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Praça XV de Novembro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Praça XV de Novembro
A Praça D. Pedro II passou a ser assim chamada no Segundo Reinado. Apesar disso, a área era chamada pela população - até pelo menos o início do século XX - Largo do Paço, por causa do palácio real, e depois imperial, mandado construir por Gomes Freire (futuro Conde de Bobadela) no século XVIII. Foi inicialmente destinado a ser sede do governo e casa dos governadores. Seus alicerces foram fincados em frente ao convento do Carmo, no lugar antes ocupado pela Casa da Moeda. A praça também já havia sido chamada Largo do Rócio e Terreiro da Polé (porque ali ficava o pelourinho, popularmente chamado polé). Em 1889, com a Proclamação da República, a praça passa definitivamente a chamar-se Praça XV de Novembro. A praça foi remodelada em 1894, ganhando um novo jardim com um monumento em homenagem à memória do General Osório, feita por Rodolfo Bernardelli.
Marc Ferrez
Centro
1897

Porto de Santos
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Porto de Santos
O porto de Santos é um porto natural, formado pela baía e o estuário de Santos entre as ilhas de São Vicente e Santo Amaro. Inicialmente chamou-se porto de São Vicente e era formado por um conjunto de trapiches de madeira, instalados num terreno de mangue na beira do mar, e facilitavam a atracação de navios de pequeno porte. A vila que chamou-se de Santos foi se desenvolvendo à medida que o porto foi crescendo, e o cultivo de café em São Paulo contribui bastante para esse desenvolvimento. Em 1864 dá-se início à construção da Estrada de Ferro São Paulo Railway, inaugurada em 1867, primeira ligação ferroviária entre o porto e o resto da Província. A ferrovia garantia o escoamento da carga destinada ao exterior e contribuiu para tornar o Porto de Santos o maior porto brasileiro.
Marc Ferrez
Santos
circa 1880

O porto do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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O porto do Rio de Janeiro
Panorama da zona portuária da cidade, tirado provavelmente do Morro do Castelo. Ao fundo, vemos a cadeia montanhosa da cidade.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1890

Porto do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Porto do Rio de Janeiro
Marc Ferrez
Porto
circa 1885

Docas D. Pedro II e embarcações
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Docas D. Pedro II e embarcações
Marc Ferrez
Bairro da Saúde
circa 1885

Embarcações no porto
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Embarcações no porto
Marc Ferrez
Zona portuária
circa 1885

Panorama de parte zona portuária do centro Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Panorama de parte zona portuária do centro Rio de Janeiro
Marc Ferrez
Avenida Erasmo Braga ; Centro
circa 1885

Encouraçado Floriano
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Encouraçado Floriano
O Encouraçado Guarda-Costas Floriano, obteve esse nome em homenagem ao Marechal Floriano Peixoto, segundo Presidente da Republica. Foi construído pelo estaleiro Forges et Chantiers de Meditérranée, de La Seyne, Toulon, França. Foi lançado ao mar em junho de 1899, sendo incorporado a marinha do Brasil em 31 de dezembro de 1900.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1900

Encouraçado Riachuelo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Encouraçado Riachuelo
O Encouraçado de Esquadra Riachuelo, obteve esse nome em homenagem ao riacho do rio Paraná, em cujas proximidades travou-se a batalha naval de 11 de junho de 1865, entre a esquadra paraguaia e parte da esquadra brasileira, sob o Comando do Almirante Barroso. Teve sua quilha batida em 31 de agosto de 1881, foi lançado ao mar em 7 de junho de 1883, sendo submetido a Mostra de Armamento em 15 de julho de 1884.
Marc Ferrez
Baía de Guanabara
circa 1884