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Fábrica de tecidos
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Fábrica de tecidos
Marc Ferrez
Bairro de Cascatinha
circa 1885

Visita do presidente Hermes da Fonseca à fábrica de cartuchos
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
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Visita do presidente Hermes da Fonseca à fábrica de cartuchos
F Garcia
Realengo
3 de agosto de 1911

A Glória vista do Passeio Público
Archive/Collection: Mestres do Séc. XIX
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A Glória vista do Passeio Público
Marc Ferrez
Passeio Público
circa 1880

Efeitos da Revolução de 1924 - Cotonificio Crespi
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Efeitos da Revolução de 1924 - Cotonificio Crespi
A Revolução Paulista de 1924 foi um movimento de cunho militar, considerado a segunda revolta tenentista. Teve início na madrugada do dia 5 de julho e ocupou a cidade por vinte e três dias, e entre suas motivações destacam-se a insatisfação dos militares paulistas com o presidente Artur Bernardes e a reivindicação de independência do Poder Judiciário e de um Estado mais forte. Prédios públicos da capital foram tomados e houve saques, bombardeios e incêndios provocados pelos rebeldes e fuga desordenada de parte da população. A reação do governo federal veio através de bombardeio aéreo na capital paulista e combate das tropas legalistas, leais a Artur Bernardes, também por terra. Os revoltosos, como não possuíam poderio militar equivalente, viram-se obrigados a abandonar São Paulo em direção ao interior. Aí o comandante do movimento, Isidoro Dias Lopes, decidiu atacar as tropas legalistas que encontravam-se em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, mas não foi bem sucedido e a derrota representou a maior de todo o movimento, com muitos mortos, feridos e presos. Finalmente vencidos, os revoltosos que restaram rumaram para Foz do Iguaçu, no Paraná, e juntaram-se aos oficiais comandados por Luís Carlos Prestes, dando início à Coluna Prestes.
Gustavo Prugner
São Paulo
1924

Efeitos da Revolução de 1924 - Cotonificio Crespi
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002006PG001021.JPG
Efeitos da Revolução de 1924 - Cotonificio Crespi
A Revolução Paulista de 1924 foi um movimento de cunho militar, considerado a segunda revolta tenentista. Teve início na madrugada do dia 5 de julho e ocupou a cidade por vinte e três dias, e entre suas motivações destacam-se a insatisfação dos militares paulistas com o presidente Artur Bernardes e a reivindicação de independência do Poder Judiciário e de um Estado mais forte. Prédios públicos da capital foram tomados e houve saques, bombardeios e incêndios provocados pelos rebeldes e fuga desordenada de parte da população. A reação do governo federal veio através de bombardeio aéreo na capital paulista e combate das tropas legalistas, leais a Artur Bernardes, também por terra. Os revoltosos, como não possuíam poderio militar equivalente, viram-se obrigados a abandonar São Paulo em direção ao interior. Aí o comandante do movimento, Isidoro Dias Lopes, decidiu atacar as tropas legalistas que encontravam-se em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, mas não foi bem sucedido e a derrota representou a maior de todo o movimento, com muitos mortos, feridos e presos. Finalmente vencidos, os revoltosos que restaram rumaram para Foz do Iguaçu, no Paraná, e juntaram-se aos oficiais comandados por Luís Carlos Prestes, dando início à Coluna Prestes.
Gustavo Prugner
São Paulo
1924

Substação Frei Caneca - Light and Power Company
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Substação Frei Caneca - Light and Power Company
Alfredo Krausz
Estácio
agosto de 1933

Substação Frei Caneca - Light and Power Company
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
002037AAK5052.JPG
Substação Frei Caneca - Light and Power Company
Alfredo Krausz
Estácio
agosto de 1933

Substação Frei Caneca - Light and Power Company
Archive/Collection: Instituto Moreira Salles
002037AAK5054.JPG
Substação Frei Caneca - Light and Power Company
Alfredo Krausz
Estácio
agosto de 1933

Rotativa de O Estado de S. Paulo em suas novas instalações, à rua Major Quedinho
Arquivo/Coleção: Instituto Moreira Salles
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Rotativa de O Estado de S. Paulo em suas novas instalações, à rua Major Quedinho
O jornal "O Estado de S. Paulo" lançou seu primeiro número no dia 4 de janeiro de 1875, uma segunda-feira, com o nome de "A Província de São Paulo", um diário de quatro páginas e 2.025 exemplares que saíria com esse nome até 31 de dezembro de 1889. Nasceu do ideal de um grupo de republicanos, dois anos depois da Convenção de Itu. Tipografia e escritório funcionavam na Rua de Palácio, n.º 14, antiga Rua das Casinhas, onde é hoje a Rua do Tesouro. São Paulo tinha então 2.992 prédios e cerca de 20 mil habitantes. Era considerada uma cidade grande, embora se limitasse à área atualmente compreendida entre o Brás e a Praça da República e tinha nos arredores, chácaras e fazendas. Em maio de 1892, a tiragem alcançava 8 mil exemplares. São Paulo pulou de 44 mil habitantes em 1886 para 150 mil em 1894. Não era mais uma cidade só de tropeiros, estudantes e funcionários públicos, como no momento do lançamento de "A Província". Ao longo do tempo a sede do jornal funcionou em diversos locais. Em 1906, a redação funcionava no Palacete Martinico, na Praça Antônio Prado, onde permaneceria até 1929. Neste ano o jornal se mudou para uma sede própria, na Rua Boa Vista, seu endereço nos anos 30 e 40. O prédio da Rua Boa Vista foi vendido e, enquanto se construía a nova sede na esquina das Ruas Major Quedinho e Martins Fontes, a redação e a administração funcionaram temporariamente na Rua Barão de Duprat, de 1947 a 1951.
Hans Gunter Flieg
Centro
1953