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Lagoa Rodrigo de Freitas
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Lagoa Rodrigo de Freitas
Na Lagoa funcionou o engenho de açúcar d'El Rei, instalado pelo Governador Antônio Salema depois da expulsão dos franceses e seus aliados tamoios, em 1575. Nesta época a lagoa ainda era chamada pelos índios de Sacopenapã ou Sacopã. Rodrigo de Freitas era filho de João de Freitas Castro e Melo, que havia comprado as terras onde havia funcionado o engenho. Rodrigo de Freitas agregou à sua chácara inicial outros engenhos, e sua propriedade ia da Piaçaba (o Caminho da Piaçaba é hoje a Rua Humaitá) até a Gávea, de Copacabana até o final do Leblon. A rua Jardim Botânico beirava a Lagoa até a desembocadura do Rio Cabeça, e até 1880 era chamada de Rua do Oliveira.
Autoria não identificada
Morro do Martelo ; Humaitá
21 de junho de 1945

Bairro do Humaitá
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
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Bairro do Humaitá
Fotografia realizada por A. Frisch na cidade do Rio de Janeiro. A imagem integra o álbum Brasilien (Brasil), editado postumamente, em 1930, pelo filho de Frisch, Albert Frisch Junior, que se encarregou da casa editorial Kunstanstalt Albert Frisch fundada por seu pai. O álbum conta com 112 imagens, sendo 106 fotografias de Frisch e seis dos povos Uanana e Tukano realizadas pelo botânico também alemão Philipp von Luetzelburg no Alto Rio Negro, no final da década de 1920. Von Luetzelburg viveu mais de duas décadas no Brasil. Trabalhou na Inspetoria de Obras Contra as Secas e atuou, sobretudo, no nordeste do país. A partir de 1927 integrou o Serviço de Inspeção de Fronteiras, dirigido por Cândido Rondon, fazendo frequentes viagens à Amazônia. Apesar de sua contribuição para o conhecimento da flora brasileira, é impossível dissociar a figura de Von Luetzelburg de suas nefastas escolhas após o retorno a Alemanha em 1938. Recrutado por Heinrich Himmler, primo de sua esposa, ingressou na SS e chefiou o departamento de botânica da Ahnenerbe, a organização oficial encarregada de difundir suas teorias raciais nazistas.
Albert Frisch
Parque Municipal do Morro do Martelo ; Humaitá
circa 1865

Garagem e estação dos bondes da Rua Humaitá (atual Cobal do Humaitá); vista da Rua Humaitá
Arquivo/Coleção: Brascan - Cem Anos no Brasil
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Garagem e estação dos bondes da Rua Humaitá (atual Cobal do Humaitá); vista da Rua Humaitá
Augusto Malta
Rua Humaitá, entre a Rua David Campista e o Largo dos Leões ; Humaitá
circa 1930

Garagem de bondes nas proximidades do Largo dos Leões
Arquivo/Coleção: Brascan - Cem Anos no Brasil
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Garagem de bondes nas proximidades do Largo dos Leões
Atual Cobal do Humaitá
Augusto Malta
Rua Humaitá ; Humaitá
1930

Morro do Corcovado, a partir do Humaitá
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
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Morro do Corcovado, a partir do Humaitá
Georges Leuzinger
Humaitá
circa 1866

São Clemente e Largo dos Leões
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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São Clemente e Largo dos Leões
A Fazenda da Olaria, maior propriedade do Dr. Clemente de Matos, foi adquirida pelo Conde dos Arcos (último vice-rei do Brasil) e em 1825 vendida para Joaquim Marques Leão, o Velho, patriarca da família dos Leões. Podemos ver sua grande casa na extrema esquerda da fotografia. Além de dividir suas terras em loteamentos e abrir duas ruas (Real Grandeza e Nova de S. Joaquim, atual Voluntários da Pátria), ele também doou terreno para a construção da nova matriz da Igreja de São João Batista da Lagoa. Quando morreu, em 1853, seus herdeiros doaram à Câmara um largo (o Largo dos Leões) e outra rua em suas terras (a Rua Marques). A primeira casa à direita pertenceu ao Comendador Manuel José de Faria e, posteriormente, ao seu genro Edmond Leuzinger (filho de George Leuzinger). Hoje está instalado o Convento de Nossa Senhora de Lourdes. A casa no alto do morro, com uma fileira de palmeiras na frente, abriga o Asilo de Órfãos da Santa Casa, hoje encoberta pelas árvores.
Georges Leuzinger
Humaitá
circa 1865