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Palácio Monroe
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Palácio Monroe
Palácio Monroe, inaugurado em 1906 no final da Avenida Central (atual Avenida Rio Branco) para sede da Conferência Pan-Americana do Rio de Janeiro. Reprodução, com aproveitamento parcial de material original do Pavilhão Brasileiro na Exposição Internacional de 1904 em St.Louis (EUA), que recebeu o grande prêmio do júri da exposição. Projeto de uma comissão chefiada pelo general engenheiro Francisco Marcelino de Souza Aguiar. Utilizado inicialmente para exposições, em 1914, funcionou temporariamente como Câmara dos Deputados e,em 1922, serviu de sede para a Comissão Executiva da Exposição do Centenário da Independência do Brasil. Entre 1925 e 1960, funcionou como Senado Federal. Foi demolido na década de 1970. No primeiro plano, à esquerda, parte do Edifício Lafond, um dos primeiros prédios de apartamentos da cidade, na esquina com a Rua Santa Luzia. À direita do palácio está o Passeio Público. Ao fundo, à esquerda, o Outeiro da Glória e, à direita, os morros de Santa Teresa (à frente) e Nova Cintra (atrás).
José dos Santos Affonso
Avenida Rio Branco ; Centro
circa 1920

Theatro Municipal
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Theatro Municipal
O Theatro Municipal do Rio de Janeiro foi inaugurado em 14 de julho de 1909, 4 anos e meio após o início de sua construção, nos primeiros dias de janeiro de 1905. Projetado pelo engenheiro Francisco de Oliveira Passos, filho do prefeito do Rio, Francisco Pereira Passos (1836 - 1913), e por Albert Guilberg, foi inspirado no Theatro da Ópera de Paris. O prédio é um dos mais bonitos e imponentes da cidade e sua história mistura-se com a trajetória cultural do Brasil. Artistas de renome como os irmãos Rodolfo Bernardelli (1852 – 1931) e Henrique Bernardelli (1857 – 1936), Eliseu Visconti (1866 – 1944) e Rodolfo Amoedo (1857 – 1941) participaram da decoração do teatro. Considerado uma das mais importantes salas de espetáculos da América do Sul, ao longo de seus 108 anos recebeu grandes artistas nacionais e internacionais, como as cantoras Bidu Sayão (1902 – 1999), Maria Callas (1923 – 1977) e Renalta Tebaldi (1922 – 2004); os maestros Arturo Toscanini (1867 – 1957), Igor Stravinsky (1882 – 1971) e Heitor Villa-Lobos (1887 – 1959); a atriz Sarah Bernhardt (1844 – 1923) e os bailarinos Margot Fonteyn (1919 – 1991), Rudolf Nureyev (1938 – 1993), Ana Botafogo (1957-) e Mikhail Baryshnikov (1948-); além de importantes personalidades como o papa Francisco (1936-) e o ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama (1961-). À direita a Avenida Rio Branco (antiga Avenida Central) e, à esquerda, edificações nas faldas do Morro de Santo Antonio.
José dos Santos Affonso
Cinelândia
circa 1920

Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Avenida Rio Branco
Vista geral da Avenida Rio Branco (antiga Avenida Central, até 1912), em direção à Praça Mauá. À esquerda, na altura da bifurcação com a Rua Miguel Couto (antiga dos Ourives), esquina da Rua do Rosário, está a Igreja de Nossa Senhora da Conceição e Boa Morte. Projetada pelo brigadeiro português José Fernandes Pinto Alpoim, levou longos 100 anos para ser concluída: iniciada em 1735, só foi definitivamente terminada em 1835. À direita, no primeiro plano, na esquina com a Rua do Ouvidor, o magazine Colombo, primeira casa comercial da avenida. No mesmo lado, entre as duas torres, a cúpula da Igreja da Candelária.
José dos Santos Affonso
Centro
circa 1920