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Ponte do Silvestre
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Ponte do Silvestre
Ponte do Silvestre, trecho da estrada de ferro para o Corcovado, inaugurada em 9 de outubro de 1884. O trenzinho a vapor que se vê na imagem foi substituído por um trem elétrico em 1910. Em 1882 D. Pedro II deu permissão a Francisco Pereira Passos para construção e exploração da Estrada de Ferro do Corcovado, que foi inaugurada em 1884 pelo próprio imperador .Silvestre tem esse nome por causa de Silvestre Pires de Carvalho, dono de uma chácara em Santa Teresa adquirida em 1853 pelo governo para um novo reservatório a serviço da água que descia do Rio da Carioca para os chafarizes do Largo de mesmo nome. Ficava no fim da rua do Aqueduto, lugar da futura estação de trem do Corcovado.
Marc Ferrez
Morro do Corcovado
circa 1900

Praça da República; ao fundo, o palácio da Prefeitura
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Praça da República; ao fundo, o palácio da Prefeitura
Augusto Malta
Centro
22 de agosto de 1907

Trecho da rua Marechal Floriano, entre a Uruguaiana e o Largo de Santa Rita
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Trecho da rua Marechal Floriano, entre a Uruguaiana e o Largo de Santa Rita
Augusto Malta
Centro
24 de julho de 1906

Escola Militar
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Escola Militar
Vista da Escola Militar, entre os morros da Urca (à esquerda) e o da Babilônia (à direita); com a Praia Vermelha ao fundo.
Augusto Malta
Praia Vermelha ; Urca
3 de novembro de 1907

Exposição Nacional de 1908 - Pavilhão dos Bombeiros
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Exposição Nacional de 1908 - Pavilhão dos Bombeiros
À direita, o quiosque da fábrica de cerveja Paraense e, ao fundo, o sopé do morro da Babilônia.
Augusto Malta
Praia Vermelha ; Urca
10 de agosto de 1908

O 14 Bis, de Alberto Santos Dumont, no Campo de Bagatelle
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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O 14 Bis, de Alberto Santos Dumont, no Campo de Bagatelle
Imagem do 14 Bis, o aeroplano desenvolvido por Alberto Santos Dumont e concluído no segundo semestre de 1906, pousado no Campo de Bagatelle. Pessoas rodeiam o aeroplano, à frente de um grande galpão, tipo de hangar. O primeiro vôo oficial do 14 Bis aconteceu em 23 de outubro de 1906, neste mesmo local. O segundo aconteceu em 12 de novembro de 1906, também no Campo de Bagatelle e o último em abril de 1907, em Saint Cyr.
Autoria não identificada
Paris
circa 1906

O 14 Bis, de Alberto Santos Dumont, durante vôo no Campo de Bagatelle
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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O 14 Bis, de Alberto Santos Dumont, durante vôo no Campo de Bagatelle
Imagem do 14 Bis, o aeroplano desenvolvido por Alberto Santos Dumont e concluído no segundo semestre de 1906, voando no Campo de Bagatelle. Pessoas rodeiam o aeroplano, à frente de um grande galpão, tipo de hangar. O primeiro vôo oficial do 14 Bis aconteceu em 23 de outubro de 1906, neste mesmo local. O segundo aconteceu em 12 de novembro de 1906, também no Campo de Bagatelle e o último em abril de 1907, em Saint Cyr.
Autoria não identificada
Paris
circa 1906

Estação da Luz
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Estação da Luz
A Estação da Luz foi construída entre 1865 e 1901 no Jardim da Luz, para substituir a antiga estação construída pela Estrada de Ferro Inglesa (The São Paulo Railway). O projeto segue as linhas do estilo neoclássico, sendo toda construída com material importado. Foi idealizada para ser a principal estação da Companhia São Paulo Railway e também para dar vazão ao escoamento do café produzido no país, cuja demanda era cada vez maior.
Guilherme Gaensly
Luz
circa 1902

Seminário Episcopal na Avenida Tiradentes
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Seminário Episcopal na Avenida Tiradentes
A pedra fundamental do primeiro seminário eclesiástico de São Paulo foi lançada em 1853 por Dom Manuel da Ressurreição, no bairro da Luz. Sob a benção de Santo Inácio de Loyola, o seminário foi inaugurado em 1856, aos cuidados dos padres capuchinhos, que permaneceram à frente da direção por 25 anos. A instituição fora aprovada pelo Papa Pio IX, que mandou que o seminário fosse também chamado de Imaculada Conceição em homenagem ao dogma da Imaculada, promulgado poucos anos antes. Em 1877 a direção do seminário foi transferida para o clero diocesano e com a proclamação da República, em 1889, a Igreja desvinculou-se do Estado e o processo de formação sacerdotal deixou de ser controlado pelo Ministério da Justiça. Com a reforma na Igreja, foram reformadas também as diretrizes que guiavam o sacerdócio. As mudanças mais significativas no seminário foram efetuadas somente em 1905, quando foi dividido em três seções: o Colégio Diocesano, o Seminário Menor de Pirapora e o Seminário Maior Filosófico-Teológico para os candidatos ao sacerdócio. Durante a revolução paulista de 1924 bombardeios na estação da Luz também atingiram o seminário, acarretando na sua transferência para o Ipiranga. O novo prédio, no entanto, só ficou pronto em 1934, e até a obra ser concluída as aulas foram ministradas em um prédio adquirido da família Prado, na Freguesia do Ó. Quando da transferência para o Ipiranga, a instituição foi transformada, por decisão da Sé, em Seminário Central, destinada a receber seminaristas de São Paulo e do Paraná.
Guilherme Gaensly
Luz
circa 1905