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Chalés
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Chalés
Bairro tradicional do Rio desde o século XIX, Botafogo cresceu muito depois de1880, estimulado pela inauguração dos bondes e a abertura de novas ruas. A Praia de Botafogo foi primeiro chamada pelos franceses de "Le Lac" - o Lago. Os portugueses deram o nome de Francisco Velho, um dos companheiros de Estácio de Sá no Morro Cara de Cão, que se estabeleceu na praia e começou ali uma lavoura. Por volta de 1641 passou a chamar-se Praia de Botafogo por causa de João de Souza Botafogo, que ali manteve residência depois que chegou ao Brasil fugindo de perseguições políticas em Portugal. João Botafogo ajudou os portugueses nas lutas contra os franceses e, pelos seus serviços, passou a proprietário de terras que iam do litoral até a Quinta da Olaria de São Clemente. Até o século XVIII o bairro era praticamente inabitado, e eram dois os caminhos que levavam à Praia: o Caminho Velho, atual rua Senador Vergueiro, e o Caminho Novo, atual rua Marquês de Abrantes. A faixa praieira do bairro contava com elegantes casarios, onde moravam os membros da boa sociedade carioca.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua 19 de Fevereiro ; Botafogo
1970s

Igreja de Nossa Senhora da Penha de França - passadiço
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Igreja de Nossa Senhora da Penha de França - passadiço
A igreja de Nossa Senhora da Penha de França foi construída em 1742 pelo arcebispo D. José Botelho de Mattos como capela de seu palácio de verão, sendo elevada à matriz da Freguesia da Penha em 1760. Localizada à beira-mar, faz parte do conjunto arquitetônico do Palácio de Verão do arcebispo. A igreja possui corredores laterais sem tribunas e sua fachada apresenta uma só torre terminada em pêra, embrechada com azulejos repousando sobre arquivoltas e o corpo principal com frontão rococó tardio. No seu interior há três altares barrocos e o teto da nave é do tipo caixotão apainelado.
Augusto Carlos da Silva Telles
Largo da Penha ; Ribeira
1970s

Igreja de Nossa Senhora da Boa Viagem
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Igreja de Nossa Senhora da Boa Viagem
No lugar em que foi erguida a igreja havia o primitivo hospício franciscano da Boa Viagem, doado por D. Lorenço Maria à Ordem dos Franciscanos em 1710. Em 1712 foi construída uma casa de pedra e cal e uma igreja para os doentes. O hospício foi-se desenvolvendo ao redor de um pequeno pátio, que teve as dimensões reduzidas com a ampliação da capela-mor. A igreja, concluída no século XVIII, possuía originalmente nave única e corredores laterais, com tribunas superpostas e coro. Entre 1908 e 1912 passou por reformas que a modificaram: foram demolidas as paredes do térreo, que separavam a nave dos corredores, substituídas por pilares, e a varanda foi fechada do lado da Epístola. A fachada do templo é de composição bastante simples, realçada por uma torre de terminação piramidal revestida por azulejos portugueses brancos e azuis. No seu interior destacam-se o altar-mor e os altares colaterais barrocos e os azulejos da capela-mor. A Boa Viagem é o destino final da imagem do Nosso Senhor Bom Jesus dos Navegantes, que sai da igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia no dia 1º de janeiro durante a procissão marítima do Bom Jesus dos Navegantes, atraindo uma multidão de fiéis.
Augusto Carlos da Silva Telles
Boa Viagem
1970s

Igreja de Nossa Senhora da Boa Viagem - portada
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Igreja de Nossa Senhora da Boa Viagem - portada
No lugar em que foi erguida a igreja havia o primitivo hospício franciscano da Boa Viagem, doado por D. Lorenço Maria à Ordem dos Franciscanos em 1710. Em 1712 foi construída uma casa de pedra e cal e uma igreja para os doentes. O hospício foi-se desenvolvendo ao redor de um pequeno pátio, que teve as dimensões reduzidas com a ampliação da capela-mor. A igreja, concluída no século XVIII, possuía originalmente nave única e corredores laterais, com tribunas superpostas e coro. Entre 1908 e 1912 passou por reformas que a modificaram: foram demolidas as paredes do térreo, que separavam a nave dos corredores, substituídas por pilares, e a varanda foi fechada do lado da Epístola. A fachada do templo é de composição bastante simples, realçada por uma torre de terminação piramidal revestida por azulejos portugueses brancos e azuis. No seu interior destacam-se o altar-mor e os altares colaterais barrocos e os azulejos da capela-mor. A Boa Viagem é o destino final da imagem do Nosso Senhor Bom Jesus dos Navegantes, que sai da igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia no dia 1º de janeiro durante a procissão marítima do Bom Jesus dos Navegantes, atraindo uma multidão de fiéis.
Augusto Carlos da Silva Telles
Boa Viagem
1970s

Igreja de Nossa Senhora da Penha de França
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRBA005-005.jpg
Igreja de Nossa Senhora da Penha de França
A igreja de Nossa Senhora da Penha de França foi construída em 1742 pelo arcebispo D. José Botelho de Mattos como capela de seu palácio de verão, sendo elevada à matriz da Freguesia da Penha em 1760. Localizada à beira-mar, faz parte do conjunto arquitetônico do Palácio de Verão do arcebispo. A igreja possui corredores laterais sem tribunas e sua fachada apresenta uma só torre terminada em pêra, embrechada com azulejos repousando sobre arquivoltas e o corpo principal com frontão rococó tardio. No seu interior há três altares barrocos e o teto da nave é do tipo caixotão apainelado.
Augusto Carlos da Silva Telles
Largo da Penha, Ribeira
1970s

Igreja de Nossa Senhora da Boa Viagem
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRBA004-014.jpg
Igreja de Nossa Senhora da Boa Viagem
No lugar em que foi erguida a igreja havia o primitivo hospício franciscano da Boa Viagem, doado por D. Lorenço Maria à Ordem dos Franciscanos em 1710. Em 1712 foi construída uma casa de pedra e cal e uma igreja para os doentes. O hospício foi-se desenvolvendo ao redor de um pequeno pátio, que teve as dimensões reduzidas com a ampliação da capela-mor. A igreja, concluída no século XVIII, possuía originalmente nave única e corredores laterais, com tribunas superpostas e coro. Entre 1908 e 1912 passou por reformas que a modificaram: foram demolidas as paredes do térreo, que separavam a nave dos corredores, substituídas por pilares, e a varanda foi fechada do lado da Epístola. A fachada do templo é de composição bastante simples, realçada por uma torre de terminação piramidal revestida por azulejos portugueses brancos e azuis. No seu interior destacam-se o altar-mor e os altares colaterais barrocos e os azulejos da capela-mor. A Boa Viagem é o destino final da imagem do Nosso Senhor Bom Jesus dos Navegantes, que sai da igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia no dia 1º de janeiro durante a procissão marítima do Bom Jesus dos Navegantes, atraindo uma multidão de fiéis.
Augusto Carlos da Silva Telles
Boa Viagem
1970s

Igreja de Nossa Senhora da Conceição do Boqueirão
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Igreja de Nossa Senhora da Conceição do Boqueirão
A igreja de Nossa Senhora da Conceição do Boqueirão, também chamada igreja do Boqueirão e igreja da Ordem Terceira de Nossa Senhora da Conceição do Boqueirão, teve sua origem em 1726, quando a irmandade de Nossa Senhora da Conceição dos Homens Pardos solicitou ao Vice-Rei licença para construir sua capela. As obras começaram já no ano seguinte, desenvolvendo o projeto da igreja com dois subsolos, térreo e primeiro pavimento. O último subsolo foi transformado em catacumba no século XIX, período em que se concluiu as obras no interior do templo. A fachada, típica da arquitetura baiana do período, é formada por duas torres terminadas em bulbo e frontão rococó revestido de azulejos brancos, encimado por uma cruz sobre pedestal. A decoração interna em talha dourada é neoclássica e o forro da nave, em perspectiva ilusionista barroca de inspiração italiana, é atribuído ao discípulo de José Joaquim da Rocha.
Augusto Carlos da Silva Telles
Rua Direita do Santo Antônio ; Santo Antônio
1970s

Igreja de Nossa Senhora da Penha de França - vista lateral
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
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Igreja de Nossa Senhora da Penha de França - vista lateral
A igreja de Nossa Senhora da Penha de França foi construída em 1742 pelo arcebispo D. José Botelho de Mattos como capela de seu palácio de verão, sendo elevada à matriz da Freguesia da Penha em 1760. Localizada à beira-mar, faz parte do conjunto arquitetônico do Palácio de Verão do arcebispo. A igreja possui corredores laterais sem tribunas e sua fachada apresenta uma só torre terminada em pêra, embrechada com azulejos repousando sobre arquivoltas e o corpo principal com frontão rococó tardio. No seu interior há três altares barrocos e o teto da nave é do tipo caixotão apainelado.
Augusto Carlos da Silva Telles
Largo da Penha ; Ribeira
1970s

Igreja de Nossa Senhora da Penha de França
Arquivo/Coleção: A. C. da Silva Telles
017BRBA001-066.jpg
Igreja de Nossa Senhora da Penha de França
A igreja de Nossa Senhora da Penha de França foi construída em 1742 pelo arcebispo D. José Botelho de Mattos como capela de seu palácio de verão, sendo elevada à matriz da Freguesia da Penha em 1760. Localizada à beira-mar, faz parte do conjunto arquitetônico do Palácio de Verão do arcebispo. A igreja possui corredores laterais sem tribunas e sua fachada apresenta uma só torre terminada em pêra, embrechada com azulejos repousando sobre arquivoltas e o corpo principal com frontão rococó tardio. No seu interior há três altares barrocos e o teto da nave é do tipo caixotão apainelado.
Augusto Carlos da Silva Telles
Largo da Penha ; Ribeira
1970s