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Indígena não identificado
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0023.jpg
Indígena não identificado
Homem de etnia não identificada nas proximidades do rio Negro.
Felipe Augusto Fidanza
Rio Negro
circa 1873

Mulher indígena da região do rio Negro
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0024.jpg
Mulher indígena da região do rio Negro
Mulher da etnia Arara usando adornos típicos (cocar e colares), na região do rio Negro. Desde 1850 havia notícias de contatos de índios da tribo Arara com moradores da região ribeirinha dos rios Xingu e Iriri. Segundo descrições de exploradores da região, os Arara possuíam caráter pacífico e errante pela região do Xingu; suas mulheres eram admiradas pela beleza e era comum a miscigenação com outros povos indígenas. A denominação "arara" está ligada ao mito de origem do povo, cuja lenda conta que araras vermelhas tentaram levar de volta aos céus muitos dos que de lá caíram. Foi essa tragédia que teria dado origem ao mundo terreno. Os araras falam uma língua da família Karib e pertencem à mesma família sub-dialetal que incluía os Apiacás (hoje extintos), os Yaruma (também extintos) e os Ikpeng.
Felipe Augusto Fidanza
PA
circa 1873

Menina indígena de povo não identificado
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0025.jpg
Menina indígena de povo não identificado
Segundo informações da imagem, a menina indígena teria sido comprada e levada para ser educada por uma família portuguesa.
Felipe Augusto Fidanza
PA
circa 1873