que fica no Morro do Bom Jesus, e na cidade, o movimento intensifica-se a partir de 28 de julho, quando se inicia a novena na esplanada, culminando no dia 6 de agosto com a celebração solene. O fundador do santuário, Pe. Francisco da Soledade era muito devoto de Nossa Senhora das Dores e em dia 15 de setembro, ela é celebrada.
Marcel Gautherot
Bom Jesus da Lapa
1947

Funeral do engenheiro Bernardo Sayão
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Funeral do engenheiro Bernardo Sayão
Em 1958, Bernardo Sayão foi encarregado por Juscelino Kubitschek de construir a estrada Transbrasiliana (a Belém-Brasília). Crendo que a construção de Brasília já se encontrava bem encaminhada, Sayão aceita dirigir pessoalmente as obras da rodovia. Em 15 de janeiro de 1959, ocorre um terrível acidente: uma árvore derrubada, na abertura da estrada, cai sobre a barraca onde estava Sayão, que é gravemente ferido. Ele morre no mesmo dia, dentro do helicóptero que o levava em busca de socorro médico. Ironicamente, Sayão acabou sendo o pioneiro do cemitério de Brasília (hoje Campo da Esperança). Em sua homenagem, a Belém-Brasília recebeu o nome oficial de Rodovia Bernardo Sayão.
Marcel Gautherot
Rodovia Bernardo Sayão
17 de janeiro de 1959

Funeral do engenheiro Bernardo Sayão
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Funeral do engenheiro Bernardo Sayão
Em 1958, Bernardo Sayão foi encarregado por Juscelino Kubitschek de construir a estrada Transbrasiliana (a Belém-Brasília). Crendo que a construção de Brasília já se encontrava bem encaminhada, Sayão aceita dirigir pessoalmente as obras da rodovia. Em 15 de janeiro de 1959, ocorre um terrível acidente: uma árvore derrubada, na abertura da estrada, cai sobre a barraca onde estava Sayão, que é gravemente ferido. Ele morre no mesmo dia, dentro do helicóptero que o levava em busca de socorro médico. Ironicamente, Sayão acabou sendo o pioneiro do cemitério de Brasília (hoje Campo da Esperança). Em sua homenagem, a Belém-Brasília recebeu o nome oficial de Rodovia Bernardo Sayão.
Marcel Gautherot
Rodovia Bernardo Sayão
17 de janeiro de 1959

Funeral do engenheiro Bernardo Sayão
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Funeral do engenheiro Bernardo Sayão
Em 1958, Bernardo Sayão foi encarregado por Juscelino Kubitschek de construir a estrada Transbrasiliana (a Belém-Brasília). Crendo que a construção de Brasília já se encontrava bem encaminhada, Sayão aceita dirigir pessoalmente as obras da rodovia. Em 15 de janeiro de 1959, ocorre um terrível acidente: uma árvore derrubada, na abertura da estrada, cai sobre a barraca onde estava Sayão, que é gravemente ferido. Ele morre no mesmo dia, dentro do helicóptero que o levava em busca de socorro médico. Ironicamente, Sayão acabou sendo o pioneiro do cemitério de Brasília (hoje Campo da Esperança). Em sua homenagem, a Belém-Brasília recebeu o nome oficial de Rodovia Bernardo Sayão.
Marcel Gautherot
Rodovia Bernardo Sayão
17 de janeiro de 1959

Funeral do engenheiro Bernardo Sayão
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Funeral do engenheiro Bernardo Sayão
Em 1958, Bernardo Sayão foi encarregado por Juscelino Kubitschek de construir a estrada Transbrasiliana (a Belém-Brasília). Crendo que a construção de Brasília já se encontrava bem encaminhada, Sayão aceita dirigir pessoalmente as obras da rodovia. Em 15 de janeiro de 1959, ocorre um terrível acidente: uma árvore derrubada, na abertura da estrada, cai sobre a barraca onde estava Sayão, que é gravemente ferido. Ele morre no mesmo dia, dentro do helicóptero que o levava em busca de socorro médico. Ironicamente, Sayão acabou sendo o pioneiro do cemitério de Brasília (hoje Campo da Esperança). Em sua homenagem, a Belém-Brasília recebeu o nome oficial de Rodovia Bernardo Sayão.
Marcel Gautherot
Rodovia Bernardo Sayão
17 de janeiro de 1959

Funeral do engenheiro Bernardo Sayão
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010DFOG19731.jpg
Funeral do engenheiro Bernardo Sayão
Em 1958, Bernardo Sayão foi encarregado por Juscelino Kubitschek de construir a estrada Transbrasiliana (a Belém-Brasília). Crendo que a construção de Brasília já se encontrava bem encaminhada, Sayão aceita dirigir pessoalmente as obras da rodovia. Em 15 de janeiro de 1959, ocorre um terrível acidente: uma árvore derrubada, na abertura da estrada, cai sobre a barraca onde estava Sayão, que é gravemente ferido. Ele morre no mesmo dia, dentro do helicóptero que o levava em busca de socorro médico. Ironicamente, Sayão acabou sendo o pioneiro do cemitério de Brasília (hoje Campo da Esperança). Em sua homenagem, a Belém-Brasília recebeu o nome oficial de Rodovia Bernardo Sayão.
Marcel Gautherot
Rodovia Bernardo Sayão
17 de janeiro de 1959

Funeral do engenheiro Bernardo Sayão
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010DFOG19732.jpg
Funeral do engenheiro Bernardo Sayão
Em 1958, Bernardo Sayão foi encarregado por Juscelino Kubitschek de construir a estrada Transbrasiliana (a Belém-Brasília). Crendo que a construção de Brasília já se encontrava bem encaminhada, Sayão aceita dirigir pessoalmente as obras da rodovia. Em 15 de janeiro de 1959, ocorre um terrível acidente: uma árvore derrubada, na abertura da estrada, cai sobre a barraca onde estava Sayão, que é gravemente ferido. Ele morre no mesmo dia, dentro do helicóptero que o levava em busca de socorro médico. Ironicamente, Sayão acabou sendo o pioneiro do cemitério de Brasília (hoje Campo da Esperança). Em sua homenagem, a Belém-Brasília recebeu o nome oficial de Rodovia Bernardo Sayão.
Marcel Gautherot
Rodovia Bernardo Sayão
17 de janeiro de 1959

Funeral do engenheiro Bernardo Sayão
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010DFOG19734.jpg
Funeral do engenheiro Bernardo Sayão
Em 1958, Bernardo Sayão foi encarregado por Juscelino Kubitschek de construir a estrada Transbrasiliana (a Belém-Brasília). Crendo que a construção de Brasília já se encontrava bem encaminhada, Sayão aceita dirigir pessoalmente as obras da rodovia. Em 15 de janeiro de 1959, ocorre um terrível acidente: uma árvore derrubada, na abertura da estrada, cai sobre a barraca onde estava Sayão, que é gravemente ferido. Ele morre no mesmo dia, dentro do helicóptero que o levava em busca de socorro médico. Ironicamente, Sayão acabou sendo o pioneiro do cemitério de Brasília (hoje Campo da Esperança). Em sua homenagem, a Belém-Brasília recebeu o nome oficial de Rodovia Bernardo Sayão.
Marcel Gautherot
Rodovia Bernardo Sayão
17 de janeiro de 1959