Nem todos os documentos, obras e objetos estão disponíveis para licenciamento ou empréstimo.

Visualizar por
Vista Panorâmica de Santos
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AMF015023.jpg
Vista Panorâmica de Santos
O povoamento de Santos começou em 1531, quando os primeiros colonizadores portugueses chegaram à região na expedição de Martim Afonso de Souza. O objetivo de Martim Afonso era distribuir entre os fidalgos que o acompanhavam terras ao redor da Ilha de São Vicente. No ano seguinte foi fundada a Vila de São Vicente, que viria a se tornar a capital da Capitania que levou seu nome. Entre 1532 e 1540 são desbravadas as terras ao longo do rio São Vicente, até que finalmente colonos se estabeleceram na região chamada pelos indígenas de Enguaguaçu, que possuía melhores fontes de água e melhores terras. Foi aí que surgiram os primeiros engenhos da capitania. Em 1540 Brás Cubas, servidor pessoal de Martim Afonso, volta de uma viagem a Portugal e participa ativamente da luta para a expulsão de indígenas que haviam atacado São Vicente em 1534 (por conta desses ataques, foi-se desenvolvendo Enguaguaçu, para onde fugiram as pessoas). Brás Cubas participa do desenvolvimento do povoado, e em 1545 assume o cargo de Capitão-Mor da Capitania de São Vicente, e logo depois deu foro de Vila à Enguaguaçu, transformando-a em Vila do Porto de Santos.
Marc Ferrez
Porto de Santos
circa 1880

Santuário de Santo Antonio do Valongo
Archive/Collection: Hildegard Rosenthal
005HR046n07.jpg
Santuário de Santo Antonio do Valongo
O Santuário de Santo Antonio do Valongo é um conjunto arquitetônico formado por igreja e convento. O Convento de Santo Antônio do Valongo foi fundado em 1640 pelo Frei Manoel de Santa Maria, e teve sua construção iniciada em junho de 1641. O santuário foi instalado no Valongo, porque a região era, na época, o local onde residiam as famílias mais abastadas da cidade, que poderiam ajudar na assistência aos frades enquanto o convento era construído. De 1855 a 1906 o convento abrigou a Escola de Meninas do Valongo, e somente em 1922 os padres puderam retornar ao Valongo. O santuário abriga preciosidades como uma imagem de Nossa Senhora da Conceição feita no século XVII, na sacristia, e outra da mesma santa, feita em 1698, localizada no pátio.
Hildegard Rosenthal
Largo Marquês de Monte Alegre, Centro
circa 1942

Santuário de Santo Antonio do Valongo
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
005HR046n08.jpg
Santuário de Santo Antonio do Valongo
O Santuário de Santo Antonio do Valongo é um conjunto arquitetônico formado por igreja e convento. O Convento de Santo Antônio do Valongo foi fundado em 1640 pelo Frei Manoel de Santa Maria, e teve sua construção iniciada em junho de 1641. O santuário foi instalado no Valongo, porque a região era, na época, o local onde residiam as famílias mais abastadas da cidade, que poderiam ajudar na assistência aos frades enquanto o convento era construído. De 1855 a 1906 o convento abrigou a Escola de Meninas do Valongo, e somente em 1922 os padres puderam retornar ao Valongo. O santuário abriga preciosidades como uma imagem de Nossa Senhora da Conceição feita no século XVII, na sacristia, e outra da mesma santa, feita em 1698, localizada no pátio.
Hildegard Rosenthal
Largo Marquês de Monte Alegre, Centro
circa 1942

Santuário de Santo Antonio do Valongo
Arquivo/Coleção: Hildegard Rosenthal
005HR046n10.jpg
Santuário de Santo Antonio do Valongo
O Santuário de Santo Antonio do Valongo é um conjunto arquitetônico formado por igreja e convento. O Convento de Santo Antônio do Valongo foi fundado em 1640 pelo Frei Manoel de Santa Maria, e teve sua construção iniciada em junho de 1641. O santuário foi instalado no Valongo, porque a região era, na época, o local onde residiam as famílias mais abastadas da cidade, que poderiam ajudar na assistência aos frades enquanto o convento era construído. De 1855 a 1906 o convento abrigou a Escola de Meninas do Valongo, e somente em 1922 os padres puderam retornar ao Valongo. O santuário abriga preciosidades como uma imagem de Nossa Senhora da Conceição feita no século XVII, na sacristia, e outra da mesma santa, feita em 1698, localizada no pátio.
Hildegard Rosenthal
Largo Marquês de Monte Alegre, Centro
circa 1942

São Paulo Railway, Porto de Santos
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
0072430cx012-02.jpg
São Paulo Railway, Porto de Santos
O porto de Santos é um porto natural, formado pela baía e o estuário de Santos entre as ilhas de São Vicente e Santo Amaro. Inicialmente chamou-se porto de São Vicente e era formado por um conjunto de trapiches de madeira, instalados num terreno de mangue na beira do mar, e facilitavam a atracação de navios de pequeno porte. A vila que chamou-se de Santos foi se desenvolvendo à medida que o porto foi crescendo, e o cultivo de café em São Paulo contribui bastante para esse desenvolvimento. Em 1864 dá-se início à construção da Estrada de Ferro São Paulo Railway, conhecida como estrada de ferro Santos-Jundiaí, inaugurada em 1867, primeira ligação ferroviária entre o porto e o resto da Província. A ferrovia garantia o escoamento da carga destinada ao exterior e contribuiu para tornar o Porto de Santos o maior porto brasileiro. O porto de Santos é um porto natural, formado pela baía e o estuário de Santos entre as ilhas de São Vicente e Santo Amaro. Inicialmente chamou-se porto de São Vicente e era formado por um conjunto de trapiches de madeira, instalados num terreno de mangue na beira do mar, e facilitavam a atracação de navios de pequeno porte. A vila que chamou-se de Santos foi se desenvolvendo à medida que o porto foi crescendo, e o cultivo de café em São Paulo contribui bastante para esse desenvolvimento. Em 1864 dá-se início à construção da Estrada de Ferro São Paulo Railway, conhecida como estrada de ferro Santos-Jundiaí, inaugurada em 1867, primeira ligação ferroviária entre o porto e o resto da Província. A ferrovia garantia o escoamento da carga destinada ao exterior e contribuiu para tornar o Porto de Santos o maior porto brasileiro.
Marc Ferrez
Cais do Porto
circa 1880

Capela Jesus, Maria e José
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
007A5P4F06-011.jpg
Capela Jesus, Maria e José
Conhecida também como Capela do Carvalho (porque foi propriedade do coronel de milícias José Antônio Vieira de Carvalho) e do Terço, recebeu ainda a distinta denominação de Capela de Nossa Senhora da Conceição numa planta de Santos de 1798. Ficava na rua da Praia, depois chamada rua Antônio Prado e hoje rua Tuiuti, e foi demolida em 1902, já em ruínas, para as obras da Companhia Docas.
Militão Augusto de Azevedo
Rua da Praia (atual Tuiuti)
1865

Igreja Matriz
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
007A5P4F06-020.jpg
Igreja Matriz
Construída na região onde a cidade se estruturou, a antiga Igreja Matriz de Santos passou por várias reformas até ser demolida pelo poder público, em 1908, para dar lugar ao projeto de urbanização da Praça da República.
Militão Augusto de Azevedo
Santos
1865

Capela da Ordem Terceira, Igreja e Convento do Carmo
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
007A5P4F06-025.jpg
Capela da Ordem Terceira, Igreja e Convento do Carmo
A presença carmelita em Santos data do final do século XVI, facilitada com a doação, pela família Adorno, da Capela Nossa Senhora da Graça, situada próxima ao Valongo, onde se passaram a exercer as atividades da Ordem. Construídas a partir de 1760, a capela e a igreja possuem um belo conjunto arquitetônico, constituído de duas igrejas entrepostas por uma torre de sinos revestida de azulejos portugueses.
Militão Augusto de Azevedo
Rua Meridional
1865

Bom Jesus de Pirapora
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
007A5P4F08-044.jpg
Bom Jesus de Pirapora
Militão Augusto de Azevedo
Santos
circa 1886

Filtrar por:

Áreas

Acervo IMS de A a Z

Autoria

Assuntos

Pessoas

Locais

Datas

Técnicas

Suportes