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Rio Vaza-Barris ao sul
Arquivo/Coleção: Álbum de Canudos - fotografia Flávio de Barros
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Rio Vaza-Barris ao sul
"Mais um flagrante da ocupação do leito seco do rio Vaza-Barris por batalhões de infantaria. O fato de estar combatendo no período das secas auxiliou o exército. Na medida em que os combates foram se estendendo, uma das preocupações do alto comando da Quarta Expedição e do próprio ministro Carlos Machado Bittencourt foi a de que o período da cheia se iniciasse, pois este fato poderia trazer embaraços às tropas. "Nos leitos até então secos, dos regatos, acachoariam rios de águas barrentas, e o Vaza-Barris, intumescido de repente, transmudar-se-ia em onda enorme e dilatada, rolando transbordante, intransponível, cortando todas as comunicações" (Euclides da Cunha). Além disso, as águas poderiam provocar doenças, como coseqüência da formação de poças e pequenos lagos resultantes das enxurradas." 00000tmp
Flávio de Barros
Rio Vasa-Barris
1897

Flanco Esquerdo da Igreja do Bom Jesus
Arquivo/Coleção: Álbum de Canudos - fotografia Flávio de Barros
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Flanco Esquerdo da Igreja do Bom Jesus
Flanco esquerdo da Igreja Nova; à direita, vê-se o cadáver de um conselheirista estendido no chão. "Ao longo da noite do dia 5 e da manhã de 6 de outubro de 1897, a comissão de Engenheiros removeu o entulho da igreja para localizar o cadáver de Antônio Conselheiro, encontrado às 10h do dia 6. O assalto final à igreja foi conduzido pelo 5º Corpo de Polícia da Bahia, o 1º Corpo de Polícia do Pará e o 1º Batalhão de brigada Policial de São Paulo. Esta imagem foi realizada no dia 6 de outubro, pela manhã, quando oficiais de brigadas e de batlhões se reuniram próximo à igreja. À esquerda, em primeiro plano, vê-se um soldado do 14º Batalhão; mais ao centro, aos pés do homem de chapéu que olha para o fotógrafo, um cadáver da guerra, que não parece ter despertado a atenção especial dos soldados. Nesta imagem, podemos observar as elevadas dimensões da igreja, que não chegou a ser finalizada." ALB02-43
Flávio de Barros
Canudos
1897

Igreja de Santo Antonio (velha)
Arquivo/Coleção: Álbum de Canudos - fotografia Flávio de Barros
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Igreja de Santo Antonio (velha)
Igreja Velha (de Santo Antônio), após o conflito; ao fundo, o campanário destruído pela "matadeira" em 24 de agosto de 1897. "Quando Antônio Conselheiro chegou à região de Canudos, antiga fazenda de gado abandonada, servida por diversas estradas, às margens do rio Vaza-Barris, encontrou uma igreja erguida em homenagem a santo Antônio. Restaurada por Conselheiro e seus seguidores, foi reinaugurada em 1893 com festas e missa rezado pelo padre Sabino, da freguesia do Cumbe, vilarejo próximo de Canudos. Era chamada de Igreja Velha pelos moradores do Arraial. Foi atacada inicialmente pelo comando da terceira Expedição, em março de 1897. Em 18 de julho, outro ataque a destruiu quase completamente. No entanto, mesmo destruída, ainda se ouvia o soar de seu sino após este dia, sempre às 18h, hora consagrada à Ave Maria. Em 24 de agosto, pela manhã, o Withworth 32, conhecido como Matadeira, atirou do alto da Favela - serra próxima ao rio Vaza-Barris, ao sul de Canudos - contra a igreja: "viu-se arrebentar, com estrondo, a enorme schrapnell [projétil oco, que se enche de balas] entre as paredes da igreja, esfarelando-lhe o teto, terrubado os restos de campanário e fazendo saltar pelos ares, revoluteando, estridulamente badalando, como se ainda vibrasse um alarma, o velho sino que chamava ao descer das tardes os combatentes para as rezas..." (Euclides da Cunha). No mesmo dia 24, o 25º batalhão atacou e incendiou esta igreja, reduzindo a cinzas o madeiramente de seu telhado. Fotografia realizada após o final dos combates." 00001tmp
Flávio de Barros
Canudos
1897

Generais Barbosa, Oscar, Eugênio e ajudantes
Arquivo/Coleção: Álbum de Canudos - fotografia Flávio de Barros
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Generais Barbosa, Oscar, Eugênio e ajudantes
"Em primeiro plano, da esquerda para direita, vemops os generais-de-brigada João da Silva Barbosa, comandante da Primeira Coluna, Artur Oscar de Andrade Guimarães, general-em-chefe da expedição, Carlos Eugênio de Andrade Guimarães, irmão de Artur Oscar e comandante da Segunda Coluna, o major salvador Pires de Carvalhão Aragão, comandante do 5º Corpo de Polícia da Bahia, e dois oficiais do 1º Regimento de Cavalaria. Registro realizado por Flávio de Barros após o assalto final de 1º de outubro." ALB01-01MR (2)
Flávio de Barros
BA
1897

General Arthur Oscar e seu estado-maior
Archive/Collection: Álbum de Canudos - fotografia Flávio de Barros
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General Arthur Oscar e seu estado-maior
"O general Artur Oscar de Andrade Guimarães (1850-1903) - o segundo da esquerda para a direita, de lenço no pescoço - foi nomeado comandante da Quarta Expedição a 6 de março de 1897, ocasião em que estava à frente do 2º Distrito Militar, com sede em Recife (PE). Chegou na capital baiana a 18 de março daquele mesmo ano, partindo no dia seguinte para Queimadas. A 16 de maio estava em Monte Santo, e em final de abril, em Canudos, onde montou seu posto de comando no Morro da Favela. A partir de agosto, contou com o reforço da Brigada Girard, comandada inicialmente por Miguel Maria Girard e depois pelo major Magalhães. Em 17 de agosto, reorganizou as forças em operação em Canudos, confiando a Primeira Coluna ao general João da Silva Barbosa, com um contigente de 3.500 soldados, e a segunda ao general Cláudio de Amaral Savager, contando com 2.500 soldados (substituído pelo general Carlos Eugênio formalmente a partir de 27 de setembro). O general Artur Oscar havia participado da Guerra do Paraguai, como segundo tenente do 16º Batalhão, tendo sido promovido a general-de-brigada por ocasião da Revolução Federalista." ALB02-36 (2)
Flávio de Barros
BA
1897

General Barbosa e seu estado-maior
Arquivo/Coleção: Álbum de Canudos - fotografia Flávio de Barros
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General Barbosa e seu estado-maior
"General João da Silva Barbosa (1835 - 1912), que comandou a Primeira Coluna - que partiu de Monte Santo em 21 de junho para Canudos - durante a Quarta Expedição. Na fotografia, é o segundo da esquerda para a direita. Ficou gravemente ferido durante o combate de 18 de julho. Pertencia originalmente à cavalaria, e coordenou a tomada final do arraial em 5 de outubro. Nesta imagem, podemos notar uma típica construção de Canudos utilizada pelo exército, ressaltada pelo mastro contendo uma flâmula de comando. Seu estado-maior era composto pelo capitão Pinto Peixoto Velho, pelo alferes João Xavier do Rego Barros e pelo alferes honorário José Leite de Oliveira, e estava acampado no alto da Favela." 00001tmp
Flávio de Barros
BA
1897

General C. Eugênio e estado-maior em Monte Santo
Arquivo/Coleção: Álbum de Canudos - fotografia Flávio de Barros
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General C. Eugênio e estado-maior em Monte Santo
O general Carlos Eugênio de Andrade Guimarães (à janela), com membros de seu estado-maior. "À janela está o general Carlos Eugênio de Andrade Guimarães (1851-1920), comandante da Segunda Coluna e irmão do general Artur Oscar. Quando os combates se intensificaram, Artur Oscar solicitou ao Ministério da Guerra o envio de mais 5 mil soldados para o assalto final. Foram mobilizados o 4º, 28º, 29º, 37º e 39º batalhões de infantaria, bem como as forças policiais de São Paulo, Amazonas e Pará. O general Carlos Eugênio foi nomeado em 17 de agosto para servir às forças expedicionárias, ficando responsável pela coordenação destes batalhões auxiliares, que seriam incorporados à 6ª Brigada da Segunda Coluna. Chegou a Monte santo em 8 de setembro de 1897, tendo partido para Canudos no dia 25 e assumido formalmente o comando da Segunda Coluna no dia 27 deste mesmo mês. Participou da guerra do Paraguai como sargento. Ocupou, posteriormente, o cargo de ministro da Guerra durante o curto mandato do presidente Nilo Peçanha." ALB02-37IGHB (2)
Flávio de Barros
Monte Santo
1897

General C. Eugênio e seu estado-maior
Arquivo/Coleção: Álbum de Canudos - fotografia Flávio de Barros
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General C. Eugênio e seu estado-maior
"O general Carlos Eugênio, o segundo da esquerda para a direita, aparece em Canudos, junto ao seu estado-maior, aonde chegou dia 26 de setembro, tendo assumido o comando da Segunda Coluna no dia seguinte."
Flávio de Barros
BA
1897

General C. Eugênio e oficiais em Queimadas
Arquivo/Coleção: Álbum de Canudos - fotografia Flávio de Barros
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General C. Eugênio e oficiais em Queimadas
"O general Carlos Eugênio aparece de pé, em trajes civis, à frente da árvore, em fotografia do início de setembro de 1897, quando de sua passagem por Queimada a caminho de Monte Santo."
Flávio de Barros
Queimadas
1897