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Lo importante de nueva Mariel es su reaparición;O amor inventado;Versão carioca com um carioca da aventura solitária de Alexander Selkirk, marinheiro inglês que inspirou Daniel Defoe para escrever o "Robison Crusoe";Façanhas literárias;Barco que navega num rio;Tudo que eu nunca te disse;Obra proposta: escritos da Inglaterra, de Ana C.;História do vitral;Romanische Buchhandlung;A fala abafada dos jovens poetas;Vídeo sobre Ana Cesar vence Festival Fotóptica;Seletas de Ana C.; autor:;Descobrirei os que...;A aluna era brilhante, mas plagiou a professora;Eça, autor de Madame Bovary;-;Inventário de perdas;Olhei no espelho...;Desafios da intimidade;A escolha de Carlito Azevedo;Ana Cristina Cesar;A criação literária e as trajetórias da paixão;Correr em vez de caminhar;Propomos um jogo...;Embaixador de cultura;-;A teus pés;-;A teus pés;Joseph Beuys;Kid gloves: fragments of a journal;Notas sobre a decomposição n'Os lusíadas;Prontos mas rejeitados;A roupa nova do rei...;Barroso;Biografia vê os anos 70 de Ana Cristina;O que ficou da poesia marginal?;Metro curto, metro longo, alta qualidade;Entre Franz Kafka e David Lynch;Ana Cristina Cesar: um ano de ausência e a volta através de seus poemas;Instituto Moreira Salles abre novo centro cultural no RJ;A ditadura encurralada;Um trágico desafio à moral dos outros;Poeticamente teatro
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Entre Franz Kafka e David Lynch
Entrevista
Isabel Cristina Mauad
Rio de Janeiro
24 de novembro de 1991

Entrelinhas;Luvas de Pelica;Malditos marginais hereges;Até poesia soltava faísca nos 70;Livro traz ensaios escritos pela poetisa nos anos 70;A tinta das letras II: 28 Escritores nas artes plásticas;O gato desaparece...;Duas vezes Brasil;Onde estão os marginais de ontem?;-;[Banda];Love’s labour’s lost;Tema caro a...;Contos de difícil equilíbrio;Lembrança de Ana C.;Antologia de poemas da infância;-;Escrita dedicada à sedução;Beleza em Ana;Sequência;[Can I start?];Era noite e...;Jornal da Juventude Infantil: Historietas: Música, divina música;Dois acontecimentos;-;-;-;-;-;Epílogo;Patrick Caulfield: The complete graphics: 1964-80;Um homem uma mulher no Centro de Letras;Os gatos jamais...;Quem conta um conto;A. Carneiro, esta é a última vez...;Carta a uma amiga de infância;Uma mitologia particular;Instituto de Letras inaugura Escritório Modelo de Tradução;A lúdica relação entre palavra e movimento;Pouvoir de la parole et silence de la femme;Mario e a poesia agora;Escritos no Rio;Anseios um tanto críticos;Situation du récit dans une typologie des discours;Outubro de 1993: dez anos sem Ana Cristina Cesar;A poesia em progresso;O hoje da cultura mambembe;Representations, monstrositites: writing AIDS in Brazil;From "Pictures of the gone world";Na outra noite no meio-fio;Writing as a woman
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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Duas vezes Brasil
Artigo
Carlos Alberto Azevedo
Berlim
agosto de 1994

Literatur;[Olho vago perdido];Arte pau-brasil;Ana Cristina Cesar, um encontro com a luz do seu encanto;Poesia cult;[Com volúpia];Mistérios de Ana C.;Ainda o gato...;Talk show na Casa de Petrópolis enfoca a poetisa Ana C. Cesar;As treze maneiras;-;Relatório de Atividades 1996;Jornal da Juventude Infantil: Rosinha, a camponesa...;Conto de Natal;;As duas faces da Conciliação;Marilda: o problema...;Provocações de uma poeta;Poesia à flor da pele;Achtung! Ab 19.00 Uhr Lesung in memoriam Ana Cristina Cesar;A temporalidade lírica;-;A grande lua;Place de l´Etoile...;-;-;-;-;-;From Ana;R-65: Aqui está, amigos, o primeiro...;Tu queres sono...;Curso de Atualização em Teoria da Literatura;Edições da Funarte discutem a produção artística de hoje;Um outro lado da poesia ausente;A hora e a vez do capricho;Na cabeceira;A poeta também é excelente crítica e ótima tradutora;Eugenio Savio revela O Amor Inventado em BH;Os passaportes autenticados para Ana Cristina;América Latina ganha feira;Vibrante e cerebral;Drummond e a poesia de mulheres;A experiência tradutória e a experiência poética de Ana Cristina Cesar em suas diferenças e simultaneidades;A terceira noite;[Posto de gasolina/Perigo! Água barrenta]
Arquivo/Coleção: Ana Cristina Cesar (ACC)
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América Latina ganha feira
Notícia
Antonio Carlos Seild
São Paulo
25 de maio de 1991

-;Telenia Hill: no literário, o conhecimento do humano;No mais secreto do ser efêmero: romance;A reabilitação do romance com começo, meio e fim;-;-;-;Sobre o coquetel que será realizado...;Carta a Hilda Hilst;Elas por elas;Impressões de uma viagem;O ano literário de 1977
Arquivo/Coleção: Elisa Lispector (EL)
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Carta a Hilda Hilst
Carta
Lygia Fagundes Telles
São Paulo
19 de dezembro de 1971

Lygia Fagundes Telles
Arquivo/Coleção: Madalena Schwartz
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Lygia Fagundes Telles
A escritora Lygia Fagundes Telles nasceu em São Paulo em 19 de abril de 1923, quarta filha de uma pianista e de um advogado que exercia as funções de delegado e promotor público em cidades do interior paulista, razão pela qual a família vivia se mudando quando Lygia era criança. Ouvindo histórias contadas por pajens e outras crianças, a menina começa a escrever seus próprios contos e histórias que contaria em reuniões familiares. Seu primeiro livro de contos (chamado "Porão e Sobrado") foi lançado em 1938, numa edição paga por seu pai, e na época assinava apenas Lygia Fagundes. No ano seguinte ela termina o ensino fundamental e em 1940 ingressa na Escola Superior de Educação Física ao mesmo tempo que freqüenta o curso pré-jurídico, preparatório para a Faculdade de Direito do Largo do São Francisco. Em 1941, já no curso de Direito, freqüenta as rodas literárias espalhadas por cafés e livrarias próximas à faculdade, e foi numa delas que conheceu os escritores Mário e Oswald de Andrade e o crítico de cinema Paulo Emílio Salles Gomes, entre outros. Nessa época também começa a colaborar em jornais publicados na faculdade. Seu segundo livro de contos é publicado em 1944, e o terceiro somente em 1979, três anos depois de terminar o curso de Direito. Em 1950 casa-se com o jurista e deputado federal Goffredo da Silva Telles Jr., seu ex-professor na faculdade, e logo muda-se para o Rio de Janeiro. Em 1952, já de volta a São Paulo, escreve seu primeiro romance, "Ciranda de pedra". Em 1960 separa-se do marido, e mais tarde casa-se novamente com Paulo Emílio Salles Gomes. Ao mesmo tempo que trabalhava com procuradora do Instituto de Previdência do Estado de São Paulo, Lygia continuava sua produção literária, com enorme sucesso e vencendo os mais importantes prêmios do país, como o da Academia Brasileira de Letras, o Jabuti e o da Associação Paulista de Críticos de Arte. Em 1982 é eleita para a Academia Paulista de Letras, e em 1985 para a Academia Brasileira de Letras. Suas obras foram ainda adaptadas, algumas pela própria escritora, para programas de televisão e para o cinema.
Madalena Schwartz
Brasil
1983

-;Proclamação do vencedor do Prêmio APLUB de Literatura - Gênero: conto - 42ª Feira do Livro;Academia Piracicabana de Letras;À sra. Lygia Fagundes Telles...;Carnet D'or;Fagundes Telles troca de editora;O jardim de Lygia, na Globo;-;-;As horas nuas;Concepção e direção
Arquivo/Coleção: Lygia Fagundes Telles (LFT)
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Carta
Academia Brasileira de Letras
Rio de Janeiro
14 de março de 2000

Cristina Mutarrelli (acima e Lygia Fagundes Telles prestigiam...;Casa dos imortais abre-se para Lygia;Folha seca;VII Symbolisme de la Prudence;-;Roda Viva: Domenico De Masi;Bacharelados de 1945;-;-;Hyde Park;O jardim selvagem
Arquivo/Coleção: Lygia Fagundes Telles (LFT)
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Convite
Academia Brasileira de Letras
Rio de Janeiro
12 de dezembro de 2002

Invenção e memória;O jardim selvagem;-;Depoimento da atual geração acadêmica;-;-;A arte de domesticar demônios;Cascudo recebe, em Natal, o troféu de Intelectual do Ano;França, suor e cerveja;XX International Congress
Arquivo/Coleção: Lygia Fagundes Telles (LFT)
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Depoimento da atual geração acadêmica
Lygia Fagundes Telles
Rio de Janeiro
outubro de 1944

Imagem padrão
Arquivo/Coleção: Lygia Fagundes Telles (LFT)
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Bilhete
Goffredo da Silva Telles
Local não identificado
Século XX

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