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A música ao alcance de todos;-;-;Ao novo estilo;-;-;-;-;Na sala ampla, com inquietação...;-;-;-;-;A Bia achou na rua...;-;-;-;-;A política acima dos partidos;-;-;-;Artista virou peça de museu de cera;Brasil, brisa e bichos;-;-;Árvore morta;[Panorama da literatura brasileira por cidades];-;Abre-se agora o VIII Salão Global...;-;-;A noctâmbula;-;2 Pg 306 - JK no apart. do...;-;-;-;-;-;-;-;A vez da poesia;-;-;-;O meu velho senado;-;-;-;Conmigo se ha vuelto lace...;-;-;-;-;-;-;-;Academia fechada. Castelo Branco não entra;-;A boca do inferno;Gutemberg vai bem, obrigado;-;Um menino inútil;-;Bom dia;É fora de dúvida que o Brasil...;-;-;-;-;-;A favor do contra;-;-;-;-;-;-;-;Alceu Amoroso Lima morre aos 90 anos;-;-;Adesão ao herói de nosso tempo;-;Lerdo/A. Candido/Três pedras...;-;Meninos/Boca do inferno;-;Munus petrino...;-;-;-;A marcha do caranguejo;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;-;Bombeiro, eletricista e faquir;No torvelim da mascarada;Enfim, o culpado;Os outros não existem;Rien que la vérité;P.M.C.: iniciei muitos cursos...;O veneno do cunhadio...;O braço direito: dossiê (Não há consolo para a miséria...);Poema que deveria ser terníssimo;Vieira, pg 152, vol XII.../Como cristã...;Amizade não se transfere...;O velho: todo cardado, encordoado, o tempo...;Os ventos têm nome e personalidade;...;Bejo;O braço direito: dossiê (Pg 163/4: Cumeeira de Coroa...);21 anos de boemia inteligente, bem-humorada e carioca;A crônica perfeita;A hora do exorcista;A sensualidade sem limites;Adonias, Arinos, Rubem;Amigos, o mais formidável time pecisa de um mínimo de medo;As patrulhas ideológicas;Bernanos em Minas;Brasil;Soneto/Poema;Nous partirons ensemble [Nós partiremos juntos]
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Carta
Referência a artigo de Otto Lara Resende sobre inauguração de viaduto por Juscelino Kubitschek. Pedido de confirmação de recebimento de material sobre acordo em Minas Gerais. Comentário sobre confirmação de Paulo Mendes Campos de recebimento de Discurso ao senador. Envio de poema
Hélio Pellegrino
Belo Horizonte
27 de agosto de 1946

Cidade e delírio: ontem e hoje;Hoje é ontem;Valium-me, Deus!;O mundo, a esta altura;Execução pela alvorada;Oliver Twist;Não é uma bobagem;Cineminha de segunda-feira;Sem contar a deslealdade e a desonestidade;Dinheiro voador;Rabo de papel e outros rabos;Clima do homem/Nota internacional/Estabilização monetária/Alimento de pobres/Loucura dialética;Duas espécies de velhice;O obscuro sentido da tragédia;Os vários nomes da lisonja;Incoerência e mundo novo;Poetas e cidades;Raízes: ontem, hoje;Tartufaria;Vila Rica, cidade livre;O pastel de vento e os bacuraus;Tiro pela culatra;O gigante vota, mas não lê;Eleições cá e lá;Visão de um transeunte;Por entre os astros subindo;Ratos e cometas;O apolíneo e o dionisíaco;Precisa-se de um mágico;Cansado como um rio;Enfim, o grito das urnas;Voo rasante;O poético meio circulante;Franco-atirador;O quarto escuro dos aposentados;Papo de logradouro;Modos, senhores;Reminiscências;Santa Fé;Uma casa muito engraçada;O médico do poeta;Três poetas e um prosador da Na geração;Gosto de complicar;Júpiter e o urubu;Quando a República não vomitava a morte;A batalha aérea vista do chão;Cala-te, boca;Capital do horror;Chuvaceiros: de 1500 a 1988;Começos de um poeta;Constituinte: o zoo;Cultura, uma revista e um milagre;Da mãe gentil ao feio gentílico;Deduções fáceis em torno de Minas;Desterro cultural;Dupla redenção;Esquecer e lembrar;Este sol impagável;Estudantes no Brasil: um exame de violência;Exumação do retrato;Fidel um homem contra o continente;Finlândia: a indústria moderna vizinha do pólo norte;General, sapo e rosa;Hong-Kong (hong-kong);Horóscopo do Brasil;Introito à incompreensão;Isto aqui e o voto;João Bolinha virou gente;Latifúndio ortográfico;Libertação da miséria;Língua legal;Literatura de Natal;Luz e sombras;Meditação serena sobre uma doutrina e seu chefe;Motivo de orgulho para a UFMG;Muitas profissões, uma úlcera e o intocavél pé de meia do mineiro;No país das maravilhas;Notícia sobre o Teatro de Câmera;O Brasil fala caô;O caminho da liberdade;O deserto povoado;O diálogo impossível;O disputado governo do inferno;O fim do mundo;O gado;O homem que planejou sua fome;O impiedoso olhar dinamarquês;O mistério da urna;O poeta e o onagro;O tatu de Kipling;O urubu e o sapateiro;Ontem hoje sempre;Otto na Academia;Outro dia mesmo;Passagem pelo estreito;Pátria de corpo inteiro;Peça licença e pague para ir lá fora;Pequenos artifícios;QB VII ou a nova receita do best seller;Que língua fala o homem-aranha?;Quem será o Abrante?;Recordação do preclaro e ilustre mestre;Saudade do futuro;Sim, as estátuas riem;Um pouco de Costa Rego;Um testemunho;Urnas milionárias;Vermelho, negro e amarelo;Zero com louvor;-
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Constituinte: o zoo
Crônica
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
8 de dezembro de 1985

Quando ladra a violência;Mais prodígios marinhos;Natal pelas vitrines;Constituinte aponta omissão da Assembleia no caso do Triângulo;O elo partido;O pintor e sua opção;Otávio de Faria: romancista panfletário;Direito ao sonho em paz;Evangelho da cólera coletiva;Vencedor versus perdedor;Legião dos desesperados;Manuscrito francês;O espírito santo no computador;Saudades de abril;Verso e reverso;Para a existência de um grupo mineiro;Lembrança de Augusto Frederico Schmidt;Mário de Andrade continua;Perna, um brasileiro;Meios pobres: livros e letras;Cruzada contra o monstro;Sr. Redator;O humilde ofício de ler;O sonhado país de delícias;O jubileu está de volta;Enfim a grota;Por que Grahan Greene não esteve aqui;Li o Jornaleco, que evidentemente pode melhorar;Carlos Bracher vive;No tempo da palmatória;Sim, que haja escola de comunicação;Noruega: o país dos barcos e dos navegantes audazes;Da caridosa polé ao potro gentil;O mel do passado;Um tiro só;Os dois Brasis ou Odete e Luiza;Por quem dobram os sinos;Os fantasmas da catedral;Incêndio destrói em 8 horas centro histórico de Lisboa;Princípios sem fim;Louvores;Rosa dos ventos;Namorado morto;Como caem os dentes de leite;De olhos no chão;Três exercícios;O Minas aprende a voar;Entre a mulher e o diabo;Congresso de escritores;O buraco negro do esquecimento;Tudo azul com o inferno verde;O paraíso não é mais aqui;Uma codorna, uma rolinha e a insegurança nacional;Os ladrões, o tema social nos contos do Sul;Itinerário de Cabo Frio;Mãe com bomba;S.W.;Cão que suja na cama;Com o diabo no corpo;Contra a mistificação;Convivas demais;Cultura e fatura;Depoimento e sugestão;Desculpa das arábias;Dois toques;É uma curiosa experiência;Enjoadinho e radioativo;Essa, não;Estabilidade e cansaço;Favor falar baixo;Flores de retórica e outras flores;Guerra e paz;Hora do exorcismo;Jornalismo responsável só é possível com jornalismo livre;Ler ou não ler: eis o dilema;Livros inúteis e perigosos;Memorial JK;Missão perigosa em Trieste (Diplomatic courier);Napoleão de hospício;Nênia para o MDB;Ninguém lê nada;No bom caminho de São João del-Rei;Nosso patrono e herói Pero Vaz;O futuro adiado;O poeta e seus mistérios;O que for soará;Ontem, nunca;Palavras do senhor dr. Otto Lara Resende, adido cultural à embaixada do Brasil, em representação do senhor embaixador;Qual o sentido que o herói de Cervantes tem para o homem moderno? Quem é para você D. Quixote?;Que será?;Quem é carioca;Quem tem medo de Seu Artur?;Quid veritas?;Rocha de certeza;Saia o ato e deixem a banda passar;Sarna que coça;Segunda mão;Silêncio, por favor;Sinfonia de uma cidade (Sous le ciel de Paris);Só a mulher peca (Clash by night);Sob o sol da Páscoa;Somos todos vítimas;Sonhos de verão;Tambores distantes (Distant drums);Tragédia burguesa completa: o sonho do autor enfim realizado;Tudo que não estiver muito claro neste país, é a favor do governo;Última cartada;Um beijo na orelha esquerda;Um cavalo chamado Brasil;Um raio pode apagar a luz;Uma bala no coração;Universo padrasto;Nelson Rodrigues: o que estraga o teatro são os atores e o público;Sábado à tarde
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Jornalismo responsável só é possível com jornalismo livre
Artigo
Otto Lara Resende
Local não identificado
1977

O duplo e sua pepita de ouro;Conclusão taxativa;O riso indignado;Eu, pescador, me confesso;Letra morta;Miragem à distância;Literatura... pra quê?;Morto e asfalto;O encontro;O segredo de Minas;Pátria adiada;Érico;Poeira sonâmbula;Ficção e realidade: à mão livre;Uma lufada de otimismo;Mudemos o regime;Cano ou ralo - eis a questão;O filho temporão;Uma pátria: procura-se;Carrossel de encantos;Conversa remunerada;Escrever e ler;Político, tríplice coroado;Luz e sombra;Por que não me ufano do meu país;História nova;Terra de camisa aberta;Ver, gostar e amar;Neurose a caminho da cura;Cineminha de segunda-feira;O poeta e o dragão;Coração da República;O poeta, coitado;De carne, osso e papel;Ora, acontece as vezes;Estação dos Anjos: o anjo que se ri;Traças e dromedários;O Brasil do primeiro mundo;Três vagabundos;Mara Maru;Vitória do urubu;O Brasil precisa de paz;Começando a andar;Este mundo sensato;Quando a República era jovem;Já está valendo o escrito;Pai dos burros;Estrela temporariamente apagada;Retórica de assombração;Mária digam por favor;Vozes de Minas;O remorso;Dilúvio impresso;Cala e fala o passado;Com o revolucionário Schmidt;Como era verde o meu Leblon;Constituinte: o feijão e o sonho;Conversa com Emílio Moura;De mais e de menos;Em busca de um acionista do Brasil;Entre lobo e cão;Esse encontro vai dar samba;Farpas alegres;Fogo e omissão;Hoje é dia de Marília;Joia de dor e favela;Lucros e perdas;Machado como burocrata foi também genial;Manuel Anselmo;Nava para dar e vender;O diabo no meio do rodamoinho;O futuro vem aí;O povo e o fradinho;O sindicato do crime;O tigre pode arrotar;Ode aos calhordas;Otto Lara Resende I/II.;Passagem de nível;Preâmbulo e título I são aprovados;Rosas e outras flores de retórica;Saudades do Fla-Flu;Sim e não;Suspense;Um boy para presidente;Um menino inútil;Uma carta para você;Vida e arte;Zero à esquerda
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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O diabo no meio do rodamoinho
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
20 de julho de 1980

Verso e reverso;Para a existência de um grupo mineiro;Lembrança de Augusto Frederico Schmidt;Mário de Andrade continua;Saudades de abril;Meios pobres: livros e letras;Cruzada contra o monstro;Sr. Redator;O humilde ofício de ler;O sonhado país de delícias;Perna, um brasileiro;Enfim a grota;Por que Grahan Greene não esteve aqui;Li o Jornaleco, que evidentemente pode melhorar;Carlos Bracher vive;No tempo da palmatória;O jubileu está de volta;Sim, que haja escola de comunicação;Noruega: o país dos barcos e dos navegantes audazes;Da caridosa polé ao potro gentil;O mel do passado;Um tiro só;Os dois Brasis ou Odete e Luiza;Por quem dobram os sinos;Princípios sem fim;Louvores;Rosa dos ventos;Namorado morto;Como caem os dentes de leite;De olhos no chão;Três exercícios;O Minas aprende a voar;Entre a mulher e o diabo;Os fantasmas da catedral;Incêndio destrói em 8 horas centro histórico de Lisboa;Tudo azul com o inferno verde;O paraíso não é mais aqui;Uma codorna, uma rolinha e a insegurança nacional;Os ladrões, o tema social nos contos do Sul;Itinerário de Cabo Frio;Mãe com bomba;S.W.;Congresso de escritores;O buraco negro do esquecimento;Natal pelas vitrines;Constituinte aponta omissão da Assembleia no caso do Triângulo;O elo partido;O pintor e sua opção;Otávio de Faria: romancista panfletário;Quando ladra a violência;Mais prodígios marinhos;Vencedor versus perdedor;Legião dos desesperados;Manuscrito francês;O espírito santo no computador;Direito ao sonho em paz;Evangelho da cólera coletiva;Cão que suja na cama;Com o diabo no corpo;Contra a mistificação;Convivas demais;Cultura e fatura;Depoimento e sugestão;Desculpa das arábias;Dois toques;É uma curiosa experiência;Enjoadinho e radioativo;Essa, não;Estabilidade e cansaço;Favor falar baixo;Flores de retórica e outras flores;Guerra e paz;Hora do exorcismo;Jornalismo responsável só é possível com jornalismo livre;Ler ou não ler: eis o dilema;Livros inúteis e perigosos;Memorial JK;Missão perigosa em Trieste (Diplomatic courier);Napoleão de hospício;Nênia para o MDB;Ninguém lê nada;No bom caminho de São João del-Rei;Nosso patrono e herói Pero Vaz;O futuro adiado;O poeta e seus mistérios;O que for soará;Ontem, nunca;Palavras do senhor dr. Otto Lara Resende, adido cultural à embaixada do Brasil, em representação do senhor embaixador;Qual o sentido que o herói de Cervantes tem para o homem moderno? Quem é para você D. Quixote?;Que será?;Quem é carioca;Quem tem medo de Seu Artur?;Quid veritas?;Rocha de certeza;Saia o ato e deixem a banda passar;Sarna que coça;Segunda mão;Silêncio, por favor;Sinfonia de uma cidade (Sous le ciel de Paris);Só a mulher peca (Clash by night);Sob o sol da Páscoa;Somos todos vítimas;Sonhos de verão;Tambores distantes (Distant drums);Tragédia burguesa completa: o sonho do autor enfim realizado;Tudo que não estiver muito claro neste país, é a favor do governo;Última cartada;Um beijo na orelha esquerda;Um cavalo chamado Brasil;Um raio pode apagar a luz;Uma bala no coração;Universo padrasto;Nelson Rodrigues: o que estraga o teatro são os atores e o público;Sábado à tarde
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Ontem, nunca
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
17 de julho de 1983

Tudo começa antes;O futuro passou de moda;O nome dos gringos;Essayons de parler franglais;Willy Lewin, o bom professor de poesia;Onde começa a República;Instante dinamarquês;Prova de fogo;Mater dolorosa;Nossos queridos confrades;Quarenta, quatrocentos, quatrocentão;O amestrador amestrado;Túnel, porão ou debaixo da cama;O gato morto e sua alma;O outro Brasil;Está na hora;João-povão;Uma voz no escuro;O pó que suja nossas estrebarias;Estrela de uma constelação;Os fantasmas e as ditaduras;Jornal de crítica;Quebra-cabeça;Soberania de falsários;O Brasil aflito;Carochinha vai bem, obrigado;O ciclotímico herói cobrado;Um grande tema e uma pequena crônica;Uns rapazes que não sabiam filosofia descobriram Comte, por acaso em 1880;O que é preciso para a universidade: Muita coisa;Ouro de lei;Quem é o aldeão;Mulheres na política;Sombra de nossos desalentos e cansaços;Chaga de fogo (Detective store);Um marginal na Academia;Diamantina e seu colar de diamantes;O rei da Suécia vai bem;Eles sabem o que fazem;Por que Mallarmé morreu engasgado;Riscos e ameaças;Circo de focas;Natal;O discreto Rangel;Um poeta italiano;O meu boi morreu lá no Piauí;Graça e desgraça;Portas fechadas;Loteca sueca para um grande de Espanha;Olha ele aí;Rosa rosae rosam;Trazemos a roça dentro de nós;O escritor e a sua essência humana;Escritor e leitor;Caniço motorizado;Carlos Drummond de Andrade num instante de pessimismo;CDA, ou melhor: o Carlos;Com o embaixador Marques Rebelo;Como dói!;Constituinte: a outra;Conto de Natal;Convento maldito;Desculpem, mas esse gato é meu;Epopeia trágica (Scott of the antartic);Fala, Brasil;Faróis altos;Garotas e melodias (Painting the clouds with sunshine);Grito plebliscitário e republicano;Jubileu: ecos de um tiro;Justiça revolucionária;Livro e mercado;Mãe, filha amiga;Menino só;Missão pontifícia;Mobilização da mediocridade;Musas e urnas;No torvelim da mascarada;O controvertido verde de nossa mata;O diabo feito mulher (Rancho notorious);O ideal do mineiro é viver pobre para morrer rico;O jumento do Visconde;O leão e a gazela;O marujo foi na onda (The sawlor beware);O moinho;O século do pai;O sorriso do retrato;Os donos da enchente;Poeta e polemista;Proibido ser feliz;Quem roubou o cimélio;Romancistas dos inadaptados;Sejamos otimistas;Sim, vale a pena calar - berram os alto-falantes;Solo de cuíca;Touros bravos (The brave bulls);Tragicomédia do poder;Um certo cansaço;Um moralista pelo avesso;Uma carioca na montanha;Uma palavra de maus bofes;Uma tarde, antigamente;Vai-te embora, menina morta;Vítimas do pecado;Volta a Simão, o caolho;Voo cego
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Os fantasmas e as ditaduras
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
1945

Por quem dobram os sinos;Sim, que haja escola de comunicação;Noruega: o país dos barcos e dos navegantes audazes;Da caridosa polé ao potro gentil;O mel do passado;Um tiro só;Os dois Brasis ou Odete e Luiza;O Minas aprende a voar;Entre a mulher e o diabo;Os fantasmas da catedral;Incêndio destrói em 8 horas centro histórico de Lisboa;Princípios sem fim;Louvores;Rosa dos ventos;Namorado morto;Como caem os dentes de leite;De olhos no chão;Três exercícios;S.W.;Congresso de escritores;O buraco negro do esquecimento;Tudo azul com o inferno verde;O paraíso não é mais aqui;Uma codorna, uma rolinha e a insegurança nacional;Os ladrões, o tema social nos contos do Sul;Itinerário de Cabo Frio;Mãe com bomba;Otávio de Faria: romancista panfletário;Quando ladra a violência;Mais prodígios marinhos;Natal pelas vitrines;Constituinte aponta omissão da Assembleia no caso do Triângulo;O elo partido;O pintor e sua opção;O espírito santo no computador;Direito ao sonho em paz;Evangelho da cólera coletiva;Vencedor versus perdedor;Legião dos desesperados;Manuscrito francês;Mário de Andrade continua;Saudades de abril;Verso e reverso;Para a existência de um grupo mineiro;Lembrança de Augusto Frederico Schmidt;O sonhado país de delícias;Perna, um brasileiro;Meios pobres: livros e letras;Cruzada contra o monstro;Sr. Redator;O humilde ofício de ler;No tempo da palmatória;O jubileu está de volta;Enfim a grota;Por que Grahan Greene não esteve aqui;Li o Jornaleco, que evidentemente pode melhorar;Carlos Bracher vive;Cão que suja na cama;Com o diabo no corpo;Contra a mistificação;Convivas demais;Cultura e fatura;Depoimento e sugestão;Desculpa das arábias;Dois toques;É uma curiosa experiência;Enjoadinho e radioativo;Essa, não;Estabilidade e cansaço;Favor falar baixo;Flores de retórica e outras flores;Guerra e paz;Hora do exorcismo;Jornalismo responsável só é possível com jornalismo livre;Ler ou não ler: eis o dilema;Livros inúteis e perigosos;Memorial JK;Missão perigosa em Trieste (Diplomatic courier);Napoleão de hospício;Nênia para o MDB;Ninguém lê nada;No bom caminho de São João del-Rei;Nosso patrono e herói Pero Vaz;O futuro adiado;O poeta e seus mistérios;O que for soará;Ontem, nunca;Palavras do senhor dr. Otto Lara Resende, adido cultural à embaixada do Brasil, em representação do senhor embaixador;Qual o sentido que o herói de Cervantes tem para o homem moderno? Quem é para você D. Quixote?;Que será?;Quem é carioca;Quem tem medo de Seu Artur?;Quid veritas?;Rocha de certeza;Saia o ato e deixem a banda passar;Sarna que coça;Segunda mão;Silêncio, por favor;Sinfonia de uma cidade (Sous le ciel de Paris);Só a mulher peca (Clash by night);Sob o sol da Páscoa;Somos todos vítimas;Sonhos de verão;Tambores distantes (Distant drums);Tragédia burguesa completa: o sonho do autor enfim realizado;Tudo que não estiver muito claro neste país, é a favor do governo;Última cartada;Um beijo na orelha esquerda;Um cavalo chamado Brasil;Um raio pode apagar a luz;Uma bala no coração;Universo padrasto;Nelson Rodrigues: o que estraga o teatro são os atores e o público;Sábado à tarde
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Rocha de certeza
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
21 de junho de 1981

Ler para criticar;Missão pontifícia;Convento de Aretino;O bezerro, a vaca e o boi;Tragédia do meu destino;O latido do sol;Uma boa nova;O preso nº 3535;Ilusões e desilusões;Falou, bicho;O que for soará;Segundo;Divórcio;O Marrocos, uma encruzilhada;Muchas gracias, señores;Crônica em que se pretendia dizer e não disse;Silêncio: o imprevisível;O moinho;Favor não acordar o bebê;O que vem por aí;Jackson de Figueiredo;Linhas cruzadas;Jubileu está de volta;Que fazer?;Cuidado com os elevadores;Sinos de San Fernando (Bells of San Fernando);Um biscoito que virou pirâmide;Vamos olhar para trás;Entreato;Um certo afã de contar tudo;Galo de pena;O secreto mel das letras femininas;Justiça para a Justiça;Pode ser que sim, pode ser que não;Cave canem: pode explodir;Quem herda não rouba;O diabo existe;Luto e guerra na festa do sol;Cinco poemas antigos;Queremos já;Napoleão de hospício;Desculpa das arábias;Sonhos e pesadelos;O trono vazio;Poeta é o Dante;Guignard e 60 aprendizes;Com o diretor Josué Montello;O insaciável antropófago;Eu tu ele: nós;Variações sobre a lua;Ontens que choram;Conto de Natal;Romance e jornal;No horizonte do Brasil;Casa de ruínas e sombras;Credo olímpico;De Otto Lara Resende à Tribuna;Diamante da boca da mina;Dica de criança (ou de pai coruja);Discurso do aluno Otto Lara Resende, orador da turma de diplomandos de 1938;Do diálogo ao demônio;Eles sabem o que fazem;Entulho e engulho;Está na hora de assobiar;Evasão, invasão;França: é isso aí;Graça e desgraça de escrever;História de uma escola de arte;Incipit : Visceralmente escritora;Laços de família;Legião ignota;Lembrança de Bernanos;Liberal: ser ou não ser;Literariamente com a morte de Clarice;Lotação esgotada;Matar ou morrer (Hight noon);Mel nos olhos;Monges condenados;Na grande área;Namoro antigo;Natal: um menino inútil;O Brasil pecador se confessa;O burro empacado;O candidato de calva à mostra;O feijão também é um sonho;O gato epicurista;O nó da violência;O passado é azul;O penhasco e o chá;O pintor e sua opção;O por ora indescartável;O sagrado horror ao nosso irmão português;Onda de verão;Orthographya: facto alphabetico e metaphyco;Os astros vêem longe;Os fantasmas da catedral;Pérolas;Por que Grahan Greene não veio ao Brasil;Porta mágica;Prestígio da história;Quando Michel Simon chegou ao Brasil...;Quatro livros mineiros;Reciclagem do papo;Rosa dos ventos;Som e sentido de nove histórias;Terceiro;Testemunhos sobre o Modernismo...;Tudo bem, com nuvens;Um antecipador;Um gato na presidência;Um lugar para Maria Julieta/A entrevista que não houve;Um poeta cristão;Uma quimera chamada Brasil;Uma voz a menos;Vou ali e não volto;Welcome, Rosalynn;Em 1860 quando se tomava café e rapé era raro não haver sessão por falta de quórum
Arquivo/Coleção: Otto Lara Resende (OLR)
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Uma voz a menos
Artigo
Otto Lara Resende
Rio de Janeiro
24 de maio de 1977