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Descida de Caxias para o vale do Caí
Archive/Collection: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm56-0093.jpg
Descida de Caxias para o vale do Caí
Hermann Meyer
RS
circa 1898

Descida de Caxias para o Vale do Caí
Archive/Collection: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm56-0092.jpg
Descida de Caxias para o Vale do Caí
Hermann Meyer
RS
circa 1898

Estrela
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm56-0086.jpg
Estrela
Hermann Meyer
Estrela
circa 1898

Rio Ijuí
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm55-0045.jpg
Rio Ijuí
Hermann Meyer
Rio Ijuí
circa 1898

Avenida de palmeiras
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm54-0112.jpg
Avenida de palmeiras
A alameda Duque de Caxias é popularmente conhecida como rua das Palmeiras. A plantação de suas palmeiras se deu em 1876 pelo fundador da cidade Dr. Hermann Bruno Otto von Blumenau. Blumenau foi fundada em 1850 por um grupo de 17 imigrantes alemães que tinham por intuito fundar uma colônia.
Autoria não identificada
Centro
circa 1900

Vista do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0142.jpg
Vista do Rio de Janeiro
Autoria não identificada
Rio de Janeiro
circa 1890

Vista do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0140.jpg
Vista do Rio de Janeiro
A ilha das Cobras, desde a fundação da cidade fez parte de seu sistema de defesa com a construção do forte de Santa Margarida em 1641. No entanto, o forte não foi suficiente para conter as investidas do corsário francês Dugay Trouin, em 1711. Depois de expulsos os invasores, a ilha foi fortificada novamente em 1735, com a construção do Forte São José, que além de fortaleza foi usado como prisão, abrigando, inclusive, Tiradentes. No primeiro Império a ilha passou para o Ministério da Marinha, que construiu dois diques e um hospital. Ainda hoje a ilha permanece com instalações navais, além de ter, tombados, a porta em granito da antiga fortaleza e o frontispício da capela da luz.
Autoria não identificada
Ilha das Cobras
circa 1890

Vista da Lagoa Rodrigo de Freitas da casa de Wornsdorff
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0132.jpg
Vista da Lagoa Rodrigo de Freitas da casa de Wornsdorff
Na Lagoa funcionou o engenho de açúcar d'El Rei, instalado pelo Governador Antônio Salema depois da expulsão dos franceses e seus aliados tamoios, em 1575. Nesta época a lagoa ainda era chamada pelos índigenas de Sacopenapã ou Sacopã. Rodrigo de Freitas era filho de João de Freitas Castro e Melo, que havia comprado as terras onde havia funcionado o engenho primitivo. Rodrigo de Freitas agregou à sua chácara inicial outros engenhos, e sua propriedade ia da Piaçaba (o Caminho da Piaçaba é hoje a Rua Humaitá) até a Gávea, de Copacabana até o final do Leblon. A rua Jardim Botânico beirava a lagoa até a desembocadura do rio Cabeça, e até 1880 era chamada de Rua do Oliveira.
Paul Ehrenreich
Lagoa
1894

Mercado da Praia do Peixe e, ao fundo, Alfândega
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0030.jpg
Mercado da Praia do Peixe e, ao fundo, Alfândega
A praia do Peixe ia originalmente do bairro da Misericórdia até o Arsenal. Depois de construído o cais que seria chamado Pharoux (onde hoje é a Praça XV), ficou limitado ao trecho entre o Largo do Paço e a Alfândega. Foi ali que apareceu o primeiro mercado da cidade, inicialmente ao relento e depois abrigado numa ampla casa desenhada por Grandjean de Montigny. Ao lado do mercado havia um cais para a atracação dos barcos peixeiros, construído pelo engenheiro Borja Castro.
Marc Ferrez
Praia do Peixe (região da Praça XV)
circa 1890

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