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Pão de Açucar tomado da enseada de Botafogo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Pão de Açucar tomado da enseada de Botafogo
Georges Leuzinger
Botafogo
circa 1870

Rio de Janeiro tomado da Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Rio de Janeiro tomado da Ilha das Cobras
Georges Leuzinger
Centro
circa 1870

Porto do Livramento
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Porto do Livramento
Georges Leuzinger
Centro
circa 1870

Vista de Botafogo
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Vista de Botafogo
Georges Leuzinger
Boatafogo
circa 1870

George Leuzinger, sentado à esquerda, em companhia de outros homens não identificados
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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George Leuzinger, sentado à esquerda, em companhia de outros homens não identificados
Georges Leuzinger
Ilha das Cobras ; Centro
circa 1865

Panorama do Rio de Janeiro, Pão de Açúcar ao fundo
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Panorama do Rio de Janeiro, Pão de Açúcar ao fundo
Tirada da Ilha das Cobras, esta fotografia nos dá um panorama da principal orla marítima da cidade. À direita vemos o Morro do Castelo com a igreja e o antigo Colégio dos Jesuítas. Construída em 1567, quando da chegada dos padres jesuítas na cidade, a igreja guardava verdadeiras relíquias, como a sepultura de Estácio de Sá e a imagem do padroeiro São Sebastião. Foi destruída, porém, em 1922, junto com o morro do Castelo. O Externato Santo Inácio, instituído desde 1903, em Botafogo, aproveitou alguma de suas relíquias, como o sino.
Georges Leuzinger
Ilha das Cobras
circa 1865

Panorama do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Panorama do Rio de Janeiro
Panorama do Rio tirado do Morro do Livramento, hoje chamado Morro da Providência. Na primeira parte do panorama, à esquerda, vemos o bairro da Saúde e seus trapiches - armazéns e depósitos de mercadorias desembarcadas - e barcos. O grande prédio do Mercado da Harmonia está próximo ao mar. No final do século XIX o mercado virou um cortiço, foi demolido por volta de 1905 e em seu lugar surgiu a Praça da Harmonia, na qual se destacava desde 1889 o edifício do Moinho Fluminense. Na segunda parte, ao centro do panorama, o casario do Centro da cidade e algumas das maiores igrejas. Do outro lado da Baía de Guanabara, vemos Niterói. Na terceira e última parte, vemos o Quartel do Campo Sant´Anna à esquerda, erguido por volta de 1811 em terrenos doados, localizados ao lado do Campo, considerados excelentes pelo Ministro Conde de Linhares. A partir de 1861 sua fachada foi remodelada - tornou-se assobradada - e ali instalou-se o Quartel General do Exército e o Ministério da Guerra. Foi reconstruído e ampliado pelo Marechal Hermes no governo de Afonso Pena (1906 a 1909); na sua parte dianteira, o Marechal Dutra - no Estado Novo - mandou levantar o Palácio da Guerra (hoje chamado Palácio Duque de Caxias).
Georges Leuzinger
Centro
circa 1865

Panorama do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0038.jpg
Panorama do Rio de Janeiro
Panorâmica tirada do Morro da Viúva, onde se pode ver a Senador Vergueiro, o Catete e a Praia do Flamengo, outrora Praia do Sapateiro. A atual rua Senador Vergueiro era o Caminho Velho que dava acesso à Praia de Botafogo no século XVIII. O solar do Marquês de Abrantes, que deu nome à rua, pertencera a D. Carlota Joaquina, uma das primeiras a fixar residência em Botafogo. Quem a vendeu foi seu filho D. Pedro I, herdeiro da propriedade. Após remodelá-la completamente, o Marquês aí se instalou com a família e promovia animadas reuniões sociais, contando inclusive com a presença da família Imperial. A frente de sua propriedade era também ponto de chegada de regatas que aconteciam na enseada. O Flamengo só se tornou bairro residencial em meados do século XVIII; durante o Segundo Reinado e no começo da República era a praia preferida das famílias cariocas para banhos de mar. Já o Catete era um dos braços do rio Carioca, que ia desaguar na parte baixa do Outeiro da Glória. Na segunda metade do Quinhentismo o bairro era passagem para o engenho de açúcar do rei, na Lagoa. Antônio Salema, governador da capitania do Rio, mandou construir uma ponte sobre o rio Carioca, que ficou conhecida como Ponte do Salema, e estava de pé até cerca de 1866. Por causa de suas terras ricas e água abundante, chácaras e olarias começaram a aparecer no Seiscentismo; durante o Segundo Reinado, ergueram-se no bairro ricas mansões.
Georges Leuzinger
Flamengo
circa 1865