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Vista noturna do Palácio da Alvorada
Arquivo/Coleção: Thomaz Farkas
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Vista noturna do Palácio da Alvorada
Thomaz Farkas
Palácio da Alvorada
circa 1959

-
Arquivo/Coleção: Thomaz Farkas
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Thomaz Farkas
Brasília
circa 1959

-
Arquivo/Coleção: Thomaz Farkas
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Thomaz Farkas
Brasília
circa 1959

Interior do Palácio da Alvorada
Arquivo/Coleção: Thomaz Farkas
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Interior do Palácio da Alvorada
Thomaz Farkas
Brasília
circa 1959

Campanha publicitária da agência Denison para automóveis Simca
Arquivo/Coleção: Chico Albuquerque
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Campanha publicitária da agência Denison para automóveis Simca
Modelos da campanha: Inge e Sandra.
Chico Albuquerque
Palácio da Alvorada
3 de fevereiro de 1960

Palácio da Alvorada
Arquivo/Coleção: Peter Scheier
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Palácio da Alvorada
Peter Scheier
Zona Cívico-Administrativa
1960

Palácio da Alvorada
Arquivo/Coleção: Peter Scheier
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Palácio da Alvorada
Peter Scheier
Zona Cívico-Administrativa
1960

Oscar Niemeyer, à esquerda, em frente a tapeçaria "Múmias", de Di Cavalcanti
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Oscar Niemeyer, à esquerda, em frente a tapeçaria "Múmias", de Di Cavalcanti
O pintor brasileiro. Emiliano Augusto Cavalcanti de Albuquerque e Melo (1897-1976), conhecido como Di Cavalcanti, nasceu e morreu na cidade do Rio de Janeiro. Iniciou sua carreira artística em 1914, publicando ilustrações na revista Fon-Fon. Em 1916, participou do Salão dos Humoristas organizado por Luis Peixoto e Olegário Mariano. Neste mesmo ano, transferiu-se para São Paulo, ingressando na Faculdade de Direito, curso que logo abandonou. Nesta ocasião, realizou sua primeira mostra individual. Freqüentou o atelier do pintor impressionista Georg Fischer Elpons por quem foi influenciado. Em 1921, publicou as seis ilustrações da Balada dos enforcados, livro de Oscar Wilde. Através do desenhista inglês Aubrey Beardsley, sentiu-se atraído pelo simbolismo. Na Semana de Arte Moderna de 1922, Di Cavalcanti apresentou uma série de painéis e pinturas, revelando a persistência do impressionismo e do simbolismo, mas já expressando sua tendência ao expressionismo. O artista plástico faleceu em 26 de outubro de 1976.
Marcel Gautherot
Palácio da Alvorada
circa 1958

Oscar Niemeyer, à esquerda, em frente a tapeçaria "Múmias", de Di Cavalcanti
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Oscar Niemeyer, à esquerda, em frente a tapeçaria "Múmias", de Di Cavalcanti
O pintor brasileiro. Emiliano Augusto Cavalcanti de Albuquerque e Melo (1897-1976), conhecido como Di Cavalcanti, nasceu e morreu na cidade do Rio de Janeiro. Iniciou sua carreira artística em 1914, publicando ilustrações na revista Fon-Fon. Em 1916, participou do Salão dos Humoristas organizado por Luis Peixoto e Olegário Mariano. Neste mesmo ano, transferiu-se para São Paulo, ingressando na Faculdade de Direito, curso que logo abandonou. Nesta ocasião, realizou sua primeira mostra individual. Freqüentou o atelier do pintor impressionista Georg Fischer Elpons por quem foi influenciado. Em 1921, publicou as seis ilustrações da Balada dos enforcados, livro de Oscar Wilde. Através do desenhista inglês Aubrey Beardsley, sentiu-se atraído pelo simbolismo. Na Semana de Arte Moderna de 1922, Di Cavalcanti apresentou uma série de painéis e pinturas, revelando a persistência do impressionismo e do simbolismo, mas já expressando sua tendência ao expressionismo. O artista plástico faleceu em 26 de outubro de 1976.
Marcel Gautherot
Palácio da Alvorada
circa 1958