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Igreja de Nossa Senhora do Pilar e Cemitério
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Igreja de Nossa Senhora do Pilar e Cemitério
A igreja do Pilar começou a ser construída em 1756 depois que a irmandade Pilar, instituída na Bahia em 1718, recebeu autorização para o desmonte da encosta do terreno que lhe era fronteiro, onde seria construído o pátio da igreja. O conjunto arquitetônico é formado pela igreja e pelo cemitério do Pilar, edificado em estilo neoclássico em 1799, num nível mais elevado do terreno. A igreja possui planta alongada, comum na arquitetura mineira, na qual os corredores laterais à nave com coro são suprimidos e reduzidos. Sua fachada apresenta portas e janelas coroadas por frontões retilíneos e curvilíneos sem entablamento, de tendência neoclassicizante. No seu interior destacam-se a talha neoclássica, as pinturas em tela, atribuídas a José Joaquim da Rocha, e as pinturas do forro, atribuídas a José Teófilo de Jesus.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua do Pilar
1970s

Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos
A igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, também chamada apenas Igreja do Rosário dos Pretos, teve origem quando a irmandade de Nossa Senhora dos Homens Pretos do Pelourinho - uma das primeiras confrarias de negros do país, fundada em 1685 - recebeu autorização, em 1704, para a construção de sua igreja. O templo foi levantado ao longo de quase um século, e possui nave central, corredores laterais, sacristia transversal, coro e, no fundo, um pátio. Os corredores laterais, tribunas, fachada atual e torre só foram executados entre 1780 e 1781. Sua fachada é tipicamente de modelo baiano tradicional, com destaque para a portada central em cantaria, e seu interior apresenta púlpitos de influência rococó e altares neoclássicos.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça José de Alencar
1970s

Sobrado área do Pelourinho
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Sobrado área do Pelourinho
O largo do Pelourinho, oficialmente chamado praça José de Alencar, está localizado na parte mais antiga de Salvador, aos pés da igreja do Carmo e bem perto do Terreiro de Jesus. O Pelourinho foi assim nomeado por ter abrigado, durante anos, o pelourinho, uma coluna de pedra colocada em local público onde era feita "justiça". Os condenado por terem infringido alguma lei eram expostos aos olhos - e quem sabe julgamento - da população, amarrados à coluna. O pelourinho foi aí instalado por sua localização estratégica, um local alto e perto do porto. Hoje a região faz parte do centro histórico de Salvador, possui um belo conjunto arquitetônico colonial e abriga sedes de organizações culturais baianas.
Augusto Carlos da Silva Telles
Pelourinho
1970s

Sobrados
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Sobrados
O largo do Pelourinho, oficialmente chamado praça José de Alencar, está localizado na parte mais antiga de Salvador, aos pés da igreja do Carmo e bem perto do Terreiro de Jesus. O Pelourinho foi assim nomeado por ter abrigado, durante anos, o pelourinho, uma coluna de pedra colocada em local público onde era feita "justiça". Os condenado por terem infringido alguma lei eram expostos aos olhos - e quem sabe julgamento - da população, amarrados à coluna. O pelourinho foi aí instalado por sua localização estratégica, um local alto e perto do porto. Hoje a região faz parte do centro histórico de Salvador, possui um belo conjunto arquitetônico colonial e abriga sedes de organizações culturais baianas.
Augusto Carlos da Silva Telles
Pelourinho
1970s

Casa de Câmara e Cadeia
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Casa de Câmara e Cadeia
A primeira Casa de Câmara de Salvador foi mandada construir no século XVI por Tomé de Sousa, primeiro governador-geral da colônia, e não passava de uma armação de formato redondo feita em madeira, tendo as paredes revestidas com folhas de palmas e a parte superior coberta com folhas de piaçava, mais compridas. Em 1888 o conjunto já estava reformado, agora no estilo chamado neo-renascença. Passou por uma grande reforma na década de 1960, cujo objetivo era resgatar a fachada em estilo colonial português.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça Municipal
1970s

Casa dos Sete Candeeiros
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Casa dos Sete Candeeiros
Considerada uma casa nobre urbana, com forte caráter defensivo, pertenceu aos jesuítas até a expulsão dos religiosos do país, tendo sido leiloada em seguida. A construção foi feita em alvenaria de pedra e cal, com divisórias do tipo parede francesa, e sua planta retangular foi desenvolvida em dois pavimentos mais o sótão. Foi chamada Casa dos Sete Candeeiros por causa de sete lampiões de azeite nela pendurados durante a estadia da corte de D. João VI, em 1808.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua São Francisco ; Centro
1970s

Catedral Basílica de Salvador
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Catedral Basílica de Salvador
O atual prédio da Catedral Basílica é a quarta construção para esse fim e último remanescente do conjunto arquitetônico do Colégio de Jesus. A primeira capela foi erguida em 1604. A planta da atual ermida é típica de igrejas luso-brasileiras e foi projetada pelo irmão Francisco Dias, que chegou à Bahia em 1577 para a construção do Colégio. De acordo com o projeto, a igreja estaria no eixo do conjunto, ladeada por dois corpos que se organizariam a partir de um pátio. A fachada em lioz busca conciliar o tradicional modelo português, com duas torres, e a nova fachada jesuítica, com volutas e sem torres. No interior da catedral destacam-se a sacristia, os retábulos de diferentes épocas nas capelas e o forro da nave. O antigo prédio do Colégio dos Jesuítas teve um de seus pátios destruído por um incêndio em 1801. Em 1808 aí instalou-se o Real Hospital e, em 1833, a Faculdade de Medicina da Bahia, a primeira do país. Em 1905 novo incêndio consumiu o prédio, reerguido posteriormente em estilo eclético.
Augusto Carlos da Silva Telles
Terreiro de Jesus
1970s

Igreja de São Bento
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Igreja de São Bento
A igreja de São Bento faz parte do conjunto arquitetônico formado também pelo mosteiro de São Bento, implantado inicialmente numa pequena colina perto de uma das portas da cidade, nos primeiros tempos de sua fundação. A atual construção, com três pavimentos, começou a ser erguida no século XVII e só terminou no século XX. O mosteiro desenvolveu-se em torno de um pátio, com a igreja em destaque, ocupando uma de suas faces. A planta do templo foi inspirada na igreja de Gesú, em Roma, com cúpula no cruzamento do transepto e capelas laterais que se comunicam entre si. Na fachada o corpo central é realçado pelo frontão barroco, que substitui um outro clássico, e O altar-mor, de 1750, foi substituído em 1871 por um novo mármore. Destacam-se no mosteiro sua biblioteca, considerada uma das maiores do país, e seu valioso acervo de arte sacra.
Augusto Carlos da Silva Telles
Largo de São Bento ; Centro
1970s

Largo do Pelourinho e Igreja de Nossa Senhora do Rosário
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Largo do Pelourinho e Igreja de Nossa Senhora do Rosário
A igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, também chamada apenas Igreja do Rosário dos Pretos, teve origem quando a irmandade de Nossa Senhora dos Homens Pretos do Pelourinho - uma das primeiras confrarias de negros do país, fundada em 1685 - recebeu autorização, em 1704, para a construção de sua igreja. O templo foi levantado ao longo de quase um século, e possui nave central, corredores laterais, sacristia transversal, coro e, no fundo, um pátio. Os corredores laterais, tribunas, fachada atual e torre só foram executados entre 1780 e 1781. Sua fachada é tipicamente de modelo baiano tradicional, com destaque para a portada central em cantaria, e seu interior apresenta púlpitos de influência rococó e altares neoclássicos.
Augusto Carlos da Silva Telles
Praça José de Alencar (Pelourinho)
1970s

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