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Igapós
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Igapós
Recebe o nome de igapó uma vegetação submersa típica da floresta amazônica, localizada em solos permanentemente alagados, estreitos e baixos próximos aos rios. Em outras palavras, o igapó é uma mata que cresce dentro da água. Este tipo de vegetação é classificado como floresta densa tropical com dossel (estrato superior) uniforme. Ela localiza-se ainda próximo a igarapés, pequenos riachos que cortam a floresta. Sua configuração a torna de difícil acesso, com as árvores baixas, emaranhados de cipós entre as árvores e plantas aquáticas.
Marcel Gautherot
AM
circa 1958

Teatro Amazonas
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Teatro Amazonas
Manaus foi criada no século XVII para demonstrar a presença lusitana e fixar domínio português na região amazônica, que na época já era considerada posição estratégia em território brasileiro. O núcleo urbano, localizado à margem esquerda do Rio Negro, teve início com a construção do Forte da Barra de São José, idealizado pelo capitão de artilharia, Francisco da Mota Falcão, em 1669, data que foi convencionada a usar como o nascimento da cidade. No entanto, com a elevação da Comarca à categoria de Província, em 1850, a Cidade da Barra, passou a se chamar em 04 de setembro de 1856, Cidade de Manaus, tornando-se independente do Estado do Grão-Pará. O nome lembra a tribo indígena dos Manáos, que habitavam a região onde hoje é Manaus antes de serem extintos por conta da civilização portuguesa, e seu significado é “mãe dos deuses”.A partir d e 1870, Manaus viveu o surto da economia gomífera, encerrando-se em 1913, em virtude da perda do mercado mundial para a borracha asiática, fazendo com que a cidade retornasse a um novo período de isolamento até o advento da Zona Franca de Manaus, em 1970. O Teatro Amazonas foi inaugurado em 31 de dezembro de 1896 e sua construção no final do século XIX só foi possível graças ao período conhecido na história sócio-econômica brasileira como Ciclo da Borracha. O projeto arquitetônico escolhido foi o de autoria do Gabinete Português de Engenharia e Arquitetura de Lisboa, em 1883. A decoração interna ficou ao encargo de Crispim do Amaral, com exceção do Salão Nobre, entregue ao artista italiano Domenico de Angelis
Marcel Gautherot
Praça São Sebastião
circa 1950

Interior do Sítio Burle Marx
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Interior do Sítio Burle Marx
Roberto Burle Marx ( SP 1909 RJ 1994) foi paisagista, arquiteto, desenhista, pintor, gravador, litógrafo, escultor, tapeceiro, ceramista, designer de jóias e decorador. Viveu no Rio de Janeiro durante sua infância e, em 1928, foi com a família para a Alemanha. De volta ao Brasil, fez o curso de pintura e arquitetura na Escola Nacional de Belas Artes (Enba), Rio de Janeiro, entre 1930 e 1934. Em 1932, realizou seu primeiro projeto de jardim para a residência da família Schwartz, no Rio de Janeiro, a convite do arquiteto Lúcio Costa. Durante a década de 30 ocupou o cargo de diretor de parques e jardins do Recife. Em 1937, retornou ao Rio de Janeiro e trabalhou como assistente de Candido Portinari. Sua paixão por plantas remonta à juventude, quando se interessou por botânica e jardinagem. Em 1949, Burle Marx organizou uma grande coleção, quando adquiriu um sítio de 800.000 m², no Rio de Janeiro. Em companhia de botânicos, realizou inúmeras viagens por diversas regiões do país, para coletar e catalogar exemplares de plantas, reproduzindo em sua obra a diversidade fitogeográfica brasileira.Em 1949 Roberto Burle Marx e seu irmão Siegfried adquiriram o Sítio Santo Antônio da Bica, que possuía uma antiga casa de fazenda e uma pequena capela do século XVII, dedicada a Santo Antônio. Burle Marx restaurou ambos os prédios e começou a trazer para este local sua coleção de plantas, iniciada quando ele tinha 6 anos de idade. O Sítio do famoso paisagista abriga cerca de 3.500 espécimes de plantas originárias de florestas brasileiras e de outros países, numa área de 360.000 metros quadrados. A coleção é considerada uma das mais importantes do mundo no que se refere a plantas tropicais e semi-tropicais, possuindo o título de patrimônio cultural brasileiro desde 1985. Em 1973, mudou-se de Laranjeiras (bairro da zona sul do Rio de Janeiro) para o Sítio, vivendo aí até sua morte em 4 de junho de 1994. Burle Marx doou o Sítio ao governo brasileiro em março de 1985, pretendendo garantir a integridade da propriedade como um todo, bem como criar uma escola dedicada ao paisagismo, botânica e artes em geral, além de deixar para as gerações futuras o inestimável jardim botânico que criou e as coleções de arte e artesanato adquiridas ao longo de sua vida. Aí se incluem suas próprias pinturas, desenhos, murais em azulejos e tecidos, bem como coleções de vidros decorativos, imagens sacras barrocas em madeira, cerâmica pré-colombiana e uma excepcional coleção de cerâmica primitiva oriunda do Vale do Jequitinhonha (estado de Minas Gerais, Brasil). Em 1949 Roberto Burle Marx e seu irmão Siegfried adquiriram o Sítio Santo Antônio da Bica, que possuía uma antiga casa de fazenda e uma pequena capela do século XVII, dedicada a Santo Antônio. Burle Marx restaurou ambos os prédios e começou a trazer para este local sua coleção de plantas, iniciada quando ele tinha 6 anos de idade. O Sítio do famoso paisagista abriga cerca de 3.500 espécimes de plantas originárias de florestas brasileiras e de outros países, numa área de 360.000 metros quadrados. A coleção é considerada uma das mais importantes do mundo no que se refere a plantas tropicais e semi-tropicais, possuindo o título de patrimônio cultural brasileiro desde 1985. Em 1973, mudou-se de Laranjeiras (bairro da zona sul do Rio de Janeiro) para o Sítio, vivendo aí até sua morte em 4 de junho de 1994. Burle Marx doou o Sítio ao governo brasileiro em março de 1985, pretendendo garantir a integridade da propriedade como um todo, bem como criar uma escola dedicada ao paisagismo, botânica e artes em geral, além de deixar para as gerações futuras o inestimável jardim botânico que criou e as coleções de arte e artesanato adquiridas ao longo de sua vida. Aí se incluem suas próprias pinturas, desenhos, murais em azulejos e tecidos, bem como coleções de vidros decorativos, imagens sacras barrocas em madeira, cerâmica pré-colombiana e uma excepcional coleção de cerâmica primitiva oriunda do Vale do Jequitinhonha (estado de Minas Gerais, Brasil). A capela é dedicada a Santo Antônio, erguida no século XVII, no sítio Santo Antônio da Bica (atual sítio Burle Marx).
Marcel Gautherot
Barra de Guaratiba
circa 1961

Sítio Burle Marx - sombra
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Sítio Burle Marx - sombra
Roberto Burle Marx ( SP 1909 RJ 1994) foi paisagista, arquiteto, desenhista, pintor, gravador, litógrafo, escultor, tapeceiro, ceramista, designer de jóias e decorador. Viveu no Rio de Janeiro durante sua infância e, em 1928, foi com a família para a Alemanha. De volta ao Brasil, fez o curso de pintura e arquitetura na Escola Nacional de Belas Artes (Enba), Rio de Janeiro, entre 1930 e 1934. Em 1932, realizou seu primeiro projeto de jardim para a residência da família Schwartz, no Rio de Janeiro, a convite do arquiteto Lúcio Costa. Durante a década de 30 ocupou o cargo de diretor de parques e jardins do Recife. Em 1937, retornou ao Rio de Janeiro e trabalhou como assistente de Candido Portinari. Sua paixão por plantas remonta à juventude, quando se interessou por botânica e jardinagem. Em 1949, Burle Marx organizou uma grande coleção, quando adquiriu um sítio de 800.000 m², no Rio de Janeiro. Em companhia de botânicos, realizou inúmeras viagens por diversas regiões do país, para coletar e catalogar exemplares de plantas, reproduzindo em sua obra a diversidade fitogeográfica brasileira.Em 1949 Roberto Burle Marx e seu irmão Siegfried adquiriram o Sítio Santo Antônio da Bica, que possuía uma antiga casa de fazenda e uma pequena capela do século XVII, dedicada a Santo Antônio. Burle Marx restaurou ambos os prédios e começou a trazer para este local sua coleção de plantas, iniciada quando ele tinha 6 anos de idade. O Sítio do famoso paisagista abriga cerca de 3.500 espécimes de plantas originárias de florestas brasileiras e de outros países, numa área de 360.000 metros quadrados. A coleção é considerada uma das mais importantes do mundo no que se refere a plantas tropicais e semi-tropicais, possuindo o título de patrimônio cultural brasileiro desde 1985. Em 1973, mudou-se de Laranjeiras (bairro da zona sul do Rio de Janeiro) para o Sítio, vivendo aí até sua morte em 4 de junho de 1994. Burle Marx doou o Sítio ao governo brasileiro em março de 1985, pretendendo garantir a integridade da propriedade como um todo, bem como criar uma escola dedicada ao paisagismo, botânica e artes em geral, além de deixar para as gerações futuras o inestimável jardim botânico que criou e as coleções de arte e artesanato adquiridas ao longo de sua vida. Aí se incluem suas próprias pinturas, desenhos, murais em azulejos e tecidos, bem como coleções de vidros decorativos, imagens sacras barrocas em madeira, cerâmica pré-colombiana e uma excepcional coleção de cerâmica primitiva oriunda do Vale do Jequitinhonha (estado de Minas Gerais, Brasil). Em 1949 Roberto Burle Marx e seu irmão Siegfried adquiriram o Sítio Santo Antônio da Bica, que possuía uma antiga casa de fazenda e uma pequena capela do século XVII, dedicada a Santo Antônio. Burle Marx restaurou ambos os prédios e começou a trazer para este local sua coleção de plantas, iniciada quando ele tinha 6 anos de idade. O Sítio do famoso paisagista abriga cerca de 3.500 espécimes de plantas originárias de florestas brasileiras e de outros países, numa área de 360.000 metros quadrados. A coleção é considerada uma das mais importantes do mundo no que se refere a plantas tropicais e semi-tropicais, possuindo o título de patrimônio cultural brasileiro desde 1985. Em 1973, mudou-se de Laranjeiras (bairro da zona sul do Rio de Janeiro) para o Sítio, vivendo aí até sua morte em 4 de junho de 1994. Burle Marx doou o Sítio ao governo brasileiro em março de 1985, pretendendo garantir a integridade da propriedade como um todo, bem como criar uma escola dedicada ao paisagismo, botânica e artes em geral, além de deixar para as gerações futuras o inestimável jardim botânico que criou e as coleções de arte e artesanato adquiridas ao longo de sua vida. Aí se incluem suas próprias pinturas, desenhos, murais em azulejos e tecidos, bem como coleções de vidros decorativos, imagens sacras barrocas em madeira, cerâmica pré-colombiana e uma excepcional coleção de cerâmica primitiva oriunda do Vale do Jequitinhonha (estado de Minas Gerais, Brasil). A capela é dedicada a Santo Antônio, erguida no século XVII, no sítio Santo Antônio da Bica (atual sítio Burle Marx).
Marcel Gautherot
Barra de Guaratiba
circa 1961

Sítio Burle Marx - sombra
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Sítio Burle Marx - sombra
Roberto Burle Marx ( SP 1909 RJ 1994) foi paisagista, arquiteto, desenhista, pintor, gravador, litógrafo, escultor, tapeceiro, ceramista, designer de jóias e decorador. Viveu no Rio de Janeiro durante sua infância e, em 1928, foi com a família para a Alemanha. De volta ao Brasil, fez o curso de pintura e arquitetura na Escola Nacional de Belas Artes (Enba), Rio de Janeiro, entre 1930 e 1934. Em 1932, realizou seu primeiro projeto de jardim para a residência da família Schwartz, no Rio de Janeiro, a convite do arquiteto Lúcio Costa. Durante a década de 30 ocupou o cargo de diretor de parques e jardins do Recife. Em 1937, retornou ao Rio de Janeiro e trabalhou como assistente de Candido Portinari. Sua paixão por plantas remonta à juventude, quando se interessou por botânica e jardinagem. Em 1949, Burle Marx organizou uma grande coleção, quando adquiriu um sítio de 800.000 m², no Rio de Janeiro. Em companhia de botânicos, realizou inúmeras viagens por diversas regiões do país, para coletar e catalogar exemplares de plantas, reproduzindo em sua obra a diversidade fitogeográfica brasileira.Em 1949 Roberto Burle Marx e seu irmão Siegfried adquiriram o Sítio Santo Antônio da Bica, que possuía uma antiga casa de fazenda e uma pequena capela do século XVII, dedicada a Santo Antônio. Burle Marx restaurou ambos os prédios e começou a trazer para este local sua coleção de plantas, iniciada quando ele tinha 6 anos de idade. O Sítio do famoso paisagista abriga cerca de 3.500 espécimes de plantas originárias de florestas brasileiras e de outros países, numa área de 360.000 metros quadrados. A coleção é considerada uma das mais importantes do mundo no que se refere a plantas tropicais e semi-tropicais, possuindo o título de patrimônio cultural brasileiro desde 1985. Em 1973, mudou-se de Laranjeiras (bairro da zona sul do Rio de Janeiro) para o Sítio, vivendo aí até sua morte em 4 de junho de 1994. Burle Marx doou o Sítio ao governo brasileiro em março de 1985, pretendendo garantir a integridade da propriedade como um todo, bem como criar uma escola dedicada ao paisagismo, botânica e artes em geral, além de deixar para as gerações futuras o inestimável jardim botânico que criou e as coleções de arte e artesanato adquiridas ao longo de sua vida. Aí se incluem suas próprias pinturas, desenhos, murais em azulejos e tecidos, bem como coleções de vidros decorativos, imagens sacras barrocas em madeira, cerâmica pré-colombiana e uma excepcional coleção de cerâmica primitiva oriunda do Vale do Jequitinhonha (estado de Minas Gerais, Brasil). Em 1949 Roberto Burle Marx e seu irmão Siegfried adquiriram o Sítio Santo Antônio da Bica, que possuía uma antiga casa de fazenda e uma pequena capela do século XVII, dedicada a Santo Antônio. Burle Marx restaurou ambos os prédios e começou a trazer para este local sua coleção de plantas, iniciada quando ele tinha 6 anos de idade. O Sítio do famoso paisagista abriga cerca de 3.500 espécimes de plantas originárias de florestas brasileiras e de outros países, numa área de 360.000 metros quadrados. A coleção é considerada uma das mais importantes do mundo no que se refere a plantas tropicais e semi-tropicais, possuindo o título de patrimônio cultural brasileiro desde 1985. Em 1973, mudou-se de Laranjeiras (bairro da zona sul do Rio de Janeiro) para o Sítio, vivendo aí até sua morte em 4 de junho de 1994. Burle Marx doou o Sítio ao governo brasileiro em março de 1985, pretendendo garantir a integridade da propriedade como um todo, bem como criar uma escola dedicada ao paisagismo, botânica e artes em geral, além de deixar para as gerações futuras o inestimável jardim botânico que criou e as coleções de arte e artesanato adquiridas ao longo de sua vida. Aí se incluem suas próprias pinturas, desenhos, murais em azulejos e tecidos, bem como coleções de vidros decorativos, imagens sacras barrocas em madeira, cerâmica pré-colombiana e uma excepcional coleção de cerâmica primitiva oriunda do Vale do Jequitinhonha (estado de Minas Gerais, Brasil). A capela é dedicada a Santo Antônio, erguida no século XVII, no sítio Santo Antônio da Bica (atual sítio Burle Marx).
Marcel Gautherot
Barra de Guaratiba
circa 1961

Sítio Burle Marx - sombra
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BMRJ22794.jpg
Sítio Burle Marx - sombra
Roberto Burle Marx ( SP 1909 RJ 1994) foi paisagista, arquiteto, desenhista, pintor, gravador, litógrafo, escultor, tapeceiro, ceramista, designer de jóias e decorador. Viveu no Rio de Janeiro durante sua infância e, em 1928, foi com a família para a Alemanha. De volta ao Brasil, fez o curso de pintura e arquitetura na Escola Nacional de Belas Artes (Enba), Rio de Janeiro, entre 1930 e 1934. Em 1932, realizou seu primeiro projeto de jardim para a residência da família Schwartz, no Rio de Janeiro, a convite do arquiteto Lúcio Costa. Durante a década de 30 ocupou o cargo de diretor de parques e jardins do Recife. Em 1937, retornou ao Rio de Janeiro e trabalhou como assistente de Candido Portinari. Sua paixão por plantas remonta à juventude, quando se interessou por botânica e jardinagem. Em 1949, Burle Marx organizou uma grande coleção, quando adquiriu um sítio de 800.000 m², no Rio de Janeiro. Em companhia de botânicos, realizou inúmeras viagens por diversas regiões do país, para coletar e catalogar exemplares de plantas, reproduzindo em sua obra a diversidade fitogeográfica brasileira.Em 1949 Roberto Burle Marx e seu irmão Siegfried adquiriram o Sítio Santo Antônio da Bica, que possuía uma antiga casa de fazenda e uma pequena capela do século XVII, dedicada a Santo Antônio. Burle Marx restaurou ambos os prédios e começou a trazer para este local sua coleção de plantas, iniciada quando ele tinha 6 anos de idade. O Sítio do famoso paisagista abriga cerca de 3.500 espécimes de plantas originárias de florestas brasileiras e de outros países, numa área de 360.000 metros quadrados. A coleção é considerada uma das mais importantes do mundo no que se refere a plantas tropicais e semi-tropicais, possuindo o título de patrimônio cultural brasileiro desde 1985. Em 1973, mudou-se de Laranjeiras (bairro da zona sul do Rio de Janeiro) para o Sítio, vivendo aí até sua morte em 4 de junho de 1994. Burle Marx doou o Sítio ao governo brasileiro em março de 1985, pretendendo garantir a integridade da propriedade como um todo, bem como criar uma escola dedicada ao paisagismo, botânica e artes em geral, além de deixar para as gerações futuras o inestimável jardim botânico que criou e as coleções de arte e artesanato adquiridas ao longo de sua vida. Aí se incluem suas próprias pinturas, desenhos, murais em azulejos e tecidos, bem como coleções de vidros decorativos, imagens sacras barrocas em madeira, cerâmica pré-colombiana e uma excepcional coleção de cerâmica primitiva oriunda do Vale do Jequitinhonha (estado de Minas Gerais, Brasil). Em 1949 Roberto Burle Marx e seu irmão Siegfried adquiriram o Sítio Santo Antônio da Bica, que possuía uma antiga casa de fazenda e uma pequena capela do século XVII, dedicada a Santo Antônio. Burle Marx restaurou ambos os prédios e começou a trazer para este local sua coleção de plantas, iniciada quando ele tinha 6 anos de idade. O Sítio do famoso paisagista abriga cerca de 3.500 espécimes de plantas originárias de florestas brasileiras e de outros países, numa área de 360.000 metros quadrados. A coleção é considerada uma das mais importantes do mundo no que se refere a plantas tropicais e semi-tropicais, possuindo o título de patrimônio cultural brasileiro desde 1985. Em 1973, mudou-se de Laranjeiras (bairro da zona sul do Rio de Janeiro) para o Sítio, vivendo aí até sua morte em 4 de junho de 1994. Burle Marx doou o Sítio ao governo brasileiro em março de 1985, pretendendo garantir a integridade da propriedade como um todo, bem como criar uma escola dedicada ao paisagismo, botânica e artes em geral, além de deixar para as gerações futuras o inestimável jardim botânico que criou e as coleções de arte e artesanato adquiridas ao longo de sua vida. Aí se incluem suas próprias pinturas, desenhos, murais em azulejos e tecidos, bem como coleções de vidros decorativos, imagens sacras barrocas em madeira, cerâmica pré-colombiana e uma excepcional coleção de cerâmica primitiva oriunda do Vale do Jequitinhonha (estado de Minas Gerais, Brasil). A capela é dedicada a Santo Antônio, erguida no século XVII, no sítio Santo Antônio da Bica (atual sítio Burle Marx).
Marcel Gautherot
Barra de Guaratiba
circa 1961

Sítio Burle Marx - sombra
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BMRJ22795.jpg
Sítio Burle Marx - sombra
Roberto Burle Marx ( SP 1909 RJ 1994) foi paisagista, arquiteto, desenhista, pintor, gravador, litógrafo, escultor, tapeceiro, ceramista, designer de jóias e decorador. Viveu no Rio de Janeiro durante sua infância e, em 1928, foi com a família para a Alemanha. De volta ao Brasil, fez o curso de pintura e arquitetura na Escola Nacional de Belas Artes (Enba), Rio de Janeiro, entre 1930 e 1934. Em 1932, realizou seu primeiro projeto de jardim para a residência da família Schwartz, no Rio de Janeiro, a convite do arquiteto Lúcio Costa. Durante a década de 30 ocupou o cargo de diretor de parques e jardins do Recife. Em 1937, retornou ao Rio de Janeiro e trabalhou como assistente de Candido Portinari. Sua paixão por plantas remonta à juventude, quando se interessou por botânica e jardinagem. Em 1949, Burle Marx organizou uma grande coleção, quando adquiriu um sítio de 800.000 m², no Rio de Janeiro. Em companhia de botânicos, realizou inúmeras viagens por diversas regiões do país, para coletar e catalogar exemplares de plantas, reproduzindo em sua obra a diversidade fitogeográfica brasileira.Em 1949 Roberto Burle Marx e seu irmão Siegfried adquiriram o Sítio Santo Antônio da Bica, que possuía uma antiga casa de fazenda e uma pequena capela do século XVII, dedicada a Santo Antônio. Burle Marx restaurou ambos os prédios e começou a trazer para este local sua coleção de plantas, iniciada quando ele tinha 6 anos de idade. O Sítio do famoso paisagista abriga cerca de 3.500 espécimes de plantas originárias de florestas brasileiras e de outros países, numa área de 360.000 metros quadrados. A coleção é considerada uma das mais importantes do mundo no que se refere a plantas tropicais e semi-tropicais, possuindo o título de patrimônio cultural brasileiro desde 1985. Em 1973, mudou-se de Laranjeiras (bairro da zona sul do Rio de Janeiro) para o Sítio, vivendo aí até sua morte em 4 de junho de 1994. Burle Marx doou o Sítio ao governo brasileiro em março de 1985, pretendendo garantir a integridade da propriedade como um todo, bem como criar uma escola dedicada ao paisagismo, botânica e artes em geral, além de deixar para as gerações futuras o inestimável jardim botânico que criou e as coleções de arte e artesanato adquiridas ao longo de sua vida. Aí se incluem suas próprias pinturas, desenhos, murais em azulejos e tecidos, bem como coleções de vidros decorativos, imagens sacras barrocas em madeira, cerâmica pré-colombiana e uma excepcional coleção de cerâmica primitiva oriunda do Vale do Jequitinhonha (estado de Minas Gerais, Brasil). Em 1949 Roberto Burle Marx e seu irmão Siegfried adquiriram o Sítio Santo Antônio da Bica, que possuía uma antiga casa de fazenda e uma pequena capela do século XVII, dedicada a Santo Antônio. Burle Marx restaurou ambos os prédios e começou a trazer para este local sua coleção de plantas, iniciada quando ele tinha 6 anos de idade. O Sítio do famoso paisagista abriga cerca de 3.500 espécimes de plantas originárias de florestas brasileiras e de outros países, numa área de 360.000 metros quadrados. A coleção é considerada uma das mais importantes do mundo no que se refere a plantas tropicais e semi-tropicais, possuindo o título de patrimônio cultural brasileiro desde 1985. Em 1973, mudou-se de Laranjeiras (bairro da zona sul do Rio de Janeiro) para o Sítio, vivendo aí até sua morte em 4 de junho de 1994. Burle Marx doou o Sítio ao governo brasileiro em março de 1985, pretendendo garantir a integridade da propriedade como um todo, bem como criar uma escola dedicada ao paisagismo, botânica e artes em geral, além de deixar para as gerações futuras o inestimável jardim botânico que criou e as coleções de arte e artesanato adquiridas ao longo de sua vida. Aí se incluem suas próprias pinturas, desenhos, murais em azulejos e tecidos, bem como coleções de vidros decorativos, imagens sacras barrocas em madeira, cerâmica pré-colombiana e uma excepcional coleção de cerâmica primitiva oriunda do Vale do Jequitinhonha (estado de Minas Gerais, Brasil). A capela é dedicada a Santo Antônio, erguida no século XVII, no sítio Santo Antônio da Bica (atual sítio Burle Marx).
Marcel Gautherot
Barra de Guaratiba
circa 1961

Sítio Burle Marx - sombra
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010BMRJ22796.jpg
Sítio Burle Marx - sombra
Roberto Burle Marx ( SP 1909 RJ 1994) foi paisagista, arquiteto, desenhista, pintor, gravador, litógrafo, escultor, tapeceiro, ceramista, designer de jóias e decorador. Viveu no Rio de Janeiro durante sua infância e, em 1928, foi com a família para a Alemanha. De volta ao Brasil, fez o curso de pintura e arquitetura na Escola Nacional de Belas Artes (Enba), Rio de Janeiro, entre 1930 e 1934. Em 1932, realizou seu primeiro projeto de jardim para a residência da família Schwartz, no Rio de Janeiro, a convite do arquiteto Lúcio Costa. Durante a década de 30 ocupou o cargo de diretor de parques e jardins do Recife. Em 1937, retornou ao Rio de Janeiro e trabalhou como assistente de Candido Portinari. Sua paixão por plantas remonta à juventude, quando se interessou por botânica e jardinagem. Em 1949, Burle Marx organizou uma grande coleção, quando adquiriu um sítio de 800.000 m², no Rio de Janeiro. Em companhia de botânicos, realizou inúmeras viagens por diversas regiões do país, para coletar e catalogar exemplares de plantas, reproduzindo em sua obra a diversidade fitogeográfica brasileira.Em 1949 Roberto Burle Marx e seu irmão Siegfried adquiriram o Sítio Santo Antônio da Bica, que possuía uma antiga casa de fazenda e uma pequena capela do século XVII, dedicada a Santo Antônio. Burle Marx restaurou ambos os prédios e começou a trazer para este local sua coleção de plantas, iniciada quando ele tinha 6 anos de idade. O Sítio do famoso paisagista abriga cerca de 3.500 espécimes de plantas originárias de florestas brasileiras e de outros países, numa área de 360.000 metros quadrados. A coleção é considerada uma das mais importantes do mundo no que se refere a plantas tropicais e semi-tropicais, possuindo o título de patrimônio cultural brasileiro desde 1985. Em 1973, mudou-se de Laranjeiras (bairro da zona sul do Rio de Janeiro) para o Sítio, vivendo aí até sua morte em 4 de junho de 1994. Burle Marx doou o Sítio ao governo brasileiro em março de 1985, pretendendo garantir a integridade da propriedade como um todo, bem como criar uma escola dedicada ao paisagismo, botânica e artes em geral, além de deixar para as gerações futuras o inestimável jardim botânico que criou e as coleções de arte e artesanato adquiridas ao longo de sua vida. Aí se incluem suas próprias pinturas, desenhos, murais em azulejos e tecidos, bem como coleções de vidros decorativos, imagens sacras barrocas em madeira, cerâmica pré-colombiana e uma excepcional coleção de cerâmica primitiva oriunda do Vale do Jequitinhonha (estado de Minas Gerais, Brasil). Em 1949 Roberto Burle Marx e seu irmão Siegfried adquiriram o Sítio Santo Antônio da Bica, que possuía uma antiga casa de fazenda e uma pequena capela do século XVII, dedicada a Santo Antônio. Burle Marx restaurou ambos os prédios e começou a trazer para este local sua coleção de plantas, iniciada quando ele tinha 6 anos de idade. O Sítio do famoso paisagista abriga cerca de 3.500 espécimes de plantas originárias de florestas brasileiras e de outros países, numa área de 360.000 metros quadrados. A coleção é considerada uma das mais importantes do mundo no que se refere a plantas tropicais e semi-tropicais, possuindo o título de patrimônio cultural brasileiro desde 1985. Em 1973, mudou-se de Laranjeiras (bairro da zona sul do Rio de Janeiro) para o Sítio, vivendo aí até sua morte em 4 de junho de 1994. Burle Marx doou o Sítio ao governo brasileiro em março de 1985, pretendendo garantir a integridade da propriedade como um todo, bem como criar uma escola dedicada ao paisagismo, botânica e artes em geral, além de deixar para as gerações futuras o inestimável jardim botânico que criou e as coleções de arte e artesanato adquiridas ao longo de sua vida. Aí se incluem suas próprias pinturas, desenhos, murais em azulejos e tecidos, bem como coleções de vidros decorativos, imagens sacras barrocas em madeira, cerâmica pré-colombiana e uma excepcional coleção de cerâmica primitiva oriunda do Vale do Jequitinhonha (estado de Minas Gerais, Brasil). A capela é dedicada a Santo Antônio, erguida no século XVII, no sítio Santo Antônio da Bica (atual sítio Burle Marx).
Marcel Gautherot
Barra de Guaratiba
circa 1961

Sítio Burle Marx - sombra
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Sítio Burle Marx - sombra
Roberto Burle Marx ( SP 1909 RJ 1994) foi paisagista, arquiteto, desenhista, pintor, gravador, litógrafo, escultor, tapeceiro, ceramista, designer de jóias e decorador. Viveu no Rio de Janeiro durante sua infância e, em 1928, foi com a família para a Alemanha. De volta ao Brasil, fez o curso de pintura e arquitetura na Escola Nacional de Belas Artes (Enba), Rio de Janeiro, entre 1930 e 1934. Em 1932, realizou seu primeiro projeto de jardim para a residência da família Schwartz, no Rio de Janeiro, a convite do arquiteto Lúcio Costa. Durante a década de 30 ocupou o cargo de diretor de parques e jardins do Recife. Em 1937, retornou ao Rio de Janeiro e trabalhou como assistente de Candido Portinari. Sua paixão por plantas remonta à juventude, quando se interessou por botânica e jardinagem. Em 1949, Burle Marx organizou uma grande coleção, quando adquiriu um sítio de 800.000 m², no Rio de Janeiro. Em companhia de botânicos, realizou inúmeras viagens por diversas regiões do país, para coletar e catalogar exemplares de plantas, reproduzindo em sua obra a diversidade fitogeográfica brasileira.Em 1949 Roberto Burle Marx e seu irmão Siegfried adquiriram o Sítio Santo Antônio da Bica, que possuía uma antiga casa de fazenda e uma pequena capela do século XVII, dedicada a Santo Antônio. Burle Marx restaurou ambos os prédios e começou a trazer para este local sua coleção de plantas, iniciada quando ele tinha 6 anos de idade. O Sítio do famoso paisagista abriga cerca de 3.500 espécimes de plantas originárias de florestas brasileiras e de outros países, numa área de 360.000 metros quadrados. A coleção é considerada uma das mais importantes do mundo no que se refere a plantas tropicais e semi-tropicais, possuindo o título de patrimônio cultural brasileiro desde 1985. Em 1973, mudou-se de Laranjeiras (bairro da zona sul do Rio de Janeiro) para o Sítio, vivendo aí até sua morte em 4 de junho de 1994. Burle Marx doou o Sítio ao governo brasileiro em março de 1985, pretendendo garantir a integridade da propriedade como um todo, bem como criar uma escola dedicada ao paisagismo, botânica e artes em geral, além de deixar para as gerações futuras o inestimável jardim botânico que criou e as coleções de arte e artesanato adquiridas ao longo de sua vida. Aí se incluem suas próprias pinturas, desenhos, murais em azulejos e tecidos, bem como coleções de vidros decorativos, imagens sacras barrocas em madeira, cerâmica pré-colombiana e uma excepcional coleção de cerâmica primitiva oriunda do Vale do Jequitinhonha (estado de Minas Gerais, Brasil). Em 1949 Roberto Burle Marx e seu irmão Siegfried adquiriram o Sítio Santo Antônio da Bica, que possuía uma antiga casa de fazenda e uma pequena capela do século XVII, dedicada a Santo Antônio. Burle Marx restaurou ambos os prédios e começou a trazer para este local sua coleção de plantas, iniciada quando ele tinha 6 anos de idade. O Sítio do famoso paisagista abriga cerca de 3.500 espécimes de plantas originárias de florestas brasileiras e de outros países, numa área de 360.000 metros quadrados. A coleção é considerada uma das mais importantes do mundo no que se refere a plantas tropicais e semi-tropicais, possuindo o título de patrimônio cultural brasileiro desde 1985. Em 1973, mudou-se de Laranjeiras (bairro da zona sul do Rio de Janeiro) para o Sítio, vivendo aí até sua morte em 4 de junho de 1994. Burle Marx doou o Sítio ao governo brasileiro em março de 1985, pretendendo garantir a integridade da propriedade como um todo, bem como criar uma escola dedicada ao paisagismo, botânica e artes em geral, além de deixar para as gerações futuras o inestimável jardim botânico que criou e as coleções de arte e artesanato adquiridas ao longo de sua vida. Aí se incluem suas próprias pinturas, desenhos, murais em azulejos e tecidos, bem como coleções de vidros decorativos, imagens sacras barrocas em madeira, cerâmica pré-colombiana e uma excepcional coleção de cerâmica primitiva oriunda do Vale do Jequitinhonha (estado de Minas Gerais, Brasil). A capela é dedicada a Santo Antônio, erguida no século XVII, no sítio Santo Antônio da Bica (atual sítio Burle Marx).
Marcel Gautherot
Barra de Guaratiba
circa 1961