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Igreja Nossa Senhora dos Anjos e Convento São Francisco
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010ALPE13468-13472.jpg
Igreja Nossa Senhora dos Anjos e Convento São Francisco
Em 27 de agosto de 1657, os superiores do convento da Bahia aceitaram o pedido da fundação da casa conventual na Vila do Penedo do Rio São Francisco. Em 31 de julho de 1660, foi lavrada a escritura do terreno doado pela Câmara para a construção, sendo a obra iniciada em 17 de setembro de 1660, festa das Chagas de São Francisco. A Igreja Nossa Senhora dos Anjos e o Convento São Francisco, foram construídos pelos frades franciscanos sobre as ruínas do forte de Nassau. A Igreja, de estilo Barroco, tem pinturas em ouro nos altares e na coroa portuguesa, em cima da nave principal. O púlpito é decorado com pátina dourada e concha de jacarandá. O Convento guarda a belíssima escultura "Senhor Glorioso".
Marcel Gautherot
Praça Rui Barbosa
circa 1957

Igreja Nossa Senhora dos Anjos e Convento São Francisco
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010ALPE13468.jpg
Igreja Nossa Senhora dos Anjos e Convento São Francisco
Em 27 de agosto de 1657, os superiores do convento da Bahia aceitaram o pedido da fundação da casa conventual na Vila do Penedo do Rio São Francisco. Em 31 de julho de 1660, foi lavrada a escritura do terreno doado pela Câmara para a construção, sendo a obra iniciada em 17 de setembro de 1660, festa das Chagas de São Francisco. A Igreja Nossa Senhora dos Anjos e o Convento São Francisco, foram construídos pelos frades franciscanos sobre as ruínas do forte de Nassau. A Igreja, de estilo Barroco, tem pinturas em ouro nos altares e na coroa portuguesa, em cima da nave principal. O púlpito é decorado com pátina dourada e concha de jacarandá. O Convento guarda a belíssima escultura "Senhor Glorioso".
Marcel Gautherot
Praça Rui Barbosa
circa 1957

Igreja Nossa Senhora dos Anjos e Convento São Francisco
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Igreja Nossa Senhora dos Anjos e Convento São Francisco
Em 27 de agosto de 1657 os superiores do convento da Bahia aceitaram o pedido da fundação da casa conventual na Vila do Penedo do Rio São Francisco. Em 31 de julho de 1660 foi lavrada a escritura do terreno doado pela Câmara para a construção, sendo a obra iniciada em 17 de setembro de 1660, na festa das Chagas de São Francisco. A Igreja Nossa Senhora dos Anjos e o Convento São Francisco foram construídos pelos frades franciscanos sobre as ruínas do forte de Nassau. A Igreja, em estilo Barroco, tem pinturas em ouro nos altares e na coroa portuguesa, em cima da nave principal. O púlpito é decorado com pátina dourada e concha de jacarandá. O Convento guarda a belíssima escultura "Senhor Glorioso".
Marcel Gautherot
Praça Rui Barbosa
circa 1957

Igreja Nossa Senhora dos Anjos e Convento São Francisco
Archive/Collection: Marcel Gautherot
010ALPE13470.jpg
Igreja Nossa Senhora dos Anjos e Convento São Francisco
Em 27 de agosto de 1657, os superiores do convento da Bahia aceitaram o pedido da fundação da casa conventual na Vila do Penedo do Rio São Francisco. Em 31 de julho de 1660, foi lavrada a escritura do terreno doado pela Câmara para a construção, sendo a obra iniciada em 17 de setembro de 1660, festa das Chagas de São Francisco. A Igreja Nossa Senhora dos Anjos e o Convento São Francisco, foram construídos pelos frades franciscanos sobre as ruínas do forte de Nassau. A Igreja, de estilo Barroco, tem pinturas em ouro nos altares e na coroa portuguesa, em cima da nave principal. O púlpito é decorado com pátina dourada e concha de jacarandá. O Convento guarda a belíssima escultura "Senhor Glorioso".
Marcel Gautherot
Praça Rui Barbosa
circa 1957

Igreja Nossa Senhora dos Anjos e Convento São Francisco
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010ALPE13472.jpg
Igreja Nossa Senhora dos Anjos e Convento São Francisco
Em 27 de agosto de 1657, os superiores do convento da Bahia aceitaram o pedido da fundação da casa conventual na Vila do Penedo do Rio São Francisco. Em 31 de julho de 1660, foi lavrada a escritura do terreno doado pela Câmara para a construção, sendo a obra iniciada em 17 de setembro de 1660, festa das Chagas de São Francisco. A Igreja Nossa Senhora dos Anjos e o Convento São Francisco, foram construídos pelos frades franciscanos sobre as ruínas do forte de Nassau. A Igreja, de estilo Barroco, tem pinturas em ouro nos altares e na coroa portuguesa, em cima da nave principal. O púlpito é decorado com pátina dourada e concha de jacarandá. O Convento guarda a belíssima escultura "Senhor Glorioso".
Marcel Gautherot
Praça Rui Barbosa
circa 1957

Região de Itacoatiara
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
010AMIT25096-25097.jpg
Região de Itacoatiara
A denominação Itacoatiara é originária da língua indígena e significa "pedra pintada". A região foi assim nomeada por causa de inscrições gravadas em algumas pedras localizadas no rio Urubu, em frente à cidade. Seus primeiros habitantes foram os índios Muras, Juris, Cumaxiás e Terás, entre outras etnias. Em meados do século XVIII foi fundado na foz do rio Mataurá (afluente do rio Madeira) o primeiro povoamento no território do atual município. O povoamento havia sido organizado pelo jesuíta Frei João da Silva, mas logo foi atacado pelos índios Muras e seus habitantes viram-se obrigados a se retirar para o rio Canumã. Em novo ataque dos Muras, novamente o povoado se deslocou, dessa vez para o rio Abacaxis, e também sob a administração dos jesuítas. Tantas disputas fizeram com que Itacoatiara mudasse de sede cinco vezes. Em 1757 a aldeia finalmente se instalou na margem esquerda do rio Amazonas, onde é a cidade hoje. Antes de ser batizada Itacoatiara a cidade chamava-se Vila de Serpa, e em 1827 a Vila se juntou ao município de Silves. Em 1857 a cidade voltou a ser Vila de Serpa e mais tarde passou a ser Vila de Nossa Senhora do Rosário de Serpa. Finalmente o nome Itacoatiara foi instituído por uma lei de 1874.
Marcel Gautherot
Itacotiara ou Itaiquara
circa 1966

Região de Itacoatiara
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Região de Itacoatiara
A denominação Itacoatiara é originária da língua indígena e significa "pedra pintada". A região foi assim nomeada por causa de inscrições gravadas em algumas pedras localizadas no rio Urubu, em frente à cidade. Seus primeiros habitantes foram os índios Muras, Juris, Cumaxiás e Terás, entre outras etnias. Em meados do século XVIII foi fundado na foz do rio Mataurá (afluente do rio Madeira) o primeiro povoamento no território do atual município. O povoamento havia sido organizado pelo jesuíta Frei João da Silva, mas logo foi atacado pelos índios Muras e seus habitantes viram-se obrigados a se retirar para o rio Canumã. Em novo ataque dos Muras, novamente o povoado se deslocou, dessa vez para o rio Abacaxis, e também sob a administração dos jesuítas. Tantas disputas fizeram com que Itacoatiara mudasse de sede cinco vezes. Em 1757 a aldeia finalmente se instalou na margem esquerda do rio Amazonas, onde é a cidade hoje. Antes de ser batizada Itacoatiara a cidade chamava-se Vila de Serpa, e em 1827 a Vila se juntou ao município de Silves. Em 1857 a cidade voltou a ser Vila de Serpa e mais tarde passou a ser Vila de Nossa Senhora do Rosário de Serpa. Finalmente o nome Itacoatiara foi instituído por uma lei de 1874.
Marcel Gautherot
Itacoatiara ou Itaiquara
circa 1966

Região de Itacoatiara
Archive/Collection: Marcel Gautherot
010AMIT25097.jpg
Região de Itacoatiara
A denominação Itacoatiara é originária da língua indígena e significa "pedra pintada". A região foi assim nomeada por causa de inscrições gravadas em algumas pedras localizadas no rio Urubu, em frente à cidade. Seus primeiros habitantes foram os índios Muras, Juris, Cumaxiás e Terás, entre outras etnias. Em meados do século XVIII foi fundado na foz do rio Mataurá (afluente do rio Madeira) o primeiro povoamento no território do atual município. O povoamento havia sido organizado pelo jesuíta Frei João da Silva, mas logo foi atacado pelos índios Muras e seus habitantes viram-se obrigados a se retirar para o rio Canumã. Em novo ataque dos Muras, novamente o povoado se deslocou, dessa vez para o rio Abacaxis, e também sob a administração dos jesuítas. Tantas disputas fizeram com que Itacoatiara mudasse de sede cinco vezes. Em 1757 a aldeia finalmente se instalou na margem esquerda do rio Amazonas, onde é a cidade hoje. Antes de ser batizada Itacoatiara a cidade chamava-se Vila de Serpa, e em 1827 a Vila se juntou ao município de Silves. Em 1857 a cidade voltou a ser Vila de Serpa e mais tarde passou a ser Vila de Nossa Senhora do Rosário de Serpa. Finalmente o nome Itacoatiara foi instituído por uma lei de 1874.
Marcel Gautherot
Itacotiara ou Itaiquara
circa 1966

Lago de Janauacá
Arquivo/Coleção: Marcel Gautherot
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Lago de Janauacá
Localizado a sudoeste de Manaus, em uma saída do Rio Solimões, o lago Janauacá dista algo em torno de 110 km da Capital do estado.Como a pesca comercial é proibida no local, a fartura de exemplares para a pesca esportiva é imensa. ë preciso confirmar, mas existia em sua margens, um empreendimento hoteleiro, que prestava todo o apoio necessário ao turista pescador, desde o momento do desembarque em Manaus, até o embarque em busca dos grandes troféus da região. Os peixes: tucunarés de todos os tipos e tamanhos. Também bicudas, trairas e aruanãs.
Marcel Gautherot
Manaus
circa 1958