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Vendedor em barraca
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Vendedor em barraca
Ao encarar o retratado em profundidade, desvendando sua essência, Madalena criou uma marca inconfundível em sua obra, onde predomina o tom poético. Seu trabalho se destaca quando a fotógrafa abandona o fundo negro do estúdio e focaliza os retratados em seus ambientes naturais de vida ou de trabalho.
Madalena Schwartz
Brasil
1982

Vendedora em Barraca
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Vendedora em Barraca
Ao encarar o retratado em profundidade, desvendando sua essência, Madalena criou uma marca inconfundível em sua obra, onde predomina o tom poético. Seu trabalho se destaca quando a fotógrafa abandona o fundo negro do estúdio e focaliza os retratados em seus ambientes naturais de vida ou de trabalho.
Madalena Schwartz
Brasil
1982

Família
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Família
Ao encarar o retratado em profundidade, desvendando sua essência, Madalena criou uma marca inconfundível em sua obra, onde predomina o tom poético. Seu trabalho se destaca quando a fotógrafa abandona o fundo negro do estúdio e focaliza os retratados em seus ambientes naturais de vida ou de trabalho.
Madalena Schwartz
Brasil
1974

Família
Archive/Collection: Madalena Schwartz
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Família
Ao encarar o retratado em profundidade, desvendando sua essência, Madalena criou uma marca inconfundível em sua obra, onde predomina o tom poético. Seu trabalho se destaca quando a fotógrafa abandona o fundo negro do estúdio e focaliza os retratados em seus ambientes naturais de vida ou de trabalho.
Madalena Schwartz
Brasil
1974

Dzi Croquettes
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Dzi Croquettes
Os Dzi Croquettes foram um grupo performático brasileiro criado pelo coreógrafo norte-americano Lennie Dale, composto pelo autor Wagner Ribeiro de Souza e pelos bailarinos Ciro Barcelos, Cláudio Gaya, Reginaldo de Poli, Rogério de Poli, Cláudio Tovar, Paulo Bacellar, Carlinhos Machado, Benedictus Lacerda, Eloy Simões e Bayard Tonelli. Inspiravam-se no grupo norte-americano "The Coquettes" e no circuito gay off-Broadway, e seus shows irreverentes contestavam a conjuntura política da época. O primeiro espetáculo, montado em 1972, chamava-se "Gente Computada Igual a Você", uma comédia de costumes debochada que fez grande sucesso em São Paulo. Por meio de dublagem, dança, canto e depoimentos pessoais dos integrantes, criticava sutilmente a realidade brasileira, a repressão sexual, a censura imposta pelo AI-5 e a ditadura militar. Pela ousadia do show foram execrados pelo Serviço Nacional de Teatro, um dos braços da ditadura, que se recusava a patrocinar a trupe. Fizeram sucesso não só no Brasil mas também na Europa, movimentando as noites de Paris e Ibiza e participando do filme "Le Chat et la Souris", de Claude Lelouch, em Londres. Em 1976 um grupo de atrizes se juntou aos integrantes originais e pouco tempo depois os atores se separaram.
Madalena Schwartz
São Paulo
circa 1974

Dzi Croquettes
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Dzi Croquettes
Os Dzi Croquettes foram um grupo performático brasileiro criado pelo coreógrafo norte-americano Lennie Dale, composto pelo autor Wagner Ribeiro de Souza e pelos bailarinos Ciro Barcelos, Cláudio Gaya, Reginaldo de Poli, Rogério de Poli, Cláudio Tovar, Paulo Bacellar, Carlinhos Machado, Benedictus Lacerda, Eloy Simões e Bayard Tonelli. Inspiravam-se no grupo norte-americano "The Coquettes" e no circuito gay off-Broadway, e seus shows irreverentes contestavam a conjuntura política da época. O primeiro espetáculo, montado em 1972, chamava-se "Gente Computada Igual a Você", uma comédia de costumes debochada que fez grande sucesso em São Paulo. Por meio de dublagem, dança, canto e depoimentos pessoais dos integrantes, criticava sutilmente a realidade brasileira, a repressão sexual, a censura imposta pelo AI-5 e a ditadura militar. Pela ousadia do show foram execrados pelo Serviço Nacional de Teatro, um dos braços da ditadura, que se recusava a patrocinar a trupe. Fizeram sucesso não só no Brasil mas também na Europa, movimentando as noites de Paris e Ibiza e participando do filme "Le Chat et la Souris", de Claude Lelouch, em Londres. Em 1976 um grupo de atrizes se juntou aos integrantes originais e pouco tempo depois os atores se separaram.
Madalena Schwartz
São Paulo
circa 1974

Aron e Augusto
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Aron e Augusto
O universo dos travestis, transformistas e do teatro fascinava Madalena de tal maneira que foi muito bem retratado pela artista, em especial no período em que o grupo performático Dzi Croquettes estava no auge da carreira. Em definição de seu filho, Schwartz possuía uma "irresistível atração por aquilo que a arte representava de alternativa ao mundo cotidiano e pela possibilidade de explorá-lo a partir de uma nova perspectiva", o que marca a empatia com mundos aparentemente tão distantes do seu. As imagens de travestis e transformistas foram expostas pela primeira vez no Masp, em 1975, e foi tão bem recebida pelo grupo de retratados que a mais tradicional boate gay de São Paulo a homenageou com um jantar e espetáculo a portas fechadas.
Madalena Schwartz
São Paulo
circa 1975

Orlando Villas-Bôas
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Orlando Villas-Bôas
Orlando Villas Bôas, filho de fazendeiros paulistas, nasceu na cidade de Botucatu em 1914. Trabalhou em escritório de advocacia, serviu o exército e foi funcionário da multinacional Esso até decidir abandonar tudo e partir com os irmãos Cláudio e Leonardo para o Mato Grosso, atrás da expedição Roncador-Xingu, em 1943. Os irmãos fingiam-se de sertanejos analfabetos para integrar a marcha, até que foram desmascarados e passaram a comandar certas atividades nas bases de apoio. Com a "descoberta" de índios de tribos isoladas pelo caminho e a desistência do chefe oficial da expedição, os três assumiram o comando da equipe que desbravaria o oeste brasileiro. A Marcha para o Oeste foi um movimento criado por Getúlio Vargas com o objetivo de promover a interiorização do país. Foi um dos idealizadores do Parque Nacional do Xingu, criado em 1961 com o objetivo de preservar a cultura dos povos indígenas. O indigenista, que foi indicado duas vezes ao Prêmio Nobel da Paz, morreu em 2002, aos 89 anos.
Madalena Schwartz
Brasil
1974

Mário Schenberg
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Mário Schenberg
O físico Mário Schenberg nasceu em Recife em 2 de julho de 1914 e faleceu em São Paulo em 10 de novembro de 1990. Começou seus estudos na Faculdade de Engenharia do Recife e depois foi para São Paulo estudar matemática, tendo se formado nas duas carreiras. Em 1939 foi para a Europa trabalhar no Instituto de Física da Universidade de Roma, indo em seguida para Zurique e Paris. Em 1940, ele ganhou uma bolsa de estudo da Fundação Guggenheim e foi para os Estados Unidos participar de pesquisas em astrofísica. Voltou para o Brasil em 1944 e logo em 1948 retornou à Europa. Em 1961 foi diretor do Departamento de Física da Universidade de São Paulo. Destacou-se também pela ativa participação política, sendo eleito por duas vezes deputado estadual pelo estado de São Paulo. Era ligado ao Partido Comunista do Brasil (PCB) e por isso foi cassado e preso mais de uma vez pela ditadura militar. Bastante envolvido com as artes plásticas, conviveu com importantes artistas brasileiros, como Di Cavalcanti e Lasar Segall.
Madalena Schwartz
Brasil
1975