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Trabalhadores de fundição
Arquivo/Coleção: Alice Brill
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Trabalhadores de fundição
Dois operários trabalhando em formas de fundição.
Alice Brill
São Paulo
circa 1955

Comércio de flores na avenida Dr. Arnaldo
Arquivo/Coleção: Alice Brill
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Comércio de flores na avenida Dr. Arnaldo
Transeuntes comprando flores expostas na avenida Dr. Arnaldo. Ao fundo, vê-se a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. O comércio de flores na rua permanece até hoje, substituído por barracas em toda a extensão da calçada do Cemitério do Araçá, que fica defronte a Faculdade de Medicina, e não é visto na imagem.
Alice Brill
Cerqueira César
circa 1953

Burle Marx e sua obra
Archive/Collection: Alice Brill
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Burle Marx e sua obra
Burle Marx em frente a painel de sua autoria, executado em 1949 pelo ateliê Osirarte.
Alice Brill
São Paulo
circa 1954

O pintor Rebolo e sua filha Lisbeth
Arquivo/Coleção: Alice Brill
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O pintor Rebolo e sua filha Lisbeth
Francisco Rebolo Gonsales e Lisbeth Rebollo Gonçalves, em sua residência no Morumbi (atual rua D.Paulo Pedrosa). Rebolo nasceu em São Paulo, filho de imigrantes espanhóis em 1902 e faleceu em 1980 também em São Paulo. Pintor e gravador, iniciou seus estudos em artes na escola Profissional Masculina do Brás, onde teve aula de desenho com o professor Barquita, entre 1915 e1917. Aos 14 anos trabalhou como aprendiz de decorador de paredes. Paralelamente, à sua atividade como decorador, atuou como jogador de futebol. Em 1926, monta ateliê de decoração na Rua São Bento. A partir de 1933, transfere seu ateliê para uma sala no Palacete Santa Helena, quando inicia-se na pintura, e em 1935 partilha seu ateliê com Mario Zanini. Sua filha, Lisbeth Rebollo Gonçalves, nasceu em outubro de 1946. As imagens são da antiga residência de Rebolo no Morumbi, na Rua B (atual Rua Paulo Pedrosa).
Alice Brill
Morumbi
circa 1951

Victor Brecheret e sua obra
Archive/Collection: Alice Brill
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Victor Brecheret e sua obra
Victor Brecheret, ao lado de modelo de escultura que, no projeto inicial, integraria o Monumento às Bandeiras. O projeto inicial do monumento incluía quatro blocos que conteriam as "insídias" e os "índios guardiães". O modelo em gesso visto nesta imagem é de um dos índios que acabaram por serem excluídos do projeto original. Foto tomada em galpão-ateliê no Ibirapuera.
Alice Brill
Ibirapuera
circa 1951

Yolanda Mohalyi
Arquivo/Coleção: Alice Brill
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Yolanda Mohalyi
Retrato de Yolanda Mohalyi com cachorro de estimação. Yolanda Lederer Mohalyi nasceu em Kolozsvar (Transilvânia, Hungria - atualmente Cluj Napoca, Romênia), em 1909, e faleceu em São Paulo, em 23 de agosto de 1978. Estudou na Academia Real de Belas Artes de Budapeste e na Escola Livre de Nagvgania. Chegou ao Brasil em 1931, fixando residência em São Paulo. Lecionou na Faap e, em 1935, estudou pintura com Lasar Segall. Integrou o Grupo dos Sete, por volta de 1937, ao lado de Victor Brecheret, Antonio Gomide e Elisabeth Nobiling, entre outros, mas a grande amizade que marcou sua carreira foi a de Lasar Segall. Em 1951 realizou suas primeiras xilogravuras com Hansen Bahia. Nas décadas de 1950 e 1960 realizou vitrais e mosaicos para residências particulares e igrejas. Era profundamente religiosa e a arte que praticava, conforme suas próprias palavras, adquiriu um sentido místico cósmico. Parte do acervo pessoal da artista, após a morte, foi doado pelos seus herdeiros ao Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, o qual também ficou com os arquivos da pintora, pelos quais é possível reconstituir sua trajetória, desde a chegada ao Brasil. A obra de Yolanda Mohalyi caminha de um figurativismo inicial que tematiza o ser humano e o social para o abstracionismo informal do final da carreira.
Alice Brill
São Paulo
circa 1951

Karl Plattner
Arquivo/Coleção: Alice Brill
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Karl Plattner
Alice Brill
São Paulo
circa 1953

Mário Cravo Junior e sua obra "O Cangaceiro"
Archive/Collection: Alice Brill
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Mário Cravo Junior e sua obra "O Cangaceiro"
O escultor Mário Cravo Junior em seu ateliê, ao lado de sua obra 'O Cangaceiro', esculpida em madeira.
Alice Brill
Largo da Barra
1953

Felicia Leirner ao lado de sua obra "Figura Clássica"
Arquivo/Coleção: Alice Brill
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Felicia Leirner ao lado de sua obra "Figura Clássica"
Felicia Leirner em seu atelier, ao lado da obra "Figura Clássica", feita em bronze, com 1,84 metros de altura, realizada em 1950. A obra foi exposta na 1ª. Bienal de São Paulo, em 1951, e encontra-se hoje no Museu Felícia Leirner, em Campos do Jordão. Leirner nasceu em Varsóvia, Polônia, em 1904, e faleceu em Campos do Jordão, em 1996. Mudou-se para o Brasil em 1926, iniciou seus estudos como aluna no ateliê de Victor Brecheret em 1948 e estudou pintura com Yolanda Mohalyi. Casou-se com Isai Leirner, industrial que teve importante papel de mecenato no cenário das artes paulistas na década de 40 e foi um dos fundadores e diretores do Museu de Arte Moderna de São Paulo, além de criador do prêmio Leirner de Artes Visuais. Em 1965, Felicia passou a residir em Campos do Jordão, onde em 1978 foi inaugurado o Museu Felicia Leirner, com 108 esculturas ao ar livre.
Alice Brill
São Paulo
circa 1951

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