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Arquivo/Coleção: Dom João de Orleans e Bragança
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Templo da Vitória, construído no Campo de Santana em comemoração ao final da Guerra do Paraguai. Atual Praça da República.
Marc Ferrez
Campo de Santana
circa 1870

Vista tirada do topo do Corcovado
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Vista tirada do topo do Corcovado
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1870

Largo da Lapa visto de Santa Teresa
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Largo da Lapa visto de Santa Teresa
Em 1775 surgiram na Lapa, o seminário e a Capela de Nossa Senhora da Lapa. Por conta disso, o Largo da Lapa, em frente, ficou conhecido pelos transeuntes como Largo dos Formigões, por conta dos trajes negros dos padres. Já em 1808, o largo que se encontrava abandonado, foi revitalizado com a chegada do convento das Carmelitas que foram desalojadas do Largo do Paço. Ao abrigar as freiras, o convento e a Igreja ficaram conhecidos como Nossa Senhora do Carmo da Lapa do Desterro, em referência ao morro do Desterro que ficava logo em frente, e hoje chama-se Santa Teresa. Com o alvorecer do século XX, a Lapa, outrora bairro nobre, foi perdendo importância no cenário carioca, já que as classes abastadas estavam se mudando para a Zona Sul. Por conta disso, abrigou a boêmia carioca, freqüentada por malandros, capoeiras, prostitutas e artistas.
Marc Ferrez
Lapa
circa 1870

Vista da Baía de Guanabara
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Vista da Baía de Guanabara
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1870

A Glória vista do Castelo
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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A Glória vista do Castelo
A Glória surgiu a mando do vice-rei Marquês do Lavradio para preparar feiras livres de impostos e normalizar, assim, o abastecimento das capitanias do Rio e de Minas no século XVIII. Em 1857 o bairro foi totalmente remodelado pelo vereador Haddock Lobo, a fim de melhorar a aparência do logradouro.
Marc Ferrez
Rio de Janeiro
circa 1880

Vista de Botafogo
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Vista de Botafogo
Bairro tradicional do Rio desde o século XIX, Botafogo cresceu muito depois de1880, estimulado pela inauguração dos bondes e abertura de novas ruas. A Praia de Botafogo foi primeiro chamada pelos franceses de "Le Lac" - o Lago. Os portugueses deram o nome de Francisco Velho, um dos companheiros de Estácio de Sá no Morro Cara de Cão, que se estabeleceu na praia e começou ali uma lavoura. Por volta de 1641 passou a chamar-se Praia de Botafogo por causa de João de Souza Botafogo, que ali manteve residência depois que chegou ao Brasil fugindo de perseguições políticas em Portugal. João Botafogo ajudou os portugueses nas lutas contra os franceses e, pelos seus serviços, passou a proprietário de terras que iam do litoral até a Quinta da Olaria de São Clemente. Até o século XVIII o bairro era praticamente inabitado, e eram dois os caminhos que levavam à Praia: o Caminho Velho, atual Rua Senador Vergueiro, e o Caminho Novo, atual Rua Marquês de Abrantes. Uma das primeiras a possuir uma casa em Botafogo, longe da agitação da corte, foi D. Carlota Joaquina; quando morreu, sua propriedade foi herdade pelo filho D. Pedro I, que a vendeu para o Marquês de Abrantes, dando nome à rua.
Marc Ferrez
Botafogo
circa 1870

Costa norte do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Costa norte do Rio de Janeiro
Marc Ferrez
RJ
circa 1875

Vista do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Vista do Rio de Janeiro
O passeio público do Rio de Janeiro é considerado o parque público mais antigo das Américas, sendo inaugurado no século XVIII. Foi inspirado no passeio público de Lisboa e nos jardins do Palácio de Queluz. Originalmente projetado pelo Mestre Valentim, o passeio público era formado por caminhos retos e angulares, com monumentos em vários pontos e um belvedere com visão para a baía de Guanabara. Em 1864, a pedido do imperador Dom Pedro II foi feita uma reforma no espaço do passeio pelo paisagista francês Auguste François Marie Glaziou. A reforma adotou linhas curvas e sinuosas nos caminhos e a construção de lagos e pontes, porém houve a permanência de alguns monumentos.
Marc Ferrez
Passeio Público
circa 1875

Mercado da Praia do Peixe e, ao fundo, Alfândega
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
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Mercado da Praia do Peixe e, ao fundo, Alfândega
A praia do Peixe ia originalmente do bairro da Misericórdia até o Arsenal. Depois de construído o cais que seria chamado Pharoux (onde hoje é a Praça XV), ficou limitado ao trecho entre o Largo do Paço e a Alfândega. Foi ali que apareceu o primeiro mercado da cidade, inicialmente ao relento e depois abrigado numa ampla casa desenhada por Grandjean de Montigny. Ao lado do mercado havia um cais para a atracação dos barcos peixeiros, construído pelo engenheiro Borja Castro.
Marc Ferrez
Praia do Peixe (região da Praça XV)
circa 1890