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Palácio da Justiça, atual Centro Cultural Palácio da Justiça
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Palácio da Justiça, atual Centro Cultural Palácio da Justiça
Augusto Carlos da Silva Telles
Centro histórico
circa 1975

Sobrados na encosta junto à Conceição da Praia
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Sobrados na encosta junto à Conceição da Praia
Augusto Carlos da Silva Telles
Cidade Baixa
1970s

Casa de Câmara e Cadeia
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Casa de Câmara e Cadeia
A construção da Casa de Câmara e Cadeia de Santo Amaro foi concluída em 1769, com o apoio financeiro da coroa, solicitado em 1727 pelos oficiais da Câmara. O edifício foi erguido à semelhança do Paço Municipal de Salvador, com dois pavimentos que se desenvolvem a partir de um pequeno pátio retangular. Em 1916 o prédio passou a abrigar a Imprensa Oficial da cidade, e na década de 1920 a cadeia que funcionava no andar térreo foi transferida para outro local. O conjunto foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN - em 16 de outubro de 1941.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça da Purificação ; Centro
1970s

Igreja e Convento de Nossa Senhora do Carmo
Archive/Collection: A. C. da Silva Telles
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Igreja e Convento de Nossa Senhora do Carmo
A igreja de Nossa Senhora do Carmo foi erguida no século XVIII, em terreno doado pelo capitão João Adorno. A igreja tem nave única, corredores laterais superpostos por tribunas e capela-mor profunda. A fachada em estilo rococó contrasta com a sobriedade do convento do Carmo e da Ordem Terceira. Seu interior foi ricamente decorado, mas hoje resta muito pouco da decoração original. A igreja foi tombada em 1938 pelo SPHAN (atual IPHAN).
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua Inocêncio Boaventura
1970s

Palácio Arquiepiscopal - portada
Archive/Collection: A. C. da Silva Telles
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Palácio Arquiepiscopal - portada
O Palácio Arquiepiscopal tem suas origens em 1705, quando uma carta régia autorizou a construção de uma residência para os arcebispos no Terreiro de Jesus. O terreno foi trocado em 1707 por outro, vizinho à antiga Sé, onde havia uma ermida que pertencia à irmandade de São Pedro dos Clérigos, e só então teve início às obras do palácio, concluídas em 1715. O solar urbano desenvolveu-se em torno de um pátio central, para onde abrem-se duas galerias superpostas, denotando influência tardia dos palácios renascentistas. Com subsolo e três pavimentos sobre a rua, nos andares superiores vemos dois lados do pátio com galerias envidraçadas, que podem ter sido varandas. Sua fachada caracteriza-se pelo frontão barroco no acesso principal, e as janelas do térreo e primeiro andar são de peitoril e vergas retas. O prédio ligava-se à antiga Sé por passadiços elevados, demolidos em 1933.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça da Sé
1970s

Solar Ferrão em obras, antes da restauração
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Solar Ferrão em obras, antes da restauração
O Solar do Ferrão, também chamado Palácio Ferrão ou Casa Ferrão, começou a ser construído no final do século XVII, e é possível que ele tenha se formado a partir da fusão de duas casas. Em 1756 os jesuítas instalaram aí o Seminário de Nossa Senhora da Conceição e fizeram obras de adaptação. O solar ganhou o nome de Pedro Gomes Ferrão Castelo Branco, proprietário entre 1793 e 1814, e em 1892 foi adquirido pelo Centro Operário, que transformou-o em edifício neocolonial. O edifício, com três pavimentos na frente e seis no fundo, além do porão, possui duas portadas de pedra, feitas em 1690 e 1701, que dão acesso à casa com duas circulações verticais. Na fachada principal, além das portadas, destacam-se as janelas do pavimento nobre, com gradil de ferro.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua Gregório de Mattos
1970s

Palácio Arquiepiscopal - portada
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Palácio Arquiepiscopal - portada
O Palácio Arquiepiscopal tem suas origens em 1705, quando uma carta régia autorizou a construção de uma residência para os arcebispos no Terreiro de Jesus. O terreno foi trocado em 1707 por outro, vizinho à antiga Sé, onde havia uma ermida que pertencia à irmandade de São Pedro dos Clérigos, e só então teve início às obras do palácio, concluídas em 1715. O solar urbano desenvolveu-se em torno de um pátio central, para onde abrem-se duas galerias superpostas, denotando influência tardia dos palácios renascentistas. Com subsolo e três pavimentos sobre a rua, nos andares superiores vemos dois lados do pátio com galerias envidraçadas, que podem ter sido varandas. Sua fachada caracteriza-se pelo frontão barroco no acesso principal, e as janelas do térreo e primeiro andar são de peitoril e vergas retas. O prédio ligava-se à antiga Sé por passadiços elevados, demolidos em 1933.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça da Sé
1970s

Casa de Câmara e Cadeia
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Casa de Câmara e Cadeia
A construção da Casa de Câmara e Cadeia de Santo Amaro foi concluída em 1769, com o apoio financeiro da coroa, solicitado em 1727 pelos oficiais da Câmara. O edifício foi erguido à semelhança do Paço Municipal de Salvador, com dois pavimentos que se desenvolvem a partir de um pequeno pátio retangular. Em 1916 o prédio passou a abrigar a Imprensa Oficial da cidade, e na década de 1920 a cadeia que funcionava no andar térreo foi transferida para outro local. O conjunto foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN - em 16 de outubro de 1941.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça da Purificação, Centro
1970s

Edifício da antiga Alfândega - colunas de apoio da rotunda
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Edifício da antiga Alfândega - colunas de apoio da rotunda
Prédio da antiga Alfândega, onde atualmente funciona o Mercado Modelo, que é o principal mercado público de Salvador. Inaugurado em 9 de dezembro de 1912, o primeiro prédio que o abrigou localizava-se entre a Casa da Alfândega e a Escola de Aprendizes de Marinheiro, em frente a rampa do Mercado. Em 1971, depois do incêndio que o destruiu por completo, o mercado se mudou para a Alfândega, um belo prédio em estilo neoclássico cuja construção começou em 1858 e durou até 1861, quando foi inaugurada.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça Visconde de Cairú ; Cidade Baixa
1970s

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