Nem todos os documentos, obras e objetos estão disponíveis para licenciamento ou empréstimo.

Visualizar por
Fundo fotográfico de Ivan Walther
Arquivo/Coleção: David Zingg
P006CXAV010CX09F22-03
Fundo fotográfico de Ivan Walther
David Zingg
Manaus
1982

Flagrante de rua - placas, letreiros e cartazes
Arquivo/Coleção: David Zingg
P006CXA013CX08F22-02.jpg
Flagrante de rua - placas, letreiros e cartazes
David Zingg
Manaus
1982

Flagrante de rua - placas, letreiros e cartazes
Arquivo/Coleção: David Zingg
P006CXA013CX07F22-01.jpg
Flagrante de rua - placas, letreiros e cartazes
David Zingg
Manaus
1982

-
Arquivo/Coleção: Thomaz Farkas
P004TFdia107-02.jpg

Thomaz Farkas, a convite do diretor Geraldo Sarno e do zoólogo e compositor Paulo Vanzolini, participou de expedição científica ao rio Negro, na região Norte e Nordeste do Brasil, em 1975.
Thomaz Farkas
Largo de São Sebastião
1975

Euterpe oleracea (açaí)
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm52-0077.jpg
Euterpe oleracea (açaí)
O açaí (Euterpe oleracea Mart.) é uma das inúmeras palmeiras típicas da região Amazônica, ao norte do país. Na foto, um exemplar encontrado no bairro de Petrópolis em Manaus.
Georges Leuzinger
Manaus
circa 1866

Açaí
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm23-0027.jpg
Açaí
O açaí (Euterpe oleracea Mart.) é uma das inúmeras palmeiras típicas da região Amazônica, ao norte do país. Na foto, um exemplar encontrado no bairro de Petrópolis. Esta imagem é reproduzida no álbum "Resultat d'une expédition phographique sur le Solimões" publicado por George Leuzinger em 1869. Com o título "Le Palmier Assai", a seguinte descrição: (Euterpe oleracea, Mart.) donnant une boisson très-rafraîchissante. [(Euterpe oleracea, Mart.) Fornece uma bebida muito refrescante]", na prancha de nº 25.
Albert Frisch
Bairro Petrópolis
1868

Igarapé do Correio
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm23-0014.jpg
Igarapé do Correio
Igarapés são pequenos cursos de água existentes em grande número na bacia amazônica, funcionando como pequenos braços de rios ou canais. Pouco profundos, correm quase totalmente pelo interior das matas, e em sua maioria apresentam água de coloração escura. Por eles navegam pequenas embarcações e canoas, e são considerados importante vias de transporte e comunicação.
Marc Ferrez
Manaus
1868

A cidade de Manaus vista das margens do rio Negro
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm23-0010.jpg
A cidade de Manaus vista das margens do rio Negro
A história de Manaus está ligada à Fortaleza de São José do Rio Negro, erguida na segunda metade do século XVII com o objetivo de assegurar o domínio português na região e impedir a descida de invasores holandeses aquartelados no Suriname (ex-Guiana Holandesa). Com o forte, foi se constituindo um povoado ao seu redor, que foi denominado São José da Barra do Rio Negro. O povoado foi elevado à categoria de vila em 1832, quando da criação da Comarca do Alto Amazonas, recebendo o nome de Nossa Senhora da Conceição da Barra do Rio Negro. Em 1848 a vila foi elevada à cidade, mantendo ainda o mesmo nome. Com a transformação do Amazonas em Província, em 1850, a Cidade da Barra tornou-se sua capital e começou a mudar de feições, com a chegada do "progresso" (personificado, entre outros, pela abertura dos rios à navegação e a chegada de navios a vapor, medidas que diminuiriam o isolamento da região em relação ao resto do país). Em 1856 a cidade passou a chamar-se Manaus por iniciativa do deputado José Ignácio Ribeiro do Carmo, que propunha homenagear os Manaó, o mais importante grupo étnico da região. Manaus passou por um período de grande crescimento e desenvolvimento entre 1890 e 1910, na chamada fase áurea da borracha, em que os altos lucros do comércio do látex proporcionaram todos os requintes de uma cidade moderna: implantação de bondes, telefonia, eletricidade, porto flutuante, fontes e monumentos, ruas largas e arborizadas, belos teatros, hotéis e etc.
Albert Frisch
Manaus
circa 1865

Barqueiro boliviano às margens do rio Madeira
Arquivo/Coleção: Leibniz-Institut für Länderkunde, Leipzig
P002SAm21-0021.jpg
Barqueiro boliviano às margens do rio Madeira
Albert Frisch, fotógrafo alemão contratado por Georges Leuzinger, percorreu em 1867 e 1868 o Alto Amazonas, de Tabatinga a Manaus, e foi um dos primeiros a retratar povos indígenas brasileiros, além de aspectos da paisagem local. O conjunto de cerca de cem imagens foi editado e comercializado pela Casa Leuzinger e representa um marco na fotografia brasileira do século XIX. Esta imagem é reproduzida no álbum "Resultat d'une expédition phographique sur le Solimões" publicado por George Leuzinger em 1869. Com o título "Indien Bolivien à Manáos", com a seguinte descrição: avec son vêtement, fait d’une pièce des fibres du "Tururí", voir N. 20 [com sua vestimenta, feita de uma só peça de fibras "Tururí"", ver n. 20]", na prancha de nº 81.
Albert Frisch
Manaus
1868

Filtrar por:

Áreas

Acervo IMS de A a Z

Autoria

Assuntos

Pessoas

Locais

Datas

Documentos, Obras e Objetos

Gêneros documentais

Técnicas

Suportes