Nem todos os documentos, obras e objetos estão disponíveis para licenciamento ou empréstimo.

Visualizar por
Alto do Corcovado, com o Mirante Chapéu do Sol
Archive/Collection: J. Hoffenberg
P009CJHF9003.jpg
Alto do Corcovado, com o Mirante Chapéu do Sol
José dos Santos Affonso
Morro do Corcovado
circa 1918

Convento dos Capuchinhos
Archive/Collection: J. Hoffenberg
P009CJHF4004.jpg
Convento dos Capuchinhos
José dos Santos Affonso
Morro do Castelo
circa 1920

Ponte Alexandrino
Arquivo/Coleção: Gilberto Ferrez
007A5P3F13-043.jpg
Ponte Alexandrino
Construída no Governo Hermes da Fonseca, por ordem do Ministro da Guerra, Almirante Alexandrino, esta ponte foi a primeira a ligar o continente à Ilha das Cobras. De ferro, media 200 metros de comprimento e tinha 16 metros de altura, para que por baixo passassem as embarcações.
José dos Santos Affonso
Arsenal da Ilha das Cobras
circa 1914

Teatro Municipal
Archive/Collection: Mestres do Séc. XIX
001RJ007003.jpg
Teatro Municipal
José dos Santos Affonso
Centro ; Avenida Central
circa 1922

Contracapa do Álbum Vistas da Cidade do Rio de Janeiro
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001ALA011Contracapa.jpg
Contracapa do Álbum Vistas da Cidade do Rio de Janeiro
Álbum com 20 fotografias com vista do Rio de Janeiro noturnas e diurnas realizadas pela Photo Lopes Rio e por José dos Santos Affonso (18? - 1921).
José dos Santos Affonso
Rio de Janeiro
circa 1920

Avenida Rio Branco
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001ALA011003.jpg
Avenida Rio Branco
Vista geral da Avenida Rio Branco (antiga Avenida Central, até 1912), em direção à Praça Mauá. À esquerda, na altura da bifurcação com a Rua Miguel Couto (antiga dos Ourives), esquina da Rua do Rosário, está a Igreja de Nossa Senhora da Conceição e Boa Morte. Projetada pelo brigadeiro português José Fernandes Pinto Alpoim, levou longos 100 anos para ser concluída: iniciada em 1735, só foi definitivamente terminada em 1835. À direita, no primeiro plano, na esquina com a Rua do Ouvidor, o magazine Colombo, primeira casa comercial da avenida. No mesmo lado, entre as duas torres, a cúpula da Igreja da Candelária.
José dos Santos Affonso
Centro
circa 1920

Theatro Municipal
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001ALA011002.jpg
Theatro Municipal
O Theatro Municipal do Rio de Janeiro foi inaugurado em 14 de julho de 1909, 4 anos e meio após o início de sua construção, nos primeiros dias de janeiro de 1905. Projetado pelo engenheiro Francisco de Oliveira Passos, filho do prefeito do Rio, Francisco Pereira Passos (1836 - 1913), e por Albert Guilberg, foi inspirado no Theatro da Ópera de Paris. O prédio é um dos mais bonitos e imponentes da cidade e sua história mistura-se com a trajetória cultural do Brasil. Artistas de renome como os irmãos Rodolfo Bernardelli (1852 – 1931) e Henrique Bernardelli (1857 – 1936), Eliseu Visconti (1866 – 1944) e Rodolfo Amoedo (1857 – 1941) participaram da decoração do teatro. Considerado uma das mais importantes salas de espetáculos da América do Sul, ao longo de seus 108 anos recebeu grandes artistas nacionais e internacionais, como as cantoras Bidu Sayão (1902 – 1999), Maria Callas (1923 – 1977) e Renalta Tebaldi (1922 – 2004); os maestros Arturo Toscanini (1867 – 1957), Igor Stravinsky (1882 – 1971) e Heitor Villa-Lobos (1887 – 1959); a atriz Sarah Bernhardt (1844 – 1923) e os bailarinos Margot Fonteyn (1919 – 1991), Rudolf Nureyev (1938 – 1993), Ana Botafogo (1957-) e Mikhail Baryshnikov (1948-); além de importantes personalidades como o papa Francisco (1936-) e o ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama (1961-). À direita a Avenida Rio Branco (antiga Avenida Central) e, à esquerda, edificações nas faldas do Morro de Santo Antonio.
José dos Santos Affonso
Cinelândia
circa 1920

Palácio Monroe
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001ALA011001.jpg
Palácio Monroe
Palácio Monroe, inaugurado em 1906 no final da Avenida Central (atual Avenida Rio Branco) para sede da Conferência Pan-Americana do Rio de Janeiro. Reprodução, com aproveitamento parcial de material original do Pavilhão Brasileiro na Exposição Internacional de 1904 em St.Louis (EUA), que recebeu o grande prêmio do júri da exposição. Projeto de uma comissão chefiada pelo general engenheiro Francisco Marcelino de Souza Aguiar. Utilizado inicialmente para exposições, em 1914, funcionou temporariamente como Câmara dos Deputados e,em 1922, serviu de sede para a Comissão Executiva da Exposição do Centenário da Independência do Brasil. Entre 1925 e 1960, funcionou como Senado Federal. Foi demolido na década de 1970. No primeiro plano, à esquerda, parte do Edifício Lafond, um dos primeiros prédios de apartamentos da cidade, na esquina com a Rua Santa Luzia. À direita do palácio está o Passeio Público. Ao fundo, à esquerda, o Outeiro da Glória e, à direita, os morros de Santa Teresa (à frente) e Nova Cintra (atrás).
José dos Santos Affonso
Avenida Rio Branco ; Centro
circa 1920

Copacabana
Arquivo/Coleção: Mestres do Séc. XIX
001AF001001.jpg
Copacabana
José dos Santos Affonso
Copacabana
circa 1920