Nem todos os documentos, obras e objetos estão disponíveis para licenciamento ou empréstimo.

Visualizar por
Sítio às margens do rio Solimões
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0004.jpg
Sítio às margens do rio Solimões
O termo tapuia, presente no título original da imagem, segundo verbete do Instituto Socioambiental (ISA), é uma identidade genérica para designar grupo de moradores locais, muitos deles descendentes de povos indigenas da região. De acordo com alguns pesquisadores, o termo pode ter conotação pejorativa, que nomeia grupos de pessoas traçoeiras, assim descritos por fazendeiros e indivíduos que travavam conflitos com essas comunidades pela disputa de terras.
Albert Frisch
Província do Alto Amazonas (atual região do rio Solimões)
circa 1865

Aldeia dos indígenas Kuikuro
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0089.jpg
Aldeia dos indígenas Kuikuro
Os kuikuro constituem atualmente o maior grupo indígena do Alto Xingu. Os kuikuro pertencem ao tronco lingüístico carib, e teriam penetrado a região xinguana na primeira metade do século XVIII, vindos do leste. Segundo a tradição dos próprios indígenas, sua origem teria se dado após a separação de um grupo liderado por alguns chefes do antigo complexo das aldeias de oti ("campo"), situada no alto curso do rio Burití, provavelmente em meados do século XIX. Os que ficaram em óti teriam dado origem ao grupo que hoje é chamado de Matipu.
Hermann Meyer
Rio Xingu
circa 1895

Indígenas brasileiros
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0090.jpg
Indígenas brasileiros
Paul Ehrenreich
AM
1894

Lago Coari
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm28-0003.jpg
Lago Coari
Esta imagem é reproduzida no álbum "Resultat d'une expédition phographique sur le Solimões" publicado por George Leuzinger em 1869. Com o título "Coari Novo", a seguinte descrição: (rive droite) 6.me Station de bateaux à Vapeur. 100 habitants, fondé il y a 10 ans [(margem direita) 6ª Estação de barcos a vapor; 100 habitantes, fundada há 10 anos]", na prancha de nº 65.
Albert Frisch
AM
1868

Panorama de Recife
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm40-0001.jpg
Panorama de Recife
Esta imagem Integra a Coleção Alphons Stübel. É provável que seja de autoria de Augusto Stahl. O núcleo primitivo urbano de Recife nasceu com o porto e era constituído originalmente por um conjunto de estreitas ilhas e camboas, resultantes das ações de depósito trazidos pelos rios, correntes marítimas, e do aterro de manguezais. A ocupação era restrita a uma pequena povoação de marinheiros, carregadores e pescadores, e a Vila já estava constituída em 1537. Quando da chegada dos holandeses, no século XVII, Recife era subordinada a Olinda, cidade que abrigava a aristocracia açucareira. Os holandeses estabeleceram-se nas terras baixas de Recife, contribuindo para a ocupação soldados, colonos, habitantes de Olinda (que fora incendiada) e imigrantes judeus. A urbanização da parte central da cidade foi feita a partir de 3 eixos, e foram construídos ainda fortes e redutos para impedir os ataques dos invasores. Com os holandeses, a cidade foi se constituindo como importante centro comercial.
Autoria não identificada
Recife
circa 1875

Rua em Olinda perto de Petrópolis
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm40-0057.jpg
Rua em Olinda perto de Petrópolis
Hermann Meyer
Olinda
circa 1898

Vista de Petrópolis
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm40-0062.jpg
Vista de Petrópolis
A história de Petrópolis começa ainda com o Imperador D. Pedro I. Numa de suas viagens para a região das Minas Gerais, passando pelo Caminho do Ouro, ele se encantou com a beleza e o clima da região. As terras pertenciam ao Padre Correia, que dava abrigo aos viajantes e se recusava a vender sua propriedade. Pedro I então comprou a Fazenda do Córrego Seco, com a intenção de ali construir um palácio. Mas foi somente seu filho, D. Pedro II, quem construiu uma residência de verão, hoje transformada em Museu Imperial. A partir de 1843 o imperador passou ao engenheiro alemão Julio Koeler a tarefa de projetar as primeiras casas da cidade.
Hermann Meyer
Petrópolis
circa 1898

Pernambuco
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm40-0065.jpg
Pernambuco
O núcleo primitivo urbano de Recife nasceu com o porto e era constituído originalmente por um conjunto de estreitas ilhas e camboas, resultantes das ações de depósito trazidos pelos rios, correntes marítimas, e do aterro de manguezais. A ocupação era restrita a uma pequena povoação de marinheiros, carregadores e pescadores, e a Vila já estava constituída em 1537. Quando da chegada dos holandeses, no século XVII, Recife era subordinada a Olinda, cidade que abrigava a aristocracia açucareira. Os holandeses estabeleceram-se nas terras baixas de Recife, contribuindo para a ocupação soldados, colonos, habitantes de Olinda (que fora incendiada) e imigrantes judeus. A urbanização da parte central da cidade foi feita a partir de 3 eixos, e foram construídos ainda fortes e redutos para impedir os ataques dos invasores. Com os holandeses, a cidade foi se constituindo como importante centro comercial.
Hermann Meyer
Recife
circa 1898

Habitação às margens do Rio Cuiabá
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm41-0007.jpg
Habitação às margens do Rio Cuiabá
O rio Cuiabá é inicialmente formado por dois cursos d'água, o Cuiabá do Bonito e o Cuiabá da Larga, que afloram entre as serras azuis e Cuiabá. Quando os dois riachos se encontram, na região de Limoeiro, recebem o nome de Cuiabazinho. Somente após encontrar o rio Manso suas águas dobram de volume e o rio recebe o nome Cuiabá. A história e o desenvolvimento não só da cidade de Cuiabá, mas também do estado do Mato Grosso como um todo, está intimamente ligada ao rio de mesmo nome. Foram às suas margens que estabeleceram-se negros e portugueses, juntando-se aos indígenas que já habitavam a terra. Com a descoberta de ouro no século XVIII o povoado inicial transferiu-se para as margens do rio, e era por ele que chegavam os indivíduos escravizados, alimentos e outros exploradores em busca de riquezas e terras férteis. Segundo historiadores, se não fosse o rio, a tentativa de povoar a região não teria tido sucesso algum.
Hermann Meyer
Rio Cuiabá
circa 1898

Filtrar por:

Áreas

Acervo IMS de A a Z

Autoria

Assuntos

Pessoas

Locais

Datas

Técnicas

Suportes