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Indígena do povo Bakairi
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0098.jpg
Indígena do povo Bakairi
Os Bakairi, povo originário da região que hoje faz parte do estado do Mato Grosso, foi o primeiro que teve contato Paul Ehrenreich durante a segunda expedição ao Alto Xingu.
Paul Ehrenreich
Alto Xingu
1894

Indígena do povo Bakairi
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0099.jpg
Indígena do povo Bakairi
O povo Bakairi, originário da região que hoje faz parte do estado do Mato Grosso, foi o primeiro com quem Paul Ehrenreich teve contato durante a segunda expedição ao Alto Xingu.
Paul Ehrenreich
Alto Xingu
1894

Vegetação às margens de rio
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm25-0001.jpg
Vegetação às margens de rio
Paul Ehrenreich
Brasil
1894

Vegetação no Pará
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm28-0001.jpg
Vegetação no Pará
Paul Ehrenreich
Belém
1894

Vegetação ciliar
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm28-0002.jpg
Vegetação ciliar
Paul Ehrenreich
Rio Purus
1894

Paisagem Kulischu
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm42-0001.jpg
Paisagem Kulischu
Paul Ehrenreich
Brasil
1894

Expedicionários em acampamento junto a homens indígenas
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm42-0002.jpg
Expedicionários em acampamento junto a homens indígenas
O termo tapuia, presente no título original da imagem, é uma identidade genérica para designar grupo de moradores locais, muitos deles descendentes de povos indigenas da região. De acordo com alguns pesquisadores, o termo pode ter uma conotação pejorativa, que se referia à pessoas traçoeiras, assim descritos por fazendeiros e indivíduos que travavam conflitos com essas comunidades pela disputa de terras.
Paul Ehrenreich
Brasil
1894

Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0137.jpg
Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Quando D. João VI chegou ao Rio de Janeiro, mandou fundar uma fábrica de pólvora na várzea que circundava a lagoa hoje conhecida como Rodrigo de Freitas. Ao seu lado, mandou instituir um "jardim para plantas exóticas" que continha principalmente especiarias. Somente no reinado de D. Pedro I que o jardim tomou ares de Jardim Botânico, sob os cuidados de Frei Leandro do Sacramento, quando a fábrica incendiou-se e não foi mais reerguida.
Paul Ehrenreich
Jardim Botânico
circa 1894

Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0138.jpg
Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Quando D. João VI chegou ao Rio de Janeiro, mandou fundar uma fábrica de pólvora na várzea que circundava a lagoa hoje conhecida como Rodrigo de Freitas. Ao seu lado, mandou instituir um "jardim para plantas exóticas" que continha principalmente especiarias. Somente no reinado de D. Pedro I que o jardim tomou ares de Jardim Botânico, sob os cuidados de Frei Leandro do Sacramento, quando a fábrica incendiou-se e não foi mais reerguida.
Paul Ehrenreich
Jardim Botânico
1894