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Igarapé São Vicente
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm34-0006.jpg
Igarapé São Vicente
Os Umauá são uma tribo indígena da etnia Caraíba que habitam áreas do rio Cuiari, no estado do Amazonas.Também são chamados de karihóna e hianákoto.
Albert Frisch
AM
1868

Tabatinga, na fronteira brasileira
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm27-0002.jpg
Tabatinga, na fronteira brasileira
Tabatinga é originária do povoado de São Francisco Xavier de Tabatinga, fundado na primeira metade do século XVIII por Fernando da Costa Ataíde Teives, que para ali transferiu um destacamento militar do Javari. Ali ficaria estabelecido então um posto de guarda de fronteiras entre os domínios de Espanha e Portugal. Tabatinga localiza-se no meio da selva amazônica, na margem esquerda do rio Solimões, e faz fronteira com a Colômbia e o Peru. Durante muito tempo foi um subdistrito de Benjamin Constant, distrito-sede da região. Foi somente em 1981 que Tabatinga tornou-se um município independente. Esta imagem é reproduzida no álbum "Resultat d'une expédition phographique sur le Solimões", com o título "Tabatinga (côte du Pérou, rive gauche) - Derniner poste militaire brésilien, à la frontière du Pérou, fondé en 1766. [Tabatinga (Lado peruano, margem esquerda), último posto militar brasileiro, na fronteira com o Per, fundado em 1766]", na prancha de nº 2.
Albert Frisch
Tabatinga
1868

Povoado de Letícia, na fronteira peruana
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm27-0001.jpg
Povoado de Letícia, na fronteira peruana
O povoado de Letícia foi fundado em 1867 por peruanos, hoje faz parte da Colômbia. Está localizado na margem esquerda do rio Amazonas. Esta imagem é reproduzida no álbum "Resultat d'une expédition phographique sur le Solimões", com o título "Loetitia (Rive gauche) - Poste militaire péruvien à 2 lieus de Tabatinga [Leticia (Margem esquerda) - Posto militar peruano a duas léguas de Tabatinga", na prancha de nº 1.
Albert Frisch
Letícia
1868

Vista ribeirinha na cidade de Manaus
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm23-0013.jpg
Vista ribeirinha na cidade de Manaus
Albert Frisch, fotógrafo alemão contratado por Georges Leuzinger, percorreu em 1867 e 1868 o Alto Amazonas, de Tabatinga a Manaus, e foi um dos primeiros a retratar povos indígenas brasileiros, além de aspectos da paisagem local. O conjunto de cerca de cem imagens foi editado e comercializado pela Casa Leuzinger e representa um marco na fotografia brasileira do século XIX.Esta imagem integra a Coleção Alphons Stübel. A história de Manaus está ligada à Fortaleza de São José do Rio Negro, erguida na segunda metade do século XVII com o objetivo de assegurar o domínio português na região e impedir a descida de invasores holandeses aquartelados no Suriname (ex-Guiana Holandesa). Com o forte, foi se constituindo um povoado ao seu redor, que foi denominado São José da Barra do Rio Negro. O povoado foi elevado à categoria de vila em 1832, quando da criação da Comarca do Alto Amazonas, recebendo o nome de Nossa Senhora da Conceição da Barra do Rio Negro. Em 1848 a vila foi elevada à cidade, mantendo ainda o mesmo nome. Com a transformação do Amazonas em Província, em 1850, a Cidade da Barra tornou-se sua capital e começou a mudar de feições, com a chegada do "progresso" (personificado, entre outros, pela abertura dos rios à navegação e a chegada de navios a vapor, medidas que diminuiriam o isolamento da região em relação ao resto do país). Em 1856 a cidade passou a chamar-se Manaus por iniciativa do deputado José Ignácio Ribeiro do Carmo, que propunha homenagear os índios Manaós, o mais importante grupo étnico da região. Manaus passou por um período de grande crescimento e desenvolvimento entre 1890 e 1910, na chamada fase áurea da borracha, em que os altos lucros do comércio do látex proporcionaram todos os requintes de uma cidade moderna: implantação de bondes, telefonia, eletricidade, porto flutuante, fontes e monumentos, ruas largas e arborizadas, belos teatros, hotéis e etc.
Albert Frisch
AM
1868

Vista urbana da cidade de Manaus
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm23-0011.jpg
Vista urbana da cidade de Manaus
Albert Frisch, fotógrafo alemão contratado por Georges Leuzinger, percorreu em 1867 e 1868 o Alto Amazonas, de Tabatinga a Manaus, e foi um dos primeiros a retratar povos indígenas brasileiros, além de aspectos da paisagem local. O conjunto de cerca de cem imagens foi editado e comercializado pela Casa Leuzinger e representa um marco na fotografia brasileira do século XIX. A história de Manaus está ligada à Fortaleza de São José do Rio Negro, erguida na segunda metade do século XVII com o objetivo de assegurar o domínio português na região e impedir a descida de invasores holandeses aquartelados no Suriname (ex-Guiana Holandesa). Com o forte, foi se constituindo um povoado ao seu redor, que foi denominado São José da Barra do Rio Negro. O povoado foi elevado à categoria de vila em 1832, quando da criação da Comarca do Alto Amazonas, recebendo o nome de Nossa Senhora da Conceição da Barra do Rio Negro. Em 1848 a vila foi elevada à cidade, mantendo ainda o mesmo nome. Com a transformação do Amazonas em Província, em 1850, a Cidade da Barra tornou-se sua capital e começou a mudar de feições, com a chegada do "progresso" (personificado, entre outros, pela abertura dos rios à navegação e a chegada de navios a vapor, medidas que diminuiriam o isolamento da região em relação ao resto do país). Em 1856 a cidade passou a chamar-se Manaus por iniciativa do deputado José Ignácio Ribeiro do Carmo, que propunha homenagear os índios Manaós, o mais importante grupo étnico da região. Manaus passou por um período de grande crescimento e desenvolvimento entre 1890 e 1910, na chamada fase áurea da borracha, em que os altos lucros do comércio do látex proporcionaram todos os requintes de uma cidade moderna: implantação de bondes, telefonia, eletricidade, porto flutuante, fontes e monumentos, ruas largas e arborizadas, belos teatros, hotéis e etc.
Albert Frisch
AM
1868

A cidade de Manaus vista das margens do rio Negro
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm23-0010.jpg
A cidade de Manaus vista das margens do rio Negro
A história de Manaus está ligada à Fortaleza de São José do Rio Negro, erguida na segunda metade do século XVII com o objetivo de assegurar o domínio português na região e impedir a descida de invasores holandeses aquartelados no Suriname (ex-Guiana Holandesa). Com o forte, foi se constituindo um povoado ao seu redor, que foi denominado São José da Barra do Rio Negro. O povoado foi elevado à categoria de vila em 1832, quando da criação da Comarca do Alto Amazonas, recebendo o nome de Nossa Senhora da Conceição da Barra do Rio Negro. Em 1848 a vila foi elevada à cidade, mantendo ainda o mesmo nome. Com a transformação do Amazonas em Província, em 1850, a Cidade da Barra tornou-se sua capital e começou a mudar de feições, com a chegada do "progresso" (personificado, entre outros, pela abertura dos rios à navegação e a chegada de navios a vapor, medidas que diminuiriam o isolamento da região em relação ao resto do país). Em 1856 a cidade passou a chamar-se Manaus por iniciativa do deputado José Ignácio Ribeiro do Carmo, que propunha homenagear os Manaó, o mais importante grupo étnico da região. Manaus passou por um período de grande crescimento e desenvolvimento entre 1890 e 1910, na chamada fase áurea da borracha, em que os altos lucros do comércio do látex proporcionaram todos os requintes de uma cidade moderna: implantação de bondes, telefonia, eletricidade, porto flutuante, fontes e monumentos, ruas largas e arborizadas, belos teatros, hotéis e etc.
Albert Frisch
Manaus
circa 1865

Indígenas do povo Miranha em embarcação no rio Curuá
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm22-0042.jpg
Indígenas do povo Miranha em embarcação no rio Curuá
Os Miranha habitavam a região do Amazonas e Colômbia, tendo sido considerados "bárbaros" por muitos naturalistas com quem travaram contato.
Albert Frisch
AM
1868

Tocantins - Vapor "Bravo"
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm22-0041.jpg
Tocantins - Vapor "Bravo"
Albert Frisch, fotógrafo alemão contratado por Georges Leuzinger, percorreu em 1867 e 1868 o Alto Amazonas, de Tabatinga a Manaus, e foi um dos primeiros a retratar povos indígenas brasileiros, além de aspectos da paisagem local. O conjunto de cerca de cem imagens foi editado e comercializado pela Casa Leuzinger e representa um marco na fotografia brasileira do século XIX. "Esta imagem é reproduzida no álbum "Resultat d'une expédition phographique sur le Solimões" publicado por George Leuzinger em 1869. Com o título "Le Lac de Tonantins - avec le vapeur Bravo [O lago de Tonantins - com o vapor bravo]", na prancha de nº 15.
Albert Frisch
AM
1868

Povoação de Tonantins
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm22-0040.jpg
Povoação de Tonantins
Albert Frisch, fotógrafo alemão contratado por Georges Leuzinger, percorreu em 1867 e 1868 o Alto Amazonas, de Tabatinga a Manaus, e foi um dos primeiros a retratar povos indígenas brasileiros, além de aspectos da paisagem local. O conjunto de cerca de cem imagens foi editado e comercializado pela Casa Leuzinger e representa um marco na fotografia brasileira do século XIX. O fotógrafo Albert Frisch acompanhou a expedição do engenheiro alemão Franz Keller-Leuzinger, genro de Georges Leuzinger, à Amazônia no final da década de 1860. Keller-Leuzinger trabalhava na exploração e medição de rios brasileiros, e nesta empreitada contaria com o registro de Frisch, cujas fotos foram editadas posteriormente em um álbum pelo ateliê fotográfico de Leuzinger. Frisch, no entanto, acompanhou o engenheiro somente até Manaus, seguindo pelo rio Solimões (que, na época, era conhecido como Alto Amazonas) em um vapor até Iquitos, no Peru, para realizar seu projeto fotográfico. Na volta, o fotógrafo veio acompanhado por remadores em um barco (retratado em primeiro plano) que transformou-se em seu lar e laboratório durante os meses que duraram sua expedição.
Albert Frisch
AM
1868