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Passeio Público
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0060.jpg
Passeio Público
Idealizado pelo vice-rei Luís de Vasconcelos e Souza e construído por Mestre Valentim, o Passeio Público foi construído no século XVIII e logo incorporado ao cotidiano das famílias nobres da cidade que o fizeram de ponto de encontro. Em meados do século XIX, o Passeio foi revitalizado pelo botânico e arquiteto paisagístico Auguste François Glaziou que reformulou seus jardins deixando, no entanto, intocáveis as obras de mestre Valentim.
Georges Leuzinger
Centro
circa 1875

Arcos, Santa Thereza e Glória
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0051.jpg
Arcos, Santa Thereza e Glória
Tirada do morro de Santo Antônio, a fotografia mostra dois importantes monumentos do século XVIII no cenário carioca. O primeiro é o Aqueduto da Carioca, conhecido hoje como Arcos da Lapa, que foi construído em 1740 como esforço de captar água do rio Carioca para a cidade. Somente em 1896 é que perdeu sua função primordial, passando a servir como viaduto para os bondes. Em sua construção foi usado granito, argamassa de cal, areia e azeite de peixe, tendo sido colocado à prova antes de ser adaptado para o serviço de transportes. O segundo monumento do século XVIII presente na imagem é o convento das Carmelitas, em Santa Teresa.
Georges Leuzinger
Centro
circa 1867

Igreja de Santa Luzia
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0047.jpg
Igreja de Santa Luzia
A capela de Santa Luzia foi uma da primeiras a serem construídas no Rio, datando de 1592. Entre 1752 e 1817 sofreu diversas modificações, mas data somente de 1872 a construção da segunda torre. Leuzinger tirou esta foto do mesmo lugar que o aquarelista alemão E. Hildebrandt a pintou em 1844. Atualmente, a praia de Santa Luzia está aterrada.
Georges Leuzinger
Centro
circa 1865

Praça D. Pedro II e Ilha das Cobras
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0040.jpg
Praça D. Pedro II e Ilha das Cobras
A Praça D. Pedro II passou a ser assim chamada no Segundo Reinado. Apesar disso, a área era chamada pela população de Largo do Paço, por causa do palácio real, e depois imperial, mandado construir por Gomes Freire (futuro Conde de Bobadela) no século XVIII. Foi inicialmente destinado a ser sede do governo e casa dos governadores. Seus alicerces foram fincados em frente ao convento do Carmo, no lugar antes ocupado pela Casa da Moeda. Em 1889, com a Proclamação da República, a praça passa definitivamente a chamar-se Praça XV de Novembro. Ao fundo da imagem vemos a ilha das Cobras, que desde a fundação da cidade fez parte de seu sistema de defesa, com a construção do forte de Santa Margarida em 1641. No entanto, o forte não foi suficiente para conter as investidas do corsário francês Dugay Trouin, que em 1711 invadiu a cidade se apoderando antes da Ilha das Cobras. Depois de expulsos os invasores, a ilha foi fortificada novamente em 1735, com a construção do Forte São José, que além de fortaleza foi usado como prisão, abrigando, inclusive, Tiradentes. No primeiro Império a ilha passou para o Ministério da Marinha, que aí construiu dois diques e um hospital. Ainda hoje a ilha permanece com instalações navais, além de ter, tombados, a porta em granito da antiga fortaleza e o frontispício da capela da luz.
Georges Leuzinger
Centro
circa 1865

Panorama do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0037.jpg
Panorama do Rio de Janeiro
Panorama do Rio tirado do Morro do Livramento, hoje chamado Morro da Providência. Na primeira parte do panorama, à esquerda, vemos o bairro da Saúde e seus trapiches - armazéns e depósitos de mercadorias desembarcadas - e barcos. O grande prédio do Mercado da Harmonia está próximo ao mar. No final do século XIX o mercado virou um cortiço, foi demolido por volta de 1905 e em seu lugar surgiu a Praça da Harmonia, na qual se destacava desde 1889 o edifício do Moinho Fluminense. Na segunda parte, ao centro do panorama, o casario do Centro da cidade e algumas das maiores igrejas. Do outro lado da Baía de Guanabara, vemos Niterói. Na terceira e última parte, vemos o Quartel do Campo Sant´Anna à esquerda, erguido por volta de 1811 em terrenos doados, localizados ao lado do Campo, considerados excelentes pelo Ministro Conde de Linhares. A partir de 1861 sua fachada foi remodelada - tornou-se assobradada - e ali instalou-se o Quartel General do Exército e o Ministério da Guerra. Foi reconstruído e ampliado pelo Marechal Hermes no governo de Afonso Pena (1906 a 1909); na sua parte dianteira, o Marechal Dutra - no Estado Novo - mandou levantar o Palácio da Guerra (hoje chamado Palácio Duque de Caxias).
Georges Leuzinger
Centro
circa 1865

Rua Direita e Capela Imperial
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0036.jpg
Rua Direita e Capela Imperial
Tanto a capela Imperial como a igreja do Carmo surgiram no século XVIII, e juntamente com o Paço compõem o largo Dom Pedro II. A capela foi palco do casamento de Pedro I com Leopoldina e da sagração do próprio Pedro I e de seu filho, Pedro II. No século XX tornou-se a catedral metropolitana do Rio de Janeiro. Ali perto também morou o rico comerciante Francisco Telles de Menezes, que deu origem ao Arco do Telles.
Georges Leuzinger
Centro
circa 1865

Paço Imperial
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0034.jpg
Paço Imperial
O Paço foi construído no século XVIII, por mando do famoso Conde de Bobadela, com o intuito de servir de moradia dos governadores da Capitania. Depois da capital ter sido transferida para o Rio de Janeiro, em 1760, e com o objetivo de manter o poder real mais próximo das Minas Gerais, o prédio abrigou os Vice-Reis da Colônia, a começar pelo Conde de Resende, que deu melhor acabamento ao edifício, construindo mais um pavimento. Mais tarde, abrigou D. João VI e os imperadores brasileiros. Atualmente abriga um centro cultural.
Georges Leuzinger
Centro
circa 1865

Praia de Santa Luzia
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
014MF002003.jpg
Praia de Santa Luzia
Marc Ferrez
Centro
circa 1872

Jardim do Passeio Público
Arquivo/Coleção: Pedro Corrêa do Lago
014MF002002.jpg
Jardim do Passeio Público
Marc Ferrez
Centro
circa 1872

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