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Enseada de Botafogo; ao fundo, o Morro do Corcovado
Archive/Collection: Gilberto Ferrez
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Enseada de Botafogo; ao fundo, o Morro do Corcovado
Marc Ferrez
Botafogo
circa 1885

Enseada de Botafogo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Enseada de Botafogo
Marc Ferrez
Bairro de Botafogo
circa 1885

Cais Pharoux, Praça D. Pedro II, atual Praça XV de novembro; ao fundo, morro do Castelo e o Pão de Açúcar
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Cais Pharoux, Praça D. Pedro II, atual Praça XV de novembro; ao fundo, morro do Castelo e o Pão de Açúcar
Em fotografia tirada da Ilha das Cobras, podemos ver ao fundo o Morro do Castelo, para onde Mem de Sá transferiu a cidade que acabava de nascer, em 1567. No alto do morro está o colégio e a igreja dos jesuítas, a que se tinha acesso pela ladeira à direita da construção (chamada Ladeira do Castelo ou do Colégio). À esquerda, à beira mar, está a Ponta do Calabouço (hoje Praça do Aeroporto) e o Arsenal de Guerra, antiga Casa do Trem, que hoje abriga o Museu Histórico Nacional. À direita, o cais Pharoux, região onde hoje é a Praça XV de Novembro.
Marc Ferrez
Ilha das Cobras ; Centro
circa 1882

Ilha de Paquetá
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha de Paquetá
Paquetá é um dos bairros mais antigos do Rio. Um dos primeiros registros da ilha é de 1555, quando foi descoberta por André Thevet, cosmógrafo da expedição de Villegaignon (cuja missão era fundar a França Antártica). No entanto, seus primeiros habitantes foram os índios tamoios. Por volta de 1565, Estácio de Sá, após derrotar os franceses e fundar a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, divide Paquetá em duas sesmarias e as doa a antigos companheiros de viagem. A ilha Desenvolveu-se bastante quando D. João VI, a partir de 1808, passou a freqüentar a ilha com certa constância.
Marc Ferrez
Paquetá
circa 1880

Quartel General do Campo da Aclamação
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Quartel General do Campo da Aclamação
Marc Ferrez
Avenida Marechal Floriano ; Centro
circa 1903

Praia de Botafogo
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Praia de Botafogo
Marc Ferrez
Atual Praça Marinha do Brasil ; Botafogo
circa 1890

Ilha de Paquetá
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha de Paquetá
Marc Ferrez
Ilha de Paquetá
circa 1890

Homens, mulheres e crianças, possivelmente escravizados, e o administrador (ou feitor) trabalham em terreiro de secagem de café
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Homens, mulheres e crianças, possivelmente escravizados, e o administrador (ou feitor) trabalham em terreiro de secagem de café
O trabalho escravo e o café eram os dois grandes pilares que sustentavam o Império do Brasil. A escravidão só foi abolida em 1888, sob forte pressão dos grupos abolicionistas e dos próprios escravos, que por meio da fuga, resistência mais recorrente no final do século, minavam pouco a pouco a exploração da sua própria força de trabalho..As fotografias de Ferrez no terreiro de secagem da fazenda Monte Café, assim como outras imagens de trabalhadores escravizados em diversas fazendas, vem sido discutidas recentemente por historiadores e cientistas sociais. Há consenso entre eles ao apontar para o apaziguamento da violência da escravidão nessas fotografias. Ferrez realizou essas imagens por encomenda dos donos das fazendas, e do Centro da Lavoura e do Comercio, entidade dos senhores do café que, entre outros, organizava a propaganda do café brasileiro no exterior, por meio da participação em feiras e eventos mundiais e universais. A composição das fotografias, possivelmente organizada por Ferrez em busca de uma aparente imagem de eficiência e modernidade no trabalho das fazendas, busca de fato apagar as marcas da escravização, base da economia do café e da riqueza dos fazendeiros.
Marc Ferrez
Fazenda Monte Café ; Vale do Paraíba
circa 1882

Ilha de Boa Viagem
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
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Ilha de Boa Viagem
Boa Viagem, às margens da Baía de Guanabara, possui uma topografia bastante peculiar: morros cobertos de vegetação, ilhas e fonte de água potável próxima à praia de águas tranqüilas. A Ilha da Boa Viagem, com seu relevo erodido, pequenas grutas e coberta de vegetação, possui muito boa localização em relação à entrada da Baía de Guanabara. De lá pode-se avistar as embarcações que chegam ou saem da baía. Foram instalados na ilha a Igreja de Nossa Senhora da Boa Viagem (construída no século XVII), um fortim (chamado Bateria da Boa Viagem) e a Escola de Aprendizes Marinheiros (que funcionou somente de 1840 a 1846). O seu sítio é um dos principais monumentos da história de Niterói, por suas edificações e caminhos escavados na pedra.
Marc Ferrez
Boa Viagem
circa 1880